quinta, 04 de junho, 2026
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O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou na quinta-feira um novo desafio em sua ainda curta, mas já agitada presidência: acabar com um dos pilares fundamentais que sustentam a rígida separação entre Igreja e Estado no país que dirige, a Emenda Johnson.
“Vou acabar com ela, vou destruir completamente a Emenda Johnson e vou permitir que os representantes da fé falem livremente e sem medo de represálias. Vou fazê-lo, lembrem-se disso”, disse Trump na quinta-feira durante o café da manhã do Dia Nacional de Oração em Washington.
A Emenda Johnson deve seu nome ao à época senador pelo Texas e mais tarde presidente dos Estados Unidos Lyndon B. Johnson, que foi quem a propôs e conseguiu sua aprovação em 1954. É uma cláusula que estipula que entidades livres do pagamento de impostos como igrejas e organizações de caridade, não podem participar, direta ou indiretamente, de nenhuma campanha política a favor ou contra um candidato. Desse modo, impede que líderes religiosos usem seus púlpitos para manifestar seu apoio – e oposição – a um candidato com o objetivo de influenciar sua congregação.
Essa disposição foi aprovada durante a presidência do republicano Dwight Eisenhower e, durante décadas, não foi questionada por republicanos e democratas. Mas como tantas coisas nesse último ciclo eleitoral, o tom mudou com Trump, um candidato que durante a longa campanha fez numerosos acenos aos setores religiosos do país, especialmente aos evangélicos, para acumular votos e apoios.
“Nossa república foi criada sobre a base de que a liberdade não é um presente do Governo, mas de Deus”, disse Trump na quinta-feira. E citou Thomas Jefferson, o terceiro presidente norte-americano e um dos pais fundadores do país, para justificar sua manobra. “Jefferson se perguntou se as liberdades de uma nação podem estar seguras quando tiramos a convicção de que essas liberdades são um presente de Deus”, continuou o republicano. “E entre essas liberdades, está o direito a reverenciar de acordo com nossas próprias crenças”, concluiu seu argumento.
O aceno ao setor religioso mais conservador do país, esse que votou em Trump, é indiscutível. Acabar com a Emenda Johnson é uma de suas promessas de campanha e complementa seu compromisso de nomear um juiz que concorde com esses valores cristãos conservadores para a Suprema Corte, tal como acaba de fazer com a nomeação do juiz Neil Gorsuch para ocupar o cargo vago no Supremo Tribunal. Seu vice-presidente, Mike Pence, e sua assessora, Kellyanne Conway, também se tornaram na semana passada os primeiros membros de um governo a participar da marcha anual contra o aborto realizada em Washington pelo aniversário da decisão do Supremo Tribunal que legalizou a interrupção da gravidez em 1973. Trump manifestou publicamente seu apoio a esse protesto, enquanto ignorou completamente a muito maior Marcha das Mulheres realizada dias antes pelas mesmas avenidas.
No ano passado, em um de seus atos de campanha, Trump afirmou que, em seu governo, “nossa herança cristã será estimada, protegida, defendida como vocês nunca viram antes”. E lançou sua promessa de acabar com a emenda que agora voltou a transformar em alvo. “A primeira coisa que precisamos fazer é devolver a voz às nossas igrejas. A Emenda Johnson impediu nossos pastores de dizer o que pensam de seus púlpitos. Se querem falar de cristianismo, se querem pregar e falar de política, não podem fazê-lo, porque se arriscam a perder sua isenção fiscal”, afirmou.
Os Estados Unidos são um país profundamente religioso, fundado em boa parte por pessoas que fugiram da Europa em busca de um lugar onde pudessem exercer livremente sua religião, mas não é um país de um credo único, oficial. A nova Administração não é a única a professar publicamente sua fé. George W. Bush também era famoso por sua religiosidade e pela profissão pública que fazia da mesma. Mas a inquietude aumentou com Donald Trump e sua equipe, que inclui um vice-presidente, Mike Pence, ultraconservador e profundamente religioso, e um braço direito como Stephen Bannon, com profundos vínculos com o ultranacionalismo e que no passado denunciou publicamente como a secularização da sociedade “minou a força do Ocidente judaico-cristão para defender seus ideais”, como disse em uma conferência no Vaticano em 2014.
Famosos
Virginia Fonseca chamou muita atenção na terça-feira, 3 de junho, após uma atitude nas redes sociais que não passou despercebida pelos seguidores. A...
3 de junho de 2026
Virginia Fonseca chamou muita atenção na terça-feira, 3 de junho, após uma atitude nas redes sociais que não passou despercebida pelos seguidores. A influenciadora digital apagou de seu perfil no TikTok uma publicação feita logo após o fim do relacionamento com Vini Jr., fato que rapidamente alimentou especulações sobre uma possível reaproximação entre os dois.
A exclusão da postagem chamou a atenção porque o conteúdo trazia uma mensagem que marcou o momento da separação. Na ocasião, um dia depois do anúncio do término, Virginia publicou a seguinte frase: “Ao longo da minha vida, aprendi a nunca negociar aquilo que, pra mim, é inegociável. Fim”.
Agora, com o desaparecimento da publicação da plataforma, internautas passaram a comentar a possibilidade de uma mudança no cenário entre a influenciadora e o jogador. Então, após o fato virlizar pela internet, muitos usuários fizeram referência à mensagem publicada por Virginia na época do rompimento.
“Foi negociável”, escreveu uma internauta. “Acabou de negociar o inegociável”, comentou outra. Além disso, parte do público associou a exclusão do conteúdo a uma possível retomada do relacionamento. “Deve estar ensaiando a volta”, opinou uma usuária. “Pelo visto negociou”, comentou mais uma pessoa.
Quando o término veio a público, o Portal LeoDias informou que uma discussão durante um jantar em um restaurante conhecido de Madri, na Espanha, teria provocado a crise definitiva entre o casal. Segundo a publicação, durante o encontro, uma notificação apareceu no celular do atleta com a mensagem: “Saudades”, acompanhada de um emoji de coração.
Virginia teria visto o conteúdo rapidamente e, em seguida, questionado quem era a mulher responsável pela mensagem. A conversa logo evoluiu para uma discussão ainda no restaurante. Depois, o desentendimento continuou na mansão do jogador. Fontes ouvidas pelo veículo relataram que Virginia insistiu para acessar o celular do então namorado.
Por outro lado, Vini Jr. negou qualquer envolvimento com a mulher que enviou a mensagem. Ainda, algum tempo depois, Virginia percebeu que a conversa não aparecia mais no aparelho do atleta. A situação aumentou sua desconfiança e contribuiu para o desgaste da relação.
Famosos
Após uma sequência de compromissos, Virginia Fonseca revelou que enfrentou uma forte dor de cabeça na noite de terça-feira, 02 de junho. A influenciadora dividiu o caso...
3 de junho de 2026
Após uma sequência de compromissos, Virginia Fonseca revelou que enfrentou uma forte dor de cabeça na noite de terça-feira, 02 de junho. A influenciadora dividiu o caso com os seguidores por meio dos stories publicados em seu perfil no Instagram e contou que decidiu interromper a rotina para tentar aliviar o desconforto.
Segundo Virginia, o mal-estar surgiu depois de uma prova de roupa e durante uma reunião realizada de casa. Já vestindo pijama, ela detalhou a situação para seus fãs. Ao conversar com os seguidores, Virginia afirmou que a dor estava intensa e que não conseguia identificar a causa do problema.
“Galera, eu terminei minha prova de roupa e coloquei meu pijama para fazer uma reunião, que estava fazendo agora. Nossa, eu estou toda descabelada, tô muito feia, não quero aparecer aqui mais não. Enfim, coloquei meu pijama para fazer uma reunião e minha cabeça está explodindo. Não sei por quê”, explicou.
Logo depois, a influenciadora explicou que pretendia descansar para tentar amenizar os sintomas antes de retomar as atividades do dia. “Eu vou ver se tiro um cochilo para ver se ela para de doer, porque tá doendo muito e eu não sei o motivo de ela estar doendo”.
Nos vídeos publicados nos stories, Virginia não informou o que poderia ter provocado a dor de cabeça. Ainda assim, garantiu que o incômodo estava forte e, por isso, apostaria no repouso como primeira medida para tentar melhorar.