quinta, 04 de junho, 2026
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Quatorze paratletas sul-mato-grossenses foram convocados para compor a delegação brasileira que participará dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, que acontecem entre os dias 07 e 18 de setembro no Rio de Janeiro. O anúncio foi feito nesta terça-feira (19) pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) em São Paulo.
O futebol de 7 foi a modalidade com maior número de sul-mato-grossenses convocados. Dos 18 jogadores, oito são do Estado.
Silvânia Costa, que detém o atual recorde mundial de salto em distância classe T11 (cego total), conquistado no fim de semana no Circuito Loterias Caixa de Atletismo e Natação, em São Paulo, e a judoca e medalhista olímpica Michelle Ferreira também estão entre os paratletas que estarão no Rio em setembro.
Maior delegação brasileira - Essa será a primeira vez que o Brasil terá representantes nas 22 modalidades que são disputadas na Olimpíada. Também será a maior delegação que já representou o país nos Jogos Olímpicos, com 278 atletas, sendo 181 homens e 97 mulheres.
O objetivo do Brasil no Rio 2016 é ficar entre os cinco melhores no quadro geral de medalhas. A meta foi definida após o Brasil ser o 7º colocado nos Jogos de Londres em 2012, com 21 medalhas de ouro, 14 de prata e 8 de bronze, totalizando 43.
Veja quem são os convocados de MS:
Atletismo
Silvânia Costa de Oliveira - Três Lagoas
Yeltsin Francisco Ortega Jacques - Campo Grande
Guilherme Ademilson dos Anjos Santos - Campo Grande
Canoagem
Debora Raiza Ribeiro Benevides - Campo Grande
Fernando Rufino de Paulo - Campo Grande
Futebol de 7
Fabrizio Arlindo Nascimento de Oliveira - Campo Grande
Gilvano Diniz da Silva - Campo Grande
Hudson Hyure do Carmo Januario - Campo Grande
Igor Romero Rocha - Campo Grande
Leandro Gonçalves do Amaral - Campo Grande
Marcos dos Santos Ferreira - Campo Grande
Maycon Ferreira de Almeida - Campo Grande
Wesley Martins de Souza - Campo Grande
Judô
Michelle Ferreira - Campo Grande
Economia
Bolão de Campo Grande acerta quatro dezenas da Quina e prêmio principal acumula
4 de junho de 2026
Um bolão registrado em Campo Grande acertou quatro dezenas no concurso 7.042 da Quina, sorteado na noite de quarta-feira (3), e faturou R$ 31.770,30. Outros dois jogos de Mato Grosso do Sul também acertaram quatro números e receberam R$ 6.354,06 cada. Ninguém levou o prêmio principal, que acumulou.
A aposta premiada em Campo Grande foi feita na Lotérica Kohatsu, no formato físico, com 25 cotas. As outras apostas vencedoras no Estado foram registradas em uma lotérica de Campo Grande, na Sorte Grande, e em Corumbá, na Lotérica Dom Pedro II.
Segundo a Caixa Econômica Federal (Caixa), 101 apostas acertaram quatro dezenas em todo o país no concurso. Outras 7.334 registraram três acertos e 157.696 fizeram dois acertos.
Os números sorteados foram 10, 13, 25, 36 e 60. Com o resultado, o prêmio principal acumulou e a estimativa para o próximo concurso, marcado para sexta-feira, chegou a R$ 20 milhões.
Geral
Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.
4 de junho de 2026
Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.
Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.
A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.
No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.
Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.
A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.
Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.
“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.