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Geral
Segundo um morador da região ouvido pelo EXTRA, a região onde Domingos Montagner e Camila Pitanga estavam é de difícil acesso e muito arriscado. "As chances de sobreviver são mínimas", afirmou ele
16 de setembro de 2016
Imagens registradas por um morador da cidade de Canindé do São Francisco, em Sergipe, mostram o desespero de Camila Pitanga momentos após ser tirada da água. A atriz estava acompanhada do ator Domingos Montagner momentos antes de ele morrer afogado nesta quinta-feira, enquanto nadava no Rio São Francisco.
No vídeo, publicado na internet, Camila Pitanga parece não acreditar no que aconteceu. Ela coloca as mãos na cabeça, chora e faz gestos insinuando que Domingos ficou em meio a um redemoinho. Moradores da região tentaram acalmar a atriz para em seguida levá-la até a delegacia local.
Camila Pitanga já havia encerrado o seu depoimento e estava no hotel junto com todo o elenco quando a morte do ator foi confirmada. Segundo um recepcionista, o clima era de tristeza e apreensão no local. "Todos estão muito abalados, chorando", comentou.
Em entrevista ao EXTRA, nesta quinta-feira, Antonio Pitanga, pai da atriz, contou que ela fez uma ligação após o desaparecimento do ator:
— Ela me ligou chorando muito e estava desesperada, dizendo que aconteceu uma tragédia e estavam procurando o Domingos — afirmou.
Depois de gravar cenas da reta final da novela “Velho Chico”, o ator aproveitou a folga junto com a colega de elenco Camila Pitanga, seu par romântico, para dar um mergulho no rio. A correnteza levou o artista, que desapareceu nas águas por volta das 14h30. Segundo informações do coronel Fábio Fonseca Rolemberg, Camila se desesperou, gritando pelo nome do amigo.
Morador conta que Camila Pitanga se agarrou em pedra
Segundo um morador da região ouvido pelo EXTRA, a região onde Domingos Montagner e Camila Pitanga estavam é de difícil acesso e muito arriscado. "As chances de sobreviver são mínimas", afirmou ele.
O morador contou ainda que Camila estava com o ator, mas conseguiu escapar da correnteza: "Eles foram levados da parte mais leve, rasa, para a mais funda, onde tem redemoinhos de água e a correnteza o levou. Ela sentiu também a correnteza, mas conseguiu se agarrar na pedra e esticou o braço ainda para o Domingos para que ele pegasse na mão dela, mas ela disse que ele já não tinha mais forças e ele disse que estava cansado, aí nisso ela se desesperou e não pôde fazer mais nada. Ele desceu o rio".
De acordo com ele, dois salva-vidas muito experientes foram ao local. "Eles disseram que mergulharam várias vezes, tentaram fazer o resgate e não encontrou mais nada. O helicóptero ficou mais de dez minutos e nada de encontrar nem vivo nem morto".
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS