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Os vereadores de Coxim aprovaram na Sessão Ordinária da última terça-feira (24/05), por unanimidade, o Projeto de Lei Complementar n° 05/2022 que dispõe sobre o reajuste salarial (de 14% para 18%) do Grupo Magistério do Município de Coxim, com efeito retroativo a data de 1º de janeiro de 2022.
26 de maio de 2022
(Hugo Crippa, CMC)
Os vereadores de Coxim aprovaram na Sessão Ordinária da última terça-feira (24/05), por unanimidade, o Projeto de Lei Complementar n° 05/2022 que dispõe sobre o reajuste salarial (de 14% para 18%) do Grupo Magistério do Município de Coxim, com efeito retroativo a data de 1º de janeiro de 2022.
A conquista não atinge o teto concedido pelo Governo Federal (33,24%), e abre chance para um novo diálogo com o executivo ainda este ano para tratar de um aumento gradativo, com possiblidade de reabertura das negociações a partir de agosto.
Lembrando que, com a adequação da nova Reforma da Previdência, o desconto na folha atingiria outros 3% do salário dos profissionais. A votação foi aprovada por todos os parlamentares da Casa, mas com ressalvas.
Os vereadores Abilio Vaneli e Marly Nogueira apresentaram emenda aditiva ao projeto, que também foi aprovada por unanimidade, autorizando o executivo a fazer folha complementar para realizar o pagamento do índice fixado no caput do art. 1º retroativo a janeiro de 2022.
“Essa Emenda aditiva vai trazer mais clareza e segurança. O piso é uma conquista da categoria, e com todo respeito, infelizmente a categoria pegou 18%, mas não está contente com isso. A gestão municipal não demonstrou documentalmente que o município não tem condições de garantir o pagamento dos 33,24%. O Fundeb vem crescendo nos últimos anos vertiginosamente, esse ano a previsão é que Coxim receba R$21 milhões. E esse dinheiro é para aplicar na valorização dos profissionais da educação”, disse Vaneli.
A discussão trouxe outro tema à tona, o realinhamento dos salários dos servidores e a revisão e atualização do Plano de Cargos e Careira de todas as categorias de Coxim, que é uma das justificativas apontadas pelo executivo que impacta na possibilidade de um repasse maior Grupo Magistério.
“Todos nós fomos surpreendidos quando a Lei Federal alcançou um índice de 33,24%, pegou todo mundo de surpresa. Eu estive na ASSOMASUL levando esses dados e pude perceber que nenhum município conseguiu pagar os 33,24%, com exceção de Naviraí que implantou e depois voltou atrás, porque não sustentava pagar. Então não é uma infelicidade de Coxim, é uma realidade de todos os municípios. Costa Rica que é um município Rico, deu 15%”, disse Meira.
Marcinho Souza parabenizou os vereadores pelo empenho nas tentativas de ajudar os servidores da educação.
“Agora são os 18%, mas esperamos que o executivo posso fazer esse aumento gradativo. Um aumento merecidow para esses servidores que passaram dois anos tirando dinheiro do bolso para dar uma educação de qualidade aos nossos alunos em plena pandemia”, completou.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS