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Mundo
Ex-funcionária precisou deixar fazenda e chora sentindo falta do animal. Ela tentou comprar o boi que apelidou de Ferdinando, mas dono não quis vender
14 de fevereiro de 2024
Redação/EC / DIARIOX
Nádia Pereira Mendes, de 35 anos, tem vivido dias de sofrimento. Ela e a família estão desolados por terem se separado de um boi que criaram com muito afeto dentro de casa. Eles deixaram a fazenda em que trabalhavam há um mês e gostariam de ter levado o animal que cresceu como membro da família, mas receberam uma negativa quando tentaram negociá-lo.
Amado como um filho, o boi Ferdinando nasceu há dois anos e mudou a vida de Nádia. Ele veio ao mundo com as patas tortas e não conseguia nem ficar em pé. Desenganado, o bovino recém-nascido foi entregue a ela, que o tratou e cuidou com todo amor. E os cuidados deram resultado: em pouco tempo, as pernas do animal ficaram firmes e ele finalmente conseguiu andar.
Nádia trabalhava fazendo a limpeza da casa dos patrões e o marido era campeiro na propriedade localizada a 30 quilômetros de Campo Grande (MS). Em conversa com a reportagem, ela recorda o dia em que o boi Ferdinando entrou em sua vida.
“Meu esposo chegou com ele prematuro e falou pra mim ‘Ah, amor, não sei se ele vai vingar não. Você quer cuidar?’. Então peguei e comecei a cuidar. Era muito magrinho, ele nasceu com os pezinhos tortos”, diz a dona de casa.
“Mandaram eu desistir”
Com imagens guardadas de todos os passos de Ferdinando, Nádia relata. “Eu tinha que pendurar ele, fazia massagem nos pezinhos pra ver se conseguia arrumar. Teve um momento até que chegaram lá e falaram assim pra mim: ‘Ih, Nádia. Desiste disso aí porque isso não vai vingar’. Eu falei: ‘Não, eu vou cuidar’. E cuidei”, conta, muito emocionada.
Foram mais de dois anos convivendo com o boi que ela batizou de Ferdinando logo nos primeiros dias de vida, em alusão à animação infantil “O Touro Ferdinando”. No filme, o protagonista tem um temperamento calmo e prefere sentar embaixo de uma árvore e relaxar, ao invés de correr por aí, bufando e batendo cabeça com os outros.
Separação e negativa: “Esse aí eu não vendo, vai morrer de velho”
Os dois filhos de Nádia, Luan e Nathan, de 11 e 7 anos, cresceram junto com o boi, que era como um irmão. O marido também deu todo o afeto e a família criou um vínculo muito grande com o animal. Desse modo, todos estão há um mês sofrendo pela separação.
Isso porque, há pouco mais de 30 dias, eles se mudaram para a cidade após o campeiro receber uma oportunidade mais vantajosa de trabalho. Com a mudança, Ferdinando ficou na fazenda. Abalada, a dona de casa diz que tentou até comprar o animal para evitar a separação, mas o dono da propriedade não quis vendê-lo.
“Eu conversei com o patrão. Disse pra ele: ‘Me fala aí um valor, porque as crianças estão sentindo muita falta do bichinho’. Minha mãe tem uma chácara, tenho até lugar pra deixar o Ferdinando. Mas ele falou que não quer vender”, lamenta.
Na tentativa de negociação, a ex-funcionária ainda pediu: “Cuida bem dele pra mim”. Ao pedir um valor, ela relata ter recebido a seguinte resposta: “Ô, Nádia, esse aí eu não vendo não. Vai morrer de velho”.
Sofrimento sem fim
O apego é tão grande que Nádia e seus filhos choram todos os dias. “Ele foi crescendo com a gente, grudado, dormia dentro de casa. Quando foi crescendo, eu tinha medo dele machucar as crianças, aí comecei a deixar no mangueiro. Mas aí ele começava a chorar e eu tinha que soltar e deixar dentro de casa um pouco”, recorda.
Segundo ela, ninguém ligava para o animal que, de início, era desenganado, e o patrão autorizava o convívio diário. “Eu pensava que ele já era meu”, comenta a sul-mato-grossense, em meio às lágrimas. “Meu menino fica fazendo TikTok todos os dias com as fotos dele”, acrescenta.
É por isso que os dias têm sido marcados pelo sofrimento e por lágrimas que não secam. Arrasada, ela, os filhos e o marido tentam seguir sem o animal que é parte da família.
O Jornal Midiamax entrou em contato com o dono de Ferdinando mas não obteve uma resposta até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestações.
Famosos
Uma entrevista concedida por Guga Figueiredo ao podcast “Inteligência Ltda.” voltou a ganhar força nas redes sociais e reacendeu discussões sobre a responsabilidade...
4 de junho de 2026
Uma entrevista concedida por Guga Figueiredo ao podcast “Inteligência Ltda.” voltou a ganhar força nas redes sociais e reacendeu discussões sobre a responsabilidade de influenciadores digitais na divulgação de produtos e serviços. Durante a conversa, publicada no ano passado, o criador de conteúdo fez duras críticas a Virginia Fonseca e questionou sua atuação em campanhas publicitárias direcionadas aos milhões de seguidores que acompanham sua rotina.
Ao longo do bate-papo, Guga afirmou que a influenciadora acumulou um histórico de divulgações que teriam causado transtornos a consumidores. Por isso, ele contestou o discurso frequentemente utilizado por admiradores da empresária de que sua atuação nas redes sociais beneficia a sociedade.
“A Virginia é mais uma praga pra sociedade do que uma benfeitora”, declarou.
Em seguida, o influenciador elevou o tom das críticas e utilizou uma comparação irônica para definir o que considera uma relação desigual entre a criadora de conteúdo e seu público.
“Ela é o Hood Robin, tira dos pobres e coloca no próprio bolso”, afirmou.
Na entrevista, Guga citou episódios que, de acordo com ele, contribuíram para desgastar a imagem da influenciadora em relação à publicidade digital.
Entre os exemplos mencionados, ele relembrou uma situação em que Virginia divulgou uma empresa posteriormente acusada por consumidores de não entregar produtos vendidos. De acordo com Guga, houve até uma determinação judicial envolvendo uma seguidora prejudicada.
“Ela já foi obrigada judicialmente a ressarcir uma seguidora com um iPhone novo depois de divulgar uma loja que deu golpe. Também fez publi de loja de óculos que lesou centenas de consumidores. É um histórico preocupante”, afirmou em seguida.
Além disso, o criador de conteúdo citou campanhas relacionadas a cosméticos e suplementos que, segundo ele, levantaram questionamentos sobre a eficácia dos produtos anunciados.
As críticas não ficaram restritas aos produtos físicos. Guga também direcionou questionamentos a iniciativas digitais promovidas pela influenciadora.
Entre elas, destacou um curso voltado para pessoas que desejavam construir carreira nas redes sociais. Na avaliação dele, o material foi produzido sem o cuidado esperado pelos compradores.
“Foi gravado todo no mesmo dia, de qualquer jeito. Depois ela apagou tudo e sumiu. Não teve suporte, nem satisfação. Vendeu e tchau”, declarou.
Além disso, ele relembrou uma ação promocional que envolvia fãs e sessões de fotos. Segundo seu relato, participantes teriam pago para participar da experiência, mas o encontro não ocorreu conforme o esperado.
“As pessoas pagaram e ela foi embora. Isso é respeito com quem te acompanha?”, questionou.
Guga também mencionou a plataforma de rifas WePrêmios, que acabou se tornando alvo de críticas após seu lançamento.
Outro tema que ocupou espaço na entrevista foi a divulgação de plataformas de apostas por influenciadores digitais. Para Guga, muitos criadores de conteúdo deveriam adotar mais transparência ao apresentar ganhos financeiros relacionados aos jogos.
Segundo ele, exibir apenas resultados positivos pode transmitir uma percepção distorcida para quem acompanha esse tipo de conteúdo.
“Ela diz que sempre avisa para jogar com responsabilidade. Mas quando foi que mostrou que perdeu? Sempre aparece ganhando R$ 8 mil. Isso cria uma ilusão perigosa”, alertou.
O influenciador também criticou a postura de parlamentares durante a CPI que investigou o mercado de apostas esportivas. Na visão dele, parte das sessões foi marcada por elogios aos convidados em vez de questionamentos mais rigorosos.
“Foi o poste mijando no cachorro. Teve senador elogiando, pedindo foto, dizendo que ela gera emprego. É uma inversão de valores”, declarou.
Na mesma entrevista, Felca também participou da discussão e abordou as consequências enfrentadas por criadores de conteúdo que recusam contratos ligados ao setor de apostas.
Segundo ele, quem opta por não divulgar esse tipo de plataforma frequentemente perde oportunidades profissionais e convites para determinados eventos.
“Quando você não fecha com casa de aposta, não é fechado, algumas portas se fecham na tua cara mesmo, entendeu?”
O influenciador afirmou ainda que considera mais importante o impacto social de suas escolhas do que eventuais prejuízos profissionais.
“Alguns lugares você não é você não pode entrar, com algumas pessoas você não é bem-vindo, você para de ser meio convidado para os lugar, tem esse contratozinho aí, entendeu? Mas sinceramente, cara, é, se a pessoa que é, que, que tá para sucumbir, a pessoa que ainda não apostou. Ela deixar de sucumbir pelo que eu estou fazendo”.
Na sequência, Felca reforçou sua preocupação com pessoas que enfrentam dificuldades relacionadas ao vício em apostas e disse acreditar que sua postura pode ajudar parte desse público.
“Se a pessoa que está sucumbindo, pessoa que está apostando, conseguir deixar de sucumbir, conseguir parar de sucumbir, ou se a pessoa que não sucumbiu, não entrar nisso, e se a pessoa que já sucumbiu, já se ferrou para caramba, já está lascado, tem algum conforto? Para mim umas portinhas fechadas na minha cabeça não tem muito peso não, entendeu?”, disse.
O vídeo voltou a circular amplamente nas plataformas digitais nos últimos dias e reacendeu o debate sobre publicidade, influência nas redes sociais e os limites da responsabilidade de criadores de conteúdo diante de milhões de seguidores.
Famosos
Virginia Fonseca chamou muita atenção na terça-feira, 3 de junho, após uma atitude nas redes sociais que não passou despercebida pelos seguidores. A...
3 de junho de 2026
Virginia Fonseca chamou muita atenção na terça-feira, 3 de junho, após uma atitude nas redes sociais que não passou despercebida pelos seguidores. A influenciadora digital apagou de seu perfil no TikTok uma publicação feita logo após o fim do relacionamento com Vini Jr., fato que rapidamente alimentou especulações sobre uma possível reaproximação entre os dois.
A exclusão da postagem chamou a atenção porque o conteúdo trazia uma mensagem que marcou o momento da separação. Na ocasião, um dia depois do anúncio do término, Virginia publicou a seguinte frase: “Ao longo da minha vida, aprendi a nunca negociar aquilo que, pra mim, é inegociável. Fim”.
Agora, com o desaparecimento da publicação da plataforma, internautas passaram a comentar a possibilidade de uma mudança no cenário entre a influenciadora e o jogador. Então, após o fato virlizar pela internet, muitos usuários fizeram referência à mensagem publicada por Virginia na época do rompimento.
“Foi negociável”, escreveu uma internauta. “Acabou de negociar o inegociável”, comentou outra. Além disso, parte do público associou a exclusão do conteúdo a uma possível retomada do relacionamento. “Deve estar ensaiando a volta”, opinou uma usuária. “Pelo visto negociou”, comentou mais uma pessoa.
Quando o término veio a público, o Portal LeoDias informou que uma discussão durante um jantar em um restaurante conhecido de Madri, na Espanha, teria provocado a crise definitiva entre o casal. Segundo a publicação, durante o encontro, uma notificação apareceu no celular do atleta com a mensagem: “Saudades”, acompanhada de um emoji de coração.
Virginia teria visto o conteúdo rapidamente e, em seguida, questionado quem era a mulher responsável pela mensagem. A conversa logo evoluiu para uma discussão ainda no restaurante. Depois, o desentendimento continuou na mansão do jogador. Fontes ouvidas pelo veículo relataram que Virginia insistiu para acessar o celular do então namorado.
Por outro lado, Vini Jr. negou qualquer envolvimento com a mulher que enviou a mensagem. Ainda, algum tempo depois, Virginia percebeu que a conversa não aparecia mais no aparelho do atleta. A situação aumentou sua desconfiança e contribuiu para o desgaste da relação.