quinta, 04 de junho, 2026
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O candidato à deputado Estadual, Adriano da Matadeira esteve no Jornal Diário do Estado na tarde desta quinta-feira (25), dia em que o movimento político na cidade foi intenso com passeatas, bandeiradas e muitos fogos. Eminente na política através de dois mandatos na cidade de Rio Verde como vereador, agora se dispõe ao cargo na Assembléia Legislativa para fortalecer os projetos e fomentar a Região Norte.
“Vereador pelo segundo mandato aceitei o desafio, pois a Região Norte precisa de um candidato que faça a diferença. Há anos estamos vendo nossa região abandonada, numa geração de emprego muito fraca, saúde precária com uma maquiagem muito bonita, mas por dentro muito necessitado, com hemodiálicos enfrentando estrada entre outras necessidades. Coxim teria que ser um centro de saúde, por isso meu nome está aí, sou da Região e acredito nas nossas potencialidades. Muitos políticos nem vêem aqui pois o reduto eleitoral é pequeno, mas os que vem pegam votos aqui e levam os benefícios para fora, esquecendo os votos que obtiveram do nosso povo”.
O candidato diz que está pedindo uma oportunidade aos eleitores, pois ele acredita numa política séria. Para ele as pessoas estão cansadas de ouvir promessas de mudança, mas que na verdade a tentativa para um novo projeto é muito importante. “Precisamos olhar para todos municípios sem distinção, pois cada cidade tem suas particularidades. Temos que olhar um todo. Temos que ao menos fazer funcionar o que temos aqui, os prédios já levantados precisam de investimento, de equipamento e de equipe. Faremos um trabalho que irá marcar a política estadual.
Matadeira começou a campanha em Rio Verde, está na cidade entre os primeiros colocados na pesquisa e está visitando todos os municípios do Estado em busca de votos conscientes e sinceros. Para ele as pessoas estão interagindo muito bem e a recepção tem sido muito boa. Seu maior pedido é que as pessoas escolham bem seus candidatos e acreditem que há política séria. O candidato disse se entristecer com as compras de voto e recomendou que as pessoas em hipótese nenhuma se vendam, que não troquem seus votos por qualquer tipo de oferta.
“Aprendi muito com meu pai que também já foi vereador por dois mandatos em Rio Verde. Ele me ensinou a passar por cima das propinas, das vantagens. É possível fazer política sem corrupção, é possível fazer política séria e transformar a sociedade com projetos e ações sociais. Nossa maior arma é o voto, por isso vamos usá-lo da melhor maneira,” finalizou Matadeira.
Economia
Bolão de Campo Grande acerta quatro dezenas da Quina e prêmio principal acumula
4 de junho de 2026
Um bolão registrado em Campo Grande acertou quatro dezenas no concurso 7.042 da Quina, sorteado na noite de quarta-feira (3), e faturou R$ 31.770,30. Outros dois jogos de Mato Grosso do Sul também acertaram quatro números e receberam R$ 6.354,06 cada. Ninguém levou o prêmio principal, que acumulou.
A aposta premiada em Campo Grande foi feita na Lotérica Kohatsu, no formato físico, com 25 cotas. As outras apostas vencedoras no Estado foram registradas em uma lotérica de Campo Grande, na Sorte Grande, e em Corumbá, na Lotérica Dom Pedro II.
Segundo a Caixa Econômica Federal (Caixa), 101 apostas acertaram quatro dezenas em todo o país no concurso. Outras 7.334 registraram três acertos e 157.696 fizeram dois acertos.
Os números sorteados foram 10, 13, 25, 36 e 60. Com o resultado, o prêmio principal acumulou e a estimativa para o próximo concurso, marcado para sexta-feira, chegou a R$ 20 milhões.
Geral
Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.
4 de junho de 2026
Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.
Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.
A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.
No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.
Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.
A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.
Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.
“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.