quinta, 04 de junho, 2026
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O 14º episódio da série especial “Embrapa Em Ação” traz uma emocionante reportagem sobre a vida de um boiadeiro raiz no coração do Pantanal. A série, que foca na atuação da Embrapa Pantanal em Corumbá (MS) e nas histórias de pecuaristas da região, desta vez apresenta Lídio José Maria, um veterano da lida boiadeira que dedicou mais de quatro décadas ao trabalho em fazendas da Nhecolândia. Assista ao vídeo abaixo para mergulhar na rica trajetória deste trabalhador incansável e entender mais sobre as comitivas pantaneiras e a gestão do gado.
O Pantanal é uma região rica em tradição e cultura, especialmente quando se trata da vida no campo. Lídio José Maria, com 64 anos, é um exemplo vivo dessa herança. Ele começou sua trajetória no Pantanal com apenas 24 anos, e desde então, tem sido um elemento fundamental no manejo do gado, seja como capataz ou vaqueiro.
O episódio de hoje da série “Embrapa Em Ação” explorou a rotina diária de Lídio, desde o uso do berrante até a complexidade da gestão das comitivas durante a lida.
A rotina de um boiadeiro no Pantanal
Lídio José Maria relata que sua vida tem sido uma jornada de trabalho árduo e dedicação às fazendas da região de Nhecolândia. Com quase 40 anos de experiência, ele detalha como a rotina envolve desde o amanhecer até o pôr do sol, com atividades que vão desde o salgado de cocho até o manejo de grandes comitivas.
O trabalho é intenso e exige um conhecimento profundo do terreno e das condições climáticas, especialmente durante as enchentes que afetam o Pantanal.
O manejo do gado no Pantanal é uma tarefa complexa e requer habilidades especiais para lidar com a diversidade do bioma.
Lídio explica que a equipe deve estar sempre atenta às mudanças nas condições do campo para garantir que o gado seja movido de áreas alagadas para regiões mais firmes, evitando perdas e mantendo o bem-estar dos animais.
Ele destaca que, além do conhecimento técnico, a prática e o caráter de cada boiadeiro são fundamentais para o sucesso das atividades diárias.
Durante sua carreira, Lídio também trabalhou em fazendas no Paraguai, mas foi no Pantanal que encontrou sua verdadeira vocação. Ele conta que a experiência adquirida ao longo dos anos e a confiança dos patrões foram essenciais para consolidar sua reputação como um boiadeiro competente e confiável.
Desafios e aprendizados na lida boiadeira
O trabalho no Pantanal é repleto de desafios, e Lídio compartilha algumas das dificuldades enfrentadas ao longo de sua carreira. Entre elas, a necessidade de se adaptar às condições extremas e imprevisíveis do ambiente pantaneiro, que pode variar rapidamente entre períodos de seca e enchentes.
Ele ressalta a importância de estar sempre preparado e de ter um plano estratégico para lidar com essas variações, o que muitas vezes exige ajustes no manejo do gado e nas atividades diárias.
Outro aspecto importante é a gestão das comitivas. Lídio explica que, dentro de uma comitiva, cada membro tem um papel específico, desde o ponteiro até o cateiro, e a coordenação eficiente entre eles é crucial para o sucesso da lida.
Ele destaca que a comunicação e o trabalho em equipe são essenciais para garantir que todos os bovinos sejam bem manejados e que as atividades ocorram de forma organizada e eficiente.
Além de seu trabalho na lida boiadeira, Lídio também contribui para a parte de ecoturismo da propriedade, coordenando o Recanto Vale do Sol. Ele compartilha algumas dicas sobre como liderar uma equipe e garantir que todos os funcionários desempenhem suas funções corretamente, evitando conflitos e promovendo um ambiente de trabalho colaborativo.
O legado de um boiadeiro pantaneiro
Lídio José Maria representa a essência do boiadeiro raiz do Pantanal, com sua vida dedicada ao trabalho duro e à preservação das tradições pantaneiras. Sua história é um testemunho do comprometimento e da paixão que caracterizam os trabalhadores desta região única do Brasil.
Através de sua trajetória, Lídio nos oferece um vislumbre da vida no Pantanal e das competências necessárias para enfrentar os desafios da lida boiadeira.
O episódio desta série especial é uma homenagem a todos os boiadeiros que, como Lídio, dedicam suas vidas ao trabalho no Pantanal. É uma oportunidade para reconhecer e valorizar a importância desse trabalho e a rica cultura que ele representa.
Meio Ambiente
Acumulados de chuva podem chegar a 50 milímetros, com rajadas de vento superiores a 60 km/h
20 de maio de 2026
O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) renovou o aviso amarelo de tempestades, com acumulado de até 50 milímetros, granizo e rajadas de vento superiores a 60 km/h, nesta quarta-feira (20). Alerta da Defesa Civil Municipal de Campo Grande indica riscos de temporais até quinta-feira.
Segundo o Instituto, há perigo potencial para chuvas entre 20 e 30 milímetros por hora. Os ventos podem ser intensos, de 40 a 60 km/h, mas podem superar estes valores pontualmente. Além disso, há risco de queda de granizo, como já ocorreu em Dourados, Deodápolis, Douradina, Fátima do Sul e Ivinhema neste fim de semana.
A orientação é, em caso de rajadas de vento, não se abrigar debaixo de árvores, porque há risco de queda e descargas elétricas. Além disso, também não é indicado estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. O Inmet também pede para evitar o uso de aparelhos eletrônicos ligados à tomada.
A Defesa Civil da Capital pede à população que redobre os cuidados, especialmente em áreas de risco, evite o trânsito em vias alagadas e procure abrigo durante as tempestades. Em caso de emergências, os seguintes canais deverão ser acionados:
156 – Solicitação de serviços a pessoas em situação de rua;
193 – Ocorrências relacionadas à rede elétrica;
199 – Defesa Civil.
Temporais no fim de semana
O prefeito de Deodápolis, Jean Gomes (PP), decretou situação de emergência após temporal que atingiu a cidade no último fim de semana. O município, localizado a 256 km de Campo Grande, teve cerca de 200 casas destelhadas no último sábado (16).
Segundo o prefeito, 1,5 mil residências foram atingidas por chuvas intensas, rajadas de vento e granizo. Dessas, 200 ficaram em estado grave e necessitam de ajuda nos reparos. Ainda conforme Jean, 35 famílias ficaram desalojadas e precisaram se abrigar em escolas.
O sábado (16) em Dourados também foi marcado por chuvas fortes, ventania e granizo. O temporal estava previsto pelo Inmet. Nas redes sociais, vídeos mostram as pedras de gelo caindo no chão douradense. Além disso, algumas ruas registraram pontos com princípio de alagamento.
Ivinhema também registrou chuva intensa, vendaval e granizo, com acumulado de 98,6 milímetros. Devido ao tempo, muitas casas ficaram danificadas, com telhas quebradas e cômodos alagados. Na manhã deste domingo (17), a Defesa Civil municipal atendeu moradores afetados pela tempestade.
Midiamax
Meio Ambiente
Os acumulados de chuva podem ser significativos
20 de abril de 2026
A previsão do tempo para esta segunda-feira (20) em Mato Grosso do Sul indica um cenário de instabilidade, com sol ao longo do dia, mas aumento de nebulosidade e risco de temporais em diversas regiões do estado.
De acordo com o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), há possibilidade de chuvas acompanhadas de raios e rajadas de vento, principalmente entre segunda (20) e terça-feira (21). A mudança no tempo é influenciada pela formação de um sistema de baixa pressão atmosférica no nordeste da Argentina, além do transporte intenso de calor e umidade e o avanço de cavados meteorológicos.
Os acumulados de chuva podem ser significativos, ultrapassando os 30 milímetros em 24 horas, especialmente nas regiões oeste, sudoeste, sul e sudeste do estado.
Já no nordeste de Mato Grosso do Sul, o tempo tende a permanecer mais firme, com temperaturas elevadas que podem chegar aos 36°C, principalmente entre segunda e terça-feira.
Os ventos devem variar bastante ao longo dos dias, inicialmente entre os quadrantes norte e oeste, passando para o sul a partir de quarta-feira (22), com velocidades entre 40 e 60 km/h, podendo haver rajadas acima desse valor em pontos isolados.
️Temperaturas por região:
Sul, Cone-Sul e Grande Dourados: mínimas de 19°C a 21°C e máximas de 24°C a 32°C
Pantanal e Sudoeste: mínimas de 22°C a 24°C e máximas de 32°C a 34°C
Bolsão, Norte e Leste: mínimas de 20°C a 22°C e máximas de 29°C a 34°C
Campo Grande: mínimas entre 20°C e 22°C, com máximas de até 32°C
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