quinta, 04 de junho, 2026
(67) 99983-4015
Depois de semanas sem corridas, a Amaral Racing retorna, na segunda etapa do Campeonato Paranense de Motocross 2016.
O desafio desta vez, será em Boa Esperança (PR). A equipe terá seis pilotos representando Mato Grosso do Sul.
A equipe esteve em Campo Grande na tarde da última quinta-feira (26), realizando o último treino, antes do desafio paranaense, na pista Três Barras, localizada no rodoanel, na saída para São Paulo.
Estiveram fazendo os últimos preparativos os pilotos Carlos Eduardo Franco, Luan Amaral e Emerson Filé.
Carlos Eduardo Franco, que já foi campeão Paranense em 2012, na categorias MX1 e MX2, briga pela liderança do campeonato nestas duas categorias.
Na primeira etapa de 2016, Carlos Eduardo faturou a prova da MX2. Na MX1, o piloto natural de Sete Quedas (MS) terminou em terceiro lugar.
Carlos Eduardo falou sobre a expectativa para o final de semana. "Estou animado, treinei bastante. Espero fazer uma grande prova. Boa Esperança é uma pista tradicional, mais de alta. Não tem muito segredo, pois o que manda é o preparo fisico, por que é uma pista rápida. O terreno é diferenciado do que nós em temos no Mato Grosso do Sul, pois é arenoso, é um terreno duro, mas eu gosto particulamente da pista", completou Carlos Eduardo.
Carlos Eduardo já sabe o caminho da vitória em Boa Esperança, pois em anos anteriores, já venceu nesta pista.
Além do tricampeão brasileiro, a Amaral Racing vai ter mais cinco pilotos em ação.
A prova em Boa Esperança marca a estreia de Emerson "Filé" Martins no Paranaense. O experiente piloto da capital do estado, falou sobre suas pretenções em Boa Esperança. "A expectativa é boa para correr no Paranaense. É a primeira vez que eu vou correr lá. Estou muito feliz com o pessoal da equipe. Eu pretendo pegar um pódium, além de torcer para que tudo de certo para o pessoal da equipe", completou Filé.
Lenda do Motocross Sul-mato-grossense, Fábio Festi de Campo Grande vai disputar duas categorias – MX1 e MX3.
Já o pentacampeão estadual Marcus "Mano" Vinícius, de Maracaju, vai estar na disputa da MX1 e da MX2.
Também de Maracaju, Junior Feitosa corre na MX4/MX5, e a promessa douradense Luan Amaral, compete na categoria 65 cc. Luan sofreu um forte acidente no treinos em Nova Alvorada do Sul, mas "na raça", vai entrar na pista, de olho em mais um bom resultado em sua carreira.
Categorias correm juntas
A Amaral Racing em 2016, já venceu provas em vários campeonatos de Velocross, como os campeonato Brasileiro, Sul-mato-grossense e a Copa MS de Velocross, além de prova no Paranaense e Paraguaio de Motocross, além do Radical Cross, evento disputado em Brasilândia, no final de abril.
Patrocinam a Amaral Racing as seguintes empresas – PG Point Graphics, Ask Motors, TBT Racing e Ateliê Artes e Jóias.
Economia
Bolão de Campo Grande acerta quatro dezenas da Quina e prêmio principal acumula
4 de junho de 2026
Um bolão registrado em Campo Grande acertou quatro dezenas no concurso 7.042 da Quina, sorteado na noite de quarta-feira (3), e faturou R$ 31.770,30. Outros dois jogos de Mato Grosso do Sul também acertaram quatro números e receberam R$ 6.354,06 cada. Ninguém levou o prêmio principal, que acumulou.
A aposta premiada em Campo Grande foi feita na Lotérica Kohatsu, no formato físico, com 25 cotas. As outras apostas vencedoras no Estado foram registradas em uma lotérica de Campo Grande, na Sorte Grande, e em Corumbá, na Lotérica Dom Pedro II.
Segundo a Caixa Econômica Federal (Caixa), 101 apostas acertaram quatro dezenas em todo o país no concurso. Outras 7.334 registraram três acertos e 157.696 fizeram dois acertos.
Os números sorteados foram 10, 13, 25, 36 e 60. Com o resultado, o prêmio principal acumulou e a estimativa para o próximo concurso, marcado para sexta-feira, chegou a R$ 20 milhões.
Geral
Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.
4 de junho de 2026
Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.
Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.
A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.
No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.
Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.
A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.
Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.
“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.