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Cota zero vai limitar tamanho máximo do pescado em MS, diz Azambuja

"Temos o limite mínimo, agora temos que limitar o tamanho máximo", disse o governador

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8 de fevereiro de 2019

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O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) disse, na manhã desta sexta-feira (8), que o decreto que limita a quantidade de pescado nos rios de Mato Grosso do Sul, conhecido como Cota Zero, deve estipular o tamanho máximo e o tamanho mínimo dos peixes permitidos para pesca.  

“Vamos fazer algumas mudanças a partir deste ano, principalmente na quantidade. Já vamos sinalizar o regramento definitivo para os anos subsequentes. A questão de implementar a partir de 2020 é pela questão da previsibilidade”, disse Reinaldo.

Reinaldo destaca que necessita da consciência do setor, já que a mudança é importante para manter os rios cheios. “Antes tinha tamanho mínimo, mas não tinha tamanho máximo e agora vai ter. Você pode comer o pescado respeitando tamanho mínimo e máximo. Temos que fazer isso para preservar os peixes, eles estão acabando, precisamos que o turista venha para o Estado e, para isso, temos que manter nossos rios cheios”.

A quantidade de pescado permitida atualmente é de 10 kg de peixe, mais um exemplar e cinco piranhas. Diante disso, a expectativa é que esse número seja reduzido pela metade, limitado a 5 kg, porém, a situação ainda está sendo analisada.  

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Vídeo de críticas a Virginia ressurge e reacende debate sobre publis

Uma entrevista concedida por Guga Figueiredo ao podcast “Inteligência Ltda.” voltou a ganhar força nas redes sociais e reacendeu discussões sobre a responsabilidade...

Vídeo de críticas a Virginia ressurge e reacende debate sobre publis

4 de junho de 2026

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Uma entrevista concedida por Guga Figueiredo ao podcast “Inteligência Ltda.” voltou a ganhar força nas redes sociais e reacendeu discussões sobre a responsabilidade de influenciadores digitais na divulgação de produtos e serviços. Durante a conversa, publicada no ano passado, o criador de conteúdo fez duras críticas a Virginia Fonseca e questionou sua atuação em campanhas publicitárias direcionadas aos milhões de seguidores que acompanham sua rotina.

Ao longo do bate-papo, Guga afirmou que a influenciadora acumulou um histórico de divulgações que teriam causado transtornos a consumidores. Por isso, ele contestou o discurso frequentemente utilizado por admiradores da empresária de que sua atuação nas redes sociais beneficia a sociedade.

“A Virginia é mais uma praga pra sociedade do que uma benfeitora”, declarou.

Em seguida, o influenciador elevou o tom das críticas e utilizou uma comparação irônica para definir o que considera uma relação desigual entre a criadora de conteúdo e seu público.

“Ela é o Hood Robin, tira dos pobres e coloca no próprio bolso”, afirmou.

Guga relembra polêmicas envolvendo campanhas publicitárias

Na entrevista, Guga citou episódios que, de acordo com ele, contribuíram para desgastar a imagem da influenciadora em relação à publicidade digital.

Entre os exemplos mencionados, ele relembrou uma situação em que Virginia divulgou uma empresa posteriormente acusada por consumidores de não entregar produtos vendidos. De acordo com Guga, houve até uma determinação judicial envolvendo uma seguidora prejudicada.

“Ela já foi obrigada judicialmente a ressarcir uma seguidora com um iPhone novo depois de divulgar uma loja que deu golpe. Também fez publi de loja de óculos que lesou centenas de consumidores. É um histórico preocupante”, afirmou em seguida.

Além disso, o criador de conteúdo citou campanhas relacionadas a cosméticos e suplementos que, segundo ele, levantaram questionamentos sobre a eficácia dos produtos anunciados.

Cursos e ações promocionais também entraram na mira

As críticas não ficaram restritas aos produtos físicos. Guga também direcionou questionamentos a iniciativas digitais promovidas pela influenciadora.

Entre elas, destacou um curso voltado para pessoas que desejavam construir carreira nas redes sociais. Na avaliação dele, o material foi produzido sem o cuidado esperado pelos compradores.

“Foi gravado todo no mesmo dia, de qualquer jeito. Depois ela apagou tudo e sumiu. Não teve suporte, nem satisfação. Vendeu e tchau”, declarou.

Além disso, ele relembrou uma ação promocional que envolvia fãs e sessões de fotos. Segundo seu relato, participantes teriam pago para participar da experiência, mas o encontro não ocorreu conforme o esperado.

“As pessoas pagaram e ela foi embora. Isso é respeito com quem te acompanha?”, questionou.

Guga também mencionou a plataforma de rifas WePrêmios, que acabou se tornando alvo de críticas após seu lançamento.

Debate sobre apostas dominou parte da conversa

Outro tema que ocupou espaço na entrevista foi a divulgação de plataformas de apostas por influenciadores digitais. Para Guga, muitos criadores de conteúdo deveriam adotar mais transparência ao apresentar ganhos financeiros relacionados aos jogos.

Segundo ele, exibir apenas resultados positivos pode transmitir uma percepção distorcida para quem acompanha esse tipo de conteúdo.

“Ela diz que sempre avisa para jogar com responsabilidade. Mas quando foi que mostrou que perdeu? Sempre aparece ganhando R$ 8 mil. Isso cria uma ilusão perigosa”, alertou.

O influenciador também criticou a postura de parlamentares durante a CPI que investigou o mercado de apostas esportivas. Na visão dele, parte das sessões foi marcada por elogios aos convidados em vez de questionamentos mais rigorosos.

“Foi o poste mijando no cachorro. Teve senador elogiando, pedindo foto, dizendo que ela gera emprego. É uma inversão de valores”, declarou.

Felca comenta impacto da indústria das apostas

Na mesma entrevista, Felca também participou da discussão e abordou as consequências enfrentadas por criadores de conteúdo que recusam contratos ligados ao setor de apostas.

Segundo ele, quem opta por não divulgar esse tipo de plataforma frequentemente perde oportunidades profissionais e convites para determinados eventos.

“Quando você não fecha com casa de aposta, não é fechado, algumas portas se fecham na tua cara mesmo, entendeu?”

O influenciador afirmou ainda que considera mais importante o impacto social de suas escolhas do que eventuais prejuízos profissionais.

“Alguns lugares você não é você não pode entrar, com algumas pessoas você não é bem-vindo, você para de ser meio convidado para os lugar, tem esse contratozinho aí, entendeu? Mas sinceramente, cara, é, se a pessoa que é, que, que tá para sucumbir, a pessoa que ainda não apostou. Ela deixar de sucumbir pelo que eu estou fazendo”.

Na sequência, Felca reforçou sua preocupação com pessoas que enfrentam dificuldades relacionadas ao vício em apostas e disse acreditar que sua postura pode ajudar parte desse público.

“Se a pessoa que está sucumbindo, pessoa que está apostando, conseguir deixar de sucumbir, conseguir parar de sucumbir, ou se a pessoa que não sucumbiu, não entrar nisso, e se a pessoa que já sucumbiu, já se ferrou para caramba, já está lascado, tem algum conforto? Para mim umas portinhas fechadas na minha cabeça não tem muito peso não, entendeu?”, disse.

O vídeo voltou a circular amplamente nas plataformas digitais nos últimos dias e reacendeu o debate sobre publicidade, influência nas redes sociais e os limites da responsabilidade de criadores de conteúdo diante de milhões de seguidores.

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A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.

Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.

Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal