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Operação policial conjunta na Vila Cruzeiro deixa 22 mortos e é encerrada após 12 horas

Ao menos 22 pessoas morreram durante uma operação policial na Vila Cruzeiro, na Penha, na Zona Norte do Rio, na terça-feira (24). A ação começou de madrugada e, segundo a Polícia Militar, foi encerrada por volta das 16h40.

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25 de maio de 2022

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Bom Dia Rio e g1 Rio

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Ao menos 22 pessoas morreram durante uma operação policial na Vila Cruzeiro, na Penha, na Zona Norte do Rio, na terça-feira (24). A ação começou de madrugada e, segundo a Polícia Militar, foi encerrada por volta das 16h40. 

Segundo a PM, entre os 22 mortos: 12 eram suspeitos e 1 era uma moradora da região – identificada como Gabrielle Fereira da Cunha, de 41 anos, ela levou um tiro dentro de casa, na entrada da Chatuba, que fica ao lado da Vila Cruzeiro.

Até a última atualização desta reportagem, os outros nove mortos não haviam sido identificados.

Entre os feridos, estão 2 homens considerados suspeitos pela polícia (eles foram baleados e encaminhados ao Hospital Getúlio Vargas, onde passaram por cirurgia); 1 uma mulher que estava lúcida e foi levada na tarde desta terça ao hospital pela Polícia Rodoviária Federal; 1 homem com ferimento na barriga que foi levado inconsciente ao hospital também pela Polícia Rodoviária e 1 policial civil, identificado como Sérgio Silva Rosário, que foi ferido no rosto por estilhaços de bala enquanto fazia perícia no local – ele passa bem.

Segundo a PM, agentes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) foram atacados a tiros quando iniciavam uma “operação emergencial” na comunidade.

O objetivo era prender chefes do Comando Vermelho escondidos na Vila Cruzeiro. A polícia afirma que, na Penha, estão abrigadas lideranças da facção saídas de outras favelas do Rio, como Jacarezinho, Mangueira, Providência e Salgueiro (São Gonçalo).

Em fevereiro, outra operação conjunta da PM e da PRF na Vila Cruzeiro deixou pelo menos oito mortos.

Em uma rede social, o presidente Jair Bolsonaro (PL) parabenizou a polícia pela operação.

Tiros começaram às quatro da manhã

Moradores disseram que começaram a ouvir tiros às 4h. Houve relatos também de tiros no Complexo do Alemão, onde bandidos tentavam usar uma estrada de terra como rota de fuga.

“Quatro horas da manhã começou operação aqui na Vila Cruzeiro. Muito tiro, mas muito tiro mesmo. Os policiais do Bope entraram aqui com vários carros. E a bala tá comendo", afirmou um morador. Vídeos enviados ao Bom Dia Rio mostraram blindados entrando na comunidade.

Um helicóptero blindado da PM dava apoio aos agentes em terra. Os confrontos se concentravam na parte alta da Vila Cruzeiro, perto de uma área de mata.

Policiais apreenderam 13 fuzis, quatro pistolas, doze granadas e uma quantidade grande de drogas, que não havia sido contabilizada até a última atualização desta reportagem. Dez carros e vinte motos foram recuperados.

Treze escolas da rede municipal dos complexos da Penha e do Alemão precisaram ficar fechadas devido ao confronto, segundo a Secretaria Municipal de Educação.

Cláudio Castro diz que MP foi comunicado

Em post em uma rede social, o governador do Rio, Cláudio Castro, disse que a operação "seguiu todos os protocolos estabelecidos pela ADPF 635" e o Ministério Público foi devidamente comunicado.

"Na operação de hoje na Vila Cruzeiro, agentes do @RJBope, da @policiafederal e da @PRFBrasil apreenderam fuzis, pistolas, granadas e drogas que estavam com traficantes. Com essa apreensão, quantos tiros deixarão de ser dados em direção a cidadãos de bem do Rio, contra policiais, contra quem quer levar uma vida em paz?", questionou.

"Policiais foram atacados por bandidos fortemente armados. O violento confronto culminou na morte dos criminosos. Uma moradora está entre as vítimas e sua morte está sendo investigada. Quem aponta uma arma contra a polícia está apontando uma arma contra toda sociedade. Isso jamais vamos tolerar. Eu luto por um Rio de paz. Toda morte é lamentável, mas todos sabemos que nossas responsabilidades impõem que estejamos preparados para o confronto", acrescentou.

'Realidade trágica', diz porta-voz da PM

O tenente-coronel Ivan Blaz, porta-voz da PM, disse que o objetivo da operação é localizar criminosos de outros estados que se escondem na Vila Cruzeiro.

"Nesse momento ainda temos confrontos na área de mata. Na área construída estamos fazendo uma varredura com policiais do Bope e da Polícia Rodoviária Federal", afirmou.

"O objetivo ainda está mantido de buscar criminosos de outros estados que estão buscando abrigo aqui com essa facção criminosa, que opera na Vila Cruzeiro, no Jacarezinho, na Mangueira, na Providência e no Chapadão. Eles estão hospedando criminosos de outros lugares, entre eles, criminosos do Pará, que determinaram a morte de mais de 13 agentes públicos somente este ano."

Segundo Blaz, o Comando Vermelho, facção criminosa da Vila Cruzeiro, é responsável pela maior parte dos confrontos no RJ.

"Precisamos desbaratar essa quadrilha que já é hoje responsável por mais de 80% dos confrontos armados do Rio de Janeiro. Essa facção criminosa que opera ali na região da Vila Cruzeiro atua numa campanha expansionista em todo o nosso estado".

O tenente-coronel falou em "realidade trágica" ao comentar a morte da moradora da Chatuba.

Famosos

Vídeo de críticas a Virginia ressurge e reacende debate sobre publis

Uma entrevista concedida por Guga Figueiredo ao podcast “Inteligência Ltda.” voltou a ganhar força nas redes sociais e reacendeu discussões sobre a responsabilidade...

Vídeo de críticas a Virginia ressurge e reacende debate sobre publis

4 de junho de 2026

Vídeo de críticas a Virginia ressurge e reacende debate sobre publis

 

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Uma entrevista concedida por Guga Figueiredo ao podcast “Inteligência Ltda.” voltou a ganhar força nas redes sociais e reacendeu discussões sobre a responsabilidade de influenciadores digitais na divulgação de produtos e serviços. Durante a conversa, publicada no ano passado, o criador de conteúdo fez duras críticas a Virginia Fonseca e questionou sua atuação em campanhas publicitárias direcionadas aos milhões de seguidores que acompanham sua rotina.

Ao longo do bate-papo, Guga afirmou que a influenciadora acumulou um histórico de divulgações que teriam causado transtornos a consumidores. Por isso, ele contestou o discurso frequentemente utilizado por admiradores da empresária de que sua atuação nas redes sociais beneficia a sociedade.

“A Virginia é mais uma praga pra sociedade do que uma benfeitora”, declarou.

Em seguida, o influenciador elevou o tom das críticas e utilizou uma comparação irônica para definir o que considera uma relação desigual entre a criadora de conteúdo e seu público.

“Ela é o Hood Robin, tira dos pobres e coloca no próprio bolso”, afirmou.

Guga relembra polêmicas envolvendo campanhas publicitárias

Na entrevista, Guga citou episódios que, de acordo com ele, contribuíram para desgastar a imagem da influenciadora em relação à publicidade digital.

Entre os exemplos mencionados, ele relembrou uma situação em que Virginia divulgou uma empresa posteriormente acusada por consumidores de não entregar produtos vendidos. De acordo com Guga, houve até uma determinação judicial envolvendo uma seguidora prejudicada.

“Ela já foi obrigada judicialmente a ressarcir uma seguidora com um iPhone novo depois de divulgar uma loja que deu golpe. Também fez publi de loja de óculos que lesou centenas de consumidores. É um histórico preocupante”, afirmou em seguida.

Além disso, o criador de conteúdo citou campanhas relacionadas a cosméticos e suplementos que, segundo ele, levantaram questionamentos sobre a eficácia dos produtos anunciados.

Cursos e ações promocionais também entraram na mira

As críticas não ficaram restritas aos produtos físicos. Guga também direcionou questionamentos a iniciativas digitais promovidas pela influenciadora.

Entre elas, destacou um curso voltado para pessoas que desejavam construir carreira nas redes sociais. Na avaliação dele, o material foi produzido sem o cuidado esperado pelos compradores.

“Foi gravado todo no mesmo dia, de qualquer jeito. Depois ela apagou tudo e sumiu. Não teve suporte, nem satisfação. Vendeu e tchau”, declarou.

Além disso, ele relembrou uma ação promocional que envolvia fãs e sessões de fotos. Segundo seu relato, participantes teriam pago para participar da experiência, mas o encontro não ocorreu conforme o esperado.

“As pessoas pagaram e ela foi embora. Isso é respeito com quem te acompanha?”, questionou.

Guga também mencionou a plataforma de rifas WePrêmios, que acabou se tornando alvo de críticas após seu lançamento.

Debate sobre apostas dominou parte da conversa

Outro tema que ocupou espaço na entrevista foi a divulgação de plataformas de apostas por influenciadores digitais. Para Guga, muitos criadores de conteúdo deveriam adotar mais transparência ao apresentar ganhos financeiros relacionados aos jogos.

Segundo ele, exibir apenas resultados positivos pode transmitir uma percepção distorcida para quem acompanha esse tipo de conteúdo.

“Ela diz que sempre avisa para jogar com responsabilidade. Mas quando foi que mostrou que perdeu? Sempre aparece ganhando R$ 8 mil. Isso cria uma ilusão perigosa”, alertou.

O influenciador também criticou a postura de parlamentares durante a CPI que investigou o mercado de apostas esportivas. Na visão dele, parte das sessões foi marcada por elogios aos convidados em vez de questionamentos mais rigorosos.

“Foi o poste mijando no cachorro. Teve senador elogiando, pedindo foto, dizendo que ela gera emprego. É uma inversão de valores”, declarou.

Felca comenta impacto da indústria das apostas

Na mesma entrevista, Felca também participou da discussão e abordou as consequências enfrentadas por criadores de conteúdo que recusam contratos ligados ao setor de apostas.

Segundo ele, quem opta por não divulgar esse tipo de plataforma frequentemente perde oportunidades profissionais e convites para determinados eventos.

“Quando você não fecha com casa de aposta, não é fechado, algumas portas se fecham na tua cara mesmo, entendeu?”

O influenciador afirmou ainda que considera mais importante o impacto social de suas escolhas do que eventuais prejuízos profissionais.

“Alguns lugares você não é você não pode entrar, com algumas pessoas você não é bem-vindo, você para de ser meio convidado para os lugar, tem esse contratozinho aí, entendeu? Mas sinceramente, cara, é, se a pessoa que é, que, que tá para sucumbir, a pessoa que ainda não apostou. Ela deixar de sucumbir pelo que eu estou fazendo”.

Na sequência, Felca reforçou sua preocupação com pessoas que enfrentam dificuldades relacionadas ao vício em apostas e disse acreditar que sua postura pode ajudar parte desse público.

“Se a pessoa que está sucumbindo, pessoa que está apostando, conseguir deixar de sucumbir, conseguir parar de sucumbir, ou se a pessoa que não sucumbiu, não entrar nisso, e se a pessoa que já sucumbiu, já se ferrou para caramba, já está lascado, tem algum conforto? Para mim umas portinhas fechadas na minha cabeça não tem muito peso não, entendeu?”, disse.

O vídeo voltou a circular amplamente nas plataformas digitais nos últimos dias e reacendeu o debate sobre publicidade, influência nas redes sociais e os limites da responsabilidade de criadores de conteúdo diante de milhões de seguidores.

Famosos

Virginia apaga post sobre término com Vini Jr. e levanta suspeitas

Virginia Fonseca chamou muita atenção na terça-feira, 3 de junho, após uma atitude nas redes sociais que não passou despercebida pelos seguidores. A...

Virginia apaga post sobre término com Vini Jr. e levanta suspeitas

3 de junho de 2026

Virginia apaga post sobre término com Vini Jr. e levanta suspeitas

 

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Virginia Fonseca chamou muita atenção na terça-feira, 3 de junho, após uma atitude nas redes sociais que não passou despercebida pelos seguidores. A influenciadora digital apagou de seu perfil no TikTok uma publicação feita logo após o fim do relacionamento com Vini Jr., fato que rapidamente alimentou especulações sobre uma possível reaproximação entre os dois.

A exclusão da postagem chamou a atenção porque o conteúdo trazia uma mensagem que marcou o momento da separação. Na ocasião, um dia depois do anúncio do término, Virginia publicou a seguinte frase: “Ao longo da minha vida, aprendi a nunca negociar aquilo que, pra mim, é inegociável. Fim”.

Agora, com o desaparecimento da publicação da plataforma, internautas passaram a comentar a possibilidade de uma mudança no cenário entre a influenciadora e o jogador. Então, após o fato virlizar pela internet, muitos usuários fizeram referência à mensagem publicada por Virginia na época do rompimento.

“Foi negociável”, escreveu uma internauta. “Acabou de negociar o inegociável”, comentou outra. Além disso, parte do público associou a exclusão do conteúdo a uma possível retomada do relacionamento. “Deve estar ensaiando a volta”, opinou uma usuária. “Pelo visto negociou”, comentou mais uma pessoa.

Suposto motivo do fim entre Virginia Fonseca e Vini Jr.

Quando o término veio a público, o Portal LeoDias informou que uma discussão durante um jantar em um restaurante conhecido de Madri, na Espanha, teria provocado a crise definitiva entre o casal. Segundo a publicação, durante o encontro, uma notificação apareceu no celular do atleta com a mensagem: “Saudades”, acompanhada de um emoji de coração.

Virginia teria visto o conteúdo rapidamente e, em seguida, questionado quem era a mulher responsável pela mensagem. A conversa logo evoluiu para uma discussão ainda no restaurante. Depois, o desentendimento continuou na mansão do jogador. Fontes ouvidas pelo veículo relataram que Virginia insistiu para acessar o celular do então namorado.

Por outro lado, Vini Jr. negou qualquer envolvimento com a mulher que enviou a mensagem. Ainda, algum tempo depois, Virginia percebeu que a conversa não aparecia mais no aparelho do atleta. A situação aumentou sua desconfiança e contribuiu para o desgaste da relação.