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Vestibular da UEMS teve 21,55% de abstenções neste ano

Prova foi realizada no último sábado e alguns candidatos tiveram problemas com a falta de energia elétrica.

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20 de dezembro de 2022

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CGNews

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A quantidade de abstenções no vestibular da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (Uems), realizado no último sábado (17), foi de 21,55%, ou seja, 1.826 candidatos em todo Estado. Ao todo, foram 12.657 inscrições realizadas, sendo 8.474 pagas. O número foi acima do esperado pela instituição, que contava com 6 mil participantes, como aconteceu em 2021.

O algorismo diz respeito apenas àqueles que não compareceram aos locais de provas, não aos que desistiram de terminar a avaliação por fatores diversos, como o adiamento da prova devido às fortes chuvas.

Em Campo Grande, a UFMS, um dos locais de aplicação da prova, ficou sem energia elétrica por 1h45. Em nota, a Fundação de Apoio à Pesquisa, ao Ensino e à Cultura (Fapec), responsável pelo vestibular, alegou que os candidatos ensalados na instituição, nos blocos Multiuso I e Multiuso II, passaram por interrupção de energia elétrica, por volta das 15h50.

“Naquele momento, caia uma forte chuva na Capital, porém, o motivo exato do desabastecimento ainda está sendo averiguado pela concessionária de distribuição de energia elétrica local, a Energisa. E para evitar que os candidatos que realizavam as provas nestes dois blocos não fossem prejudicados, dada a impossibilidade momentânea de continuidade, em face ao caso de força maior ocasionado pela falta de energia, a Fapec estendeu, especificamente na UFMS, em 45 minutos e em 1h45, respectivamente, o horário para que os vestibulandos do Multiuso II e I, pudessem concluir o exame”, disse.

De acordo com a Fatec, todas as providências cabíveis e possíveis foram tomadas. “Os candidatos foram acolhidos, amparados e informados sobre a situação, sendo-lhes restituído o seu tempo de prova. Imediatamente, a Fapec acionou a equipe de plantão da concessionária para atendimento emergencial. Contudo, é importante destacar que em todos os certames a Fapec encaminha previamente ofício à concessionária, informando sobre a aplicação das provas, solicitando a disponibilidade de uma equipe para atendimento rápido”, completou.

Vestibular - A Uems aplicou prova objetiva e de redação em Amambai, Aquidauana, Campo Grande, Cassilândia, Corumbá, Costa Rica, Coxim, Dourados, Glória de Dourados, Ivinhema, Jardim, Maracaju, Mundo Novo, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas.

A instituição oferta 1.322 vagas em 64 cursos de graduação em diferentes áreas do conhecimento. Em 2023, a Uems completará 30 anos de existência, atuando em 28 municípios de Mato Grosso do Sul, com unidades presenciais e polos de Educação a Distância pela Universidade Aberta do Brasil (UAB).

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS