quinta, 04 de junho, 2026
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Donald Trump está sendo criticado por seus adversários por não recusar firmemente o apoio de um ex-líder da Ku Klux Klan e de outros grupos de supremacia branca, David Duke, e por não condenar esses grupos. Duke disse em seu programa de rádio que seria “uma traição” não votar em Trump e, em uma entrevista à CNN na manhã de domingo (28), o empresário desconversou ao ser questionado sobre o assunto.
“Não sei nada sobre isso que você está falando de supremacia branca. Então não sei, eu não sei – ele me apoiou ou o que está acontecendo? Porque eu não sei nada sobre David Duke, não sei nada sobre supremacistas brancos”, disse o pré-candidato republicano ao jornalista Jake Tapper no programa "State of the Union".
O jornalista então lembrou que Trump já havia citado Duke antes, mas o empresário voltou a desconversar. “Eu tenho que ver esse grupo. Quero dizer, não sei de que grupo você está falando. Você não quer que eu condene um grupo sobre o qual eu não sei nada. Teria que dar uma olhada. Se você me mandar uma lista desses grupos, farei uma pesquisa sobre eles e certamente irei reprovar se achar que há algo errado. Você pode ter grupos ali que são totalmente ok – isso seria injusto”, afirmou.
Tapper ainda insistiu, citando a KKK, e Trump afirmou que sequer conhece Duke. “Acredito que nunca o conheci. Tenho certeza. E simplesmente não sei nada sobre ele”, garantiu.
No entanto, David Duke foi citado pelo próprio Trump na sexta passada durante uma entrevista coletiva, quando um jornalista perguntou sobre a declaração do líder racista. “David Duke me apoiou? Ok, tudo bem. Eu desaprovo, ok?”, disse.
Bem antes disso, em 2000, Duke foi citado nominalmente, ao lado de Pat Buchanan e Lenora Fulani, como um dos motivos pelos quais Trump desistiu de tentar uma candidatura à presidência pelo Partido Reformista. “O Partido Reformista agora tem um membro da Ku Klux Klan, o senhor Duke, um neo-nazi, o senhor Buchanan, e uma comunista, a senhora Fulani. Essas não são companhias que desejo manter”, disse o empresário em um comunicado oficial.
Após a repercussão negativa da entrevista na CNN, Trump publicou no Twitter um post com um vídeo de sexta e o seguinte comentário: "como eu disse na coletiva de imprensa na sexta, em relação a David Duke - eu desaprovo".
Adversários
Três outros pré-candidatos republicanos e os dois democratas criticaram a forma como Trump lidou com o assunto na CNN.
“Não podemos ser o partido que indica alguém que se recusa a condenar supremacistas brancos e a Ku Klux Klan. Isso não é apenas errado, isso o torna inelegível”, disse Marco Rubio em um comício em Virginia. “Não me digam que ele não sabe o que é a KKK. Isso é sério”, acrescentou.
Os também republicanos Ted Cruz e John Kasich se manifestaram no Twitter. Cruz escreveu: “Realmente triste. Donald Trump, você é melhor do que isto. Todos deveríamos concordar, o racismo é errado, a KKK é abominável”. Já Kasich postou o link de uma matéria sobre a entrevista de Trump e comentou: “Grupos de ódio não tem espaço na América. Somos mais fortes juntos. Fim da história”.
Os democratas Bernie Sanders e Hillary Clinton se uniram nas críticas a Trump, com Clinton compartilhando um post de Sanders no Twitter que diz: “O primeiro presidente negro dos EUA não pode ser e não será sucedido por um espalhador de ódio que se recusa a condenar a KKK”.
Mussolini
Também no domingo Trump respondeu a críticas por ter publicado no Twitter uma frase do líder fascista Benito Mussolini. "Sei quem disse a citação. Que diferença faz? Se a disse Mussolini ou outra pessoa... É, sem dúvida, uma citação muito interessante", afirmou à NBC.
"É melhor viver um dia como um leão, que cem como um cordeiro", diz a frase, publicada por um perfil que tuita frases do ditador italiano e reproduzida por Trump.
Famosos
Uma entrevista concedida por Guga Figueiredo ao podcast “Inteligência Ltda.” voltou a ganhar força nas redes sociais e reacendeu discussões sobre a responsabilidade...
4 de junho de 2026
Uma entrevista concedida por Guga Figueiredo ao podcast “Inteligência Ltda.” voltou a ganhar força nas redes sociais e reacendeu discussões sobre a responsabilidade de influenciadores digitais na divulgação de produtos e serviços. Durante a conversa, publicada no ano passado, o criador de conteúdo fez duras críticas a Virginia Fonseca e questionou sua atuação em campanhas publicitárias direcionadas aos milhões de seguidores que acompanham sua rotina.
Ao longo do bate-papo, Guga afirmou que a influenciadora acumulou um histórico de divulgações que teriam causado transtornos a consumidores. Por isso, ele contestou o discurso frequentemente utilizado por admiradores da empresária de que sua atuação nas redes sociais beneficia a sociedade.
“A Virginia é mais uma praga pra sociedade do que uma benfeitora”, declarou.
Em seguida, o influenciador elevou o tom das críticas e utilizou uma comparação irônica para definir o que considera uma relação desigual entre a criadora de conteúdo e seu público.
“Ela é o Hood Robin, tira dos pobres e coloca no próprio bolso”, afirmou.
Na entrevista, Guga citou episódios que, de acordo com ele, contribuíram para desgastar a imagem da influenciadora em relação à publicidade digital.
Entre os exemplos mencionados, ele relembrou uma situação em que Virginia divulgou uma empresa posteriormente acusada por consumidores de não entregar produtos vendidos. De acordo com Guga, houve até uma determinação judicial envolvendo uma seguidora prejudicada.
“Ela já foi obrigada judicialmente a ressarcir uma seguidora com um iPhone novo depois de divulgar uma loja que deu golpe. Também fez publi de loja de óculos que lesou centenas de consumidores. É um histórico preocupante”, afirmou em seguida.
Além disso, o criador de conteúdo citou campanhas relacionadas a cosméticos e suplementos que, segundo ele, levantaram questionamentos sobre a eficácia dos produtos anunciados.
As críticas não ficaram restritas aos produtos físicos. Guga também direcionou questionamentos a iniciativas digitais promovidas pela influenciadora.
Entre elas, destacou um curso voltado para pessoas que desejavam construir carreira nas redes sociais. Na avaliação dele, o material foi produzido sem o cuidado esperado pelos compradores.
“Foi gravado todo no mesmo dia, de qualquer jeito. Depois ela apagou tudo e sumiu. Não teve suporte, nem satisfação. Vendeu e tchau”, declarou.
Além disso, ele relembrou uma ação promocional que envolvia fãs e sessões de fotos. Segundo seu relato, participantes teriam pago para participar da experiência, mas o encontro não ocorreu conforme o esperado.
“As pessoas pagaram e ela foi embora. Isso é respeito com quem te acompanha?”, questionou.
Guga também mencionou a plataforma de rifas WePrêmios, que acabou se tornando alvo de críticas após seu lançamento.
Outro tema que ocupou espaço na entrevista foi a divulgação de plataformas de apostas por influenciadores digitais. Para Guga, muitos criadores de conteúdo deveriam adotar mais transparência ao apresentar ganhos financeiros relacionados aos jogos.
Segundo ele, exibir apenas resultados positivos pode transmitir uma percepção distorcida para quem acompanha esse tipo de conteúdo.
“Ela diz que sempre avisa para jogar com responsabilidade. Mas quando foi que mostrou que perdeu? Sempre aparece ganhando R$ 8 mil. Isso cria uma ilusão perigosa”, alertou.
O influenciador também criticou a postura de parlamentares durante a CPI que investigou o mercado de apostas esportivas. Na visão dele, parte das sessões foi marcada por elogios aos convidados em vez de questionamentos mais rigorosos.
“Foi o poste mijando no cachorro. Teve senador elogiando, pedindo foto, dizendo que ela gera emprego. É uma inversão de valores”, declarou.
Na mesma entrevista, Felca também participou da discussão e abordou as consequências enfrentadas por criadores de conteúdo que recusam contratos ligados ao setor de apostas.
Segundo ele, quem opta por não divulgar esse tipo de plataforma frequentemente perde oportunidades profissionais e convites para determinados eventos.
“Quando você não fecha com casa de aposta, não é fechado, algumas portas se fecham na tua cara mesmo, entendeu?”
O influenciador afirmou ainda que considera mais importante o impacto social de suas escolhas do que eventuais prejuízos profissionais.
“Alguns lugares você não é você não pode entrar, com algumas pessoas você não é bem-vindo, você para de ser meio convidado para os lugar, tem esse contratozinho aí, entendeu? Mas sinceramente, cara, é, se a pessoa que é, que, que tá para sucumbir, a pessoa que ainda não apostou. Ela deixar de sucumbir pelo que eu estou fazendo”.
Na sequência, Felca reforçou sua preocupação com pessoas que enfrentam dificuldades relacionadas ao vício em apostas e disse acreditar que sua postura pode ajudar parte desse público.
“Se a pessoa que está sucumbindo, pessoa que está apostando, conseguir deixar de sucumbir, conseguir parar de sucumbir, ou se a pessoa que não sucumbiu, não entrar nisso, e se a pessoa que já sucumbiu, já se ferrou para caramba, já está lascado, tem algum conforto? Para mim umas portinhas fechadas na minha cabeça não tem muito peso não, entendeu?”, disse.
O vídeo voltou a circular amplamente nas plataformas digitais nos últimos dias e reacendeu o debate sobre publicidade, influência nas redes sociais e os limites da responsabilidade de criadores de conteúdo diante de milhões de seguidores.
Famosos
Virginia Fonseca chamou muita atenção na terça-feira, 3 de junho, após uma atitude nas redes sociais que não passou despercebida pelos seguidores. A...
3 de junho de 2026
Virginia Fonseca chamou muita atenção na terça-feira, 3 de junho, após uma atitude nas redes sociais que não passou despercebida pelos seguidores. A influenciadora digital apagou de seu perfil no TikTok uma publicação feita logo após o fim do relacionamento com Vini Jr., fato que rapidamente alimentou especulações sobre uma possível reaproximação entre os dois.
A exclusão da postagem chamou a atenção porque o conteúdo trazia uma mensagem que marcou o momento da separação. Na ocasião, um dia depois do anúncio do término, Virginia publicou a seguinte frase: “Ao longo da minha vida, aprendi a nunca negociar aquilo que, pra mim, é inegociável. Fim”.
Agora, com o desaparecimento da publicação da plataforma, internautas passaram a comentar a possibilidade de uma mudança no cenário entre a influenciadora e o jogador. Então, após o fato virlizar pela internet, muitos usuários fizeram referência à mensagem publicada por Virginia na época do rompimento.
“Foi negociável”, escreveu uma internauta. “Acabou de negociar o inegociável”, comentou outra. Além disso, parte do público associou a exclusão do conteúdo a uma possível retomada do relacionamento. “Deve estar ensaiando a volta”, opinou uma usuária. “Pelo visto negociou”, comentou mais uma pessoa.
Quando o término veio a público, o Portal LeoDias informou que uma discussão durante um jantar em um restaurante conhecido de Madri, na Espanha, teria provocado a crise definitiva entre o casal. Segundo a publicação, durante o encontro, uma notificação apareceu no celular do atleta com a mensagem: “Saudades”, acompanhada de um emoji de coração.
Virginia teria visto o conteúdo rapidamente e, em seguida, questionado quem era a mulher responsável pela mensagem. A conversa logo evoluiu para uma discussão ainda no restaurante. Depois, o desentendimento continuou na mansão do jogador. Fontes ouvidas pelo veículo relataram que Virginia insistiu para acessar o celular do então namorado.
Por outro lado, Vini Jr. negou qualquer envolvimento com a mulher que enviou a mensagem. Ainda, algum tempo depois, Virginia percebeu que a conversa não aparecia mais no aparelho do atleta. A situação aumentou sua desconfiança e contribuiu para o desgaste da relação.