quinta, 04 de junho, 2026

WhatsApp

(67) 99983-4015

CÂMARA DE SONORA

A+ A-

Vereador recebe livro escrito por Ari de Oliveira e Silva e exalta vida e histórias do autor

O escritor foi um dos primeiros vereadores eleitos em Sonora, tendo participado da lei orgânica do município como relator.

Icone Calendário

9 de setembro de 2022

Icone Autor

Ana Flávia Dorsa

Continue Lendo...

O presidente da Câmara Municipal de Sonora, Dalmi Alves recebeu em seu gabinete Cláudia Aparecida de Souza Pereira que entregou um exemplar do livro lançado na cidade no mês de julho que conta a história de uma família tradicional, que em meio à pandemia iniciou um livro escrito pelo patriarca, Ari de Oliveira e Silva, mas que foi finalizado pelas filhas Lidiane Maria de Oliveira Capriata, 43 anos, a irmã Laiane Oliveira Silva, de 40 anos, e a esposa Maria Lucinda Silva de Oliveira, de 70 anos.
Filhas terminam livro que por 69 anos Ari sonhou deixar de herança 
Com o título “A Saga da Família Oliveira e Silva” o livro traz histórias das memórias de Ari desde o seu nascimento em Minas Gerais até sua vida adulta no Mato Grosso do Sul. De um jeito descontraído, narrou acontecimentos marcantes, como era o trabalho dos seus avós e dos seus pais, como foi o nascimento dos seus irmãos, filhos e netos, as dificuldades que tiveram e claro, as conquistas. Além disso, ele reuniu fotos dos familiares e informações como nomes, local e data de nascimento.
O escritor foi um dos primeiros vereadores eleitos em Sonora, tendo participado da lei orgânica do município como relator. “Para mim foi um prazer receber este livro, conhecia o senhor Ari, como também muitos membros da família. É uma honra recebê-lo sendo dedicado a mim aos meus”, diz emocionado o presidente.
“Ao ler, passou um filme em minha cabeça, muitas passagens me trouxeram lembranças fantásticas desde a minha chegada em 1981. Ari foi e será sempre muito importante para a nossa cidade, pois sua participação na construção de Sonora é inquestionável. Uma história nunca se esquece e ele está gravado em nossa memória e em nosso coração”, relembra e agradece o presidente.

O LIVRO:
Ari de Oliveira Silva tinha o sonho de escrever um livro para relatar as histórias de sua família e deixar registrado para as futuras gerações. Ele deu início à escrita durante a pandemia, mas morreu antes terminar, pois já vinha lutando contra um câncer metastático e infelizmente teve uma infecção generalizada. Um ano depois, esposa e filhas cumpriram a missão de finalizar a obra e presentear quem ficou.
Em Sonora, Ari foi funcionário de empresa privada, servidor público, secretário de finanças, chefe de gabinete, vereador e até relator da Lei Orgânica do Município, além de outras atividades, como ele disse, foi até motorista da ambulância nas horas vagas. Depois ele se mudou para o Distrito de Quebra Coco, em Sidrolândia e ao se aposentar, veio para Campo Grande.
“Como ele dizia: “as curvas da estrada da vida são invisíveis”. Ele seguiu a estrada dele e nós ainda estamos buscando encontrar o nosso caminho sem a sua presença física”, pontuam Laiane e Lidiane.
 

Geral

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

Continue Lendo...

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

Geral

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

Continue Lendo...

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS