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Chester Bennington, vocalista do Linkin Park, morre aos 41 anos

Músico foi encontrado morto em sua casa perto de Los Angeles. Morte é investigada pela polícia como suicídio.

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20 de julho de 2017

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G1

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Chester Bennington, vocalista da banda Linkin Park, foi encontrado morto nesta quinta-feira (20) em sua casa perto de Los Angeles, na Califórnia (EUA), informou a agência Associated Press. Segundo um porta-voz da polícia local, a morte é investigada como suicídio.

O site TMZ afirma que o cantor se enforcou em sua residência. O corpo foi encontrado pouco antes das 9h locais, de acordo com a publicação. Chester era casado e tinha seis filhos.

Ele lutou por anos contra drogas e álcool, e disse em uma entrevista no ano passado que já havia pensado em suicídio porque foi abusado quando criança, por um homem mais velho.

O músico era próximo de Chris Cornell, vocalista do Soundgarden e do Audioslave, que morreu em maio - também em um suicídio por enforcamento. O vocalista cantou a música "Hallelujah" no funeral do amigo, que completaria nesta quinta 53 anos.

Chester já contou em entrevistas que sofria com problemas estomacais. Durante shows e eventos de divulgação do disco "Meteora", sofreu com dores abdominais e passou por uma cirurgia para curar uma hérnia de hiato. Em entrevistas, ele contou que, por causa doença, chegava a sentir vontade de vomitar quando cantava.

O rapper Mike Shinoda lamentou a morte do companheiro de Linkin Park. "Chocado e de coração partido, mas é verdade. Uma declaração oficial será publicada assim que tivermos uma", disse Shinoda em seu perfil no Twitter.

Sucesso nos anos 2000

O Linkin Park teve seu auge no início dos anos 2000, com os álbuns "Hybrid theory" e "Meteora". Na época, o grupo emplacou seu rock alternativo, com influência de rap e metal, em paradas de sucessos, com músicas como "Faint", "In the end", "Crawling" e "Numb".

A banda ganhou dois prêmios Grammy, pela performance de "Crawling" e pelo single "Numb/Encore", do disco "Collision Course", gravado em colaboração com o rapper Jay-Z em 2004.

O último disco lançado pelo Linkin Park, "One More Light", saiu em maio deste ano e o grupo estava em turnê pelos Estados Unidos, com shows marcados até outubro.

Nascido em Phoenix, no Arizona (EUA), Chester começou a carreira na banda grunge Grey Daze. Depois, se juntou ao Linkin Park - que, na época, ainda se chamava Xero. Ele também trabalhou no projeto paralelo Dead by Sunrise e foi vocalista do Stone Temple Pilots. e fez participações em filmes, como "Adrenalina" (2006) e "Jogos mortais - O final" (2013).

Musica

João Bosco & Vinícius completam o Volume 1 do álbum "Deixa o Barulho"

'Vacilão', feat. Lauana Prado, é o grande destaque da seleção inédita que também contempla 'Creme de Mão' e 'A Falta que Você Não Faz'

João Bosco & Vinícius completam o Volume 1 do álbum "Deixa o Barulho"

16 de janeiro de 2026

João Bosco & Vinícius completam o Volume 1 do álbum "Deixa o Barulho"

 

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Donos de um legado imensurável que ajudou a transformar definitivamente a história da música sertaneja, João Bosco & Vinícius seguem escrevendo capítulos memoráveis de uma trajetória que nasceu para ser eterna. Com mais de 20 anos de carreira, uma discografia impecável formada por 18 álbuns e 15 projetos audiovisuais, a dupla celebra agora o lançamento das faixas "Vacilão" (feat. Lauana Prado), "Creme de Mão" e "A Falta Que Você Não Faz", que completam o primeiro volume do álbum "Deixa o Barulho". ASSISTA!

O novo lançamento dá sequência ao projeto audiovisual registrado em julho de 2025, no Multiplan Hall, em Ribeirão Preto (SP), e reforça o momento artístico especial vivido por João Bosco & Vinícius. Mesmo jovens, eles carregam a importância e o respeito de verdadeiros medalhões do gênero, com dezenas de músicas que alcançaram o topo dos rankings e se tornaram hinos inesquecíveis do sertanejo. Conquistaram a admiração dos que vieram depois e o reconhecimento de seus próprios ídolos, além de colecionarem prêmios, indicações e uma história sólida que atravessa gerações.

Um dos pontos altos do Volume 1 é, sem dúvidas, "Vacilão", que traz a participação especial de Lauana Prado. A parceria simboliza o encontro de gerações e de forças do sertanejo, unindo a experiência e o legado de João Bosco & Vinícius com a autenticidade e o talento de uma das artistas mais respeitadas da nova safra.

A presença de Lauana Prado adiciona ainda mais personalidade à faixa, criando um diálogo musical poderoso, cheio de atitude, energia e identidade. "Cantar "Vacilão" com o João Bosco & Vinicius foi lindo demais! Estávamos ansiosos por essa moda. Sou fã desses meninos, da história linda que temos juntos, e dos artistas únicos que eles são. Estou lisonjeada e grata pelo convite", disse Lauana.

"Sou fã desses meninos e dos artistas únicos que eles são" (Launa Prado)

O feat. reforça o espírito colaborativo de "Deixa o Barulho", um projeto que valoriza conexões artísticas genuínas e que se consolida como um retrato fiel do sertanejo contemporâneo, sem perder suas raízes.

Já "Creme de Mão" apresenta um lado mais leve, descontraído e criativo da dupla. A música aposta em metáforas inteligentes e se destaca pela originalidade.

A canção flerta com o romantismo sem exageros, mantendo a identidade sertaneja, mas com uma linguagem atual, que dialoga com diferentes públicos e gerações.

Fechando o lançamento, "A Falta Que Você Não Faz" traz uma abordagem madura sobre términos e superação. Diferente das tradicionais canções de sofrimento, a faixa fala sobre a libertação que vem depois do fim, quando a ausência já não dói mais — pelo contrário, traz alívio.

Com interpretação segura, João Bosco & Vinícius mostram o quanto se consolidaram artisticamente, sem perder a essência que sempre os conectou ao público.

"Deixa o Barulho" contou com participações especiais de Gusttavo Lima, Lauana Prado e Hugo & Guilherme, e reúne 18 faixas, sendo 16 inéditas e duas regravações, todas com assinatura musical de Marcelo Cheba. A direção de vídeo é de Fernando Catatau, com direção executiva de Rafael Kinock e Luiz Montoya.

O cenário impressionante, totalmente construído com painéis de LED de alta definição, criou um ambiente 3D imersivo, aliado a uma iluminação apoteótica e a uma orquestra de cordas que se uniu à banda sob arranjos modernos, ousados e, ao mesmo tempo, fiéis à alma dos artistas. Elementos eletrônicos foram incorporados com sofisticação, ampliando o impacto sonoro sem perder a essência sertaneja.

O projeto também marca uma fase importante da dupla com a parceria junto à Warner Music e à Balada Music, fortalecendo ainda mais a estrutura de João Bosco & Vinícius.

Amigos desde a infância em Coxim (MS), João Bosco & Vinícius construíram uma trajetória sólida desde os bares e eventos locais até os maiores palcos do país. Foram protagonistas do movimento que ficou conhecido como sertanejo universitário, ajudando a renovar o gênero e a levá-lo a novos públicos.

A consagração veio também em forma de prêmios: ao todo, são quatro indicações ao Grammy Latino, com uma estatueta conquistada em 2011, consolidando a dupla entre os grandes nomes da música brasileira.

Com o lançamento de "Vacilão", "Creme de Mão" e "A Falta Que Você Não Faz", João Bosco & Vinícius encerram o Volume 1 de "Deixa o Barulho", reafirmando sua relevância e consistência artística. Definitivamente, eles ainda têm muito barulho para fazer.

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Aos 82 anos, Milton Nascimento é diagnosticado com demência

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3 de outubro de 2025

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Ícone da música brasileira, o cantor Milton Nascimento, de 82 anos, foi diagnosticado com demência por corpos de Lewy (DCL). Em suma, foi o filho Augusto Nascimento que confirmou a informação ontem, quinta-feira (02).
De acordo com a Revista Piauí, o diagnóstico veio após uma viagem do músico com o herdeiro pelos Estados Unidos. Ele notou a dificuldade do pai em se lembrar de coisas e recorreu a um médico especializado.
“Quando vi que meu pai apresentava uma piora brusca no quadro cognitivo, perguntei ao médico se seria uma loucura fazer uma viagem de motorhome com ele pelos Estados Unidos”, disse Augusto.
A DCL afeta funções cognitivas e motoras em decorrência da degeneração e morte de células nervosas no cérebro. Aliás, os sintomas são parecidos com o mal de Alzheimer e o Parkinson – esse segundo, inclusive, era o diagnóstico do veterano há dois anos.