quinta, 04 de junho, 2026
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Na sessão ordinária de terça-feira (14), o vereador João do Posto (PSD) apresentou indicação ao poder Executivo, por intermédio e responsabilidade das secretarias de Saúde e Assistência Social, solicitando um estudo técnico e financeiro para a criação de um banco de leite materno em Coxim e/ou a realização de campanhas para a concreta efetivação deste gesto de amor, que contribui também para a redução da mortalidade infantil.
O parlamentar destacou que o leite materno é muito importante para a manutenção da vida, fazendo com que bebês e crianças se desenvolvam com mais saúde e fiquem protegidos de infecções, diarréias e alergias, por isso não é compreensível que o leite excedente das lactantes seja descartado por não haver um banco de leite em Coxim ou pelo menos um local apropriado para que sejam realizados os procedimentos de coleta, armazenamento e distribuição.
De acordo com o vereador, "um dos objetivos do projeto é oferecer aos recém-nascidos, cujas mães estão impossibilitadas de amamentar, a oportunidade de usufruir dos benefícios do leite materno, além de enfatizar a importância da doação de leite materno humano, sensibilizando a sociedade e divulgando campanhas que mostrem a importância desta doação na promoção da vida dos bebês", justificou João do Posto.
"Na nossa cidade não existe algo do tipo, e tão pouco se houve falar sobre o assunto e todos sabem, principalmente as mães, que este banco de leite materno é necessário. Quantas mães que não produzem a quantidade de leite suficientes para amamentar seus filhos, tem que recorrer a remédios, suplementos e mesmo assim não conseguem suprir a necessidade de seus filhos recém-nascidos, e tem que recorrer à compra de leite. E se for uma família que por muitas vezes sobrevive com um salário mínimo, com suas contas a pagar de água, luz, comprar alimentos, roupas, calçados, remédios, e ainda comprar latas de leite para seu filho pequeno, como fica essa família?", indagou João do Posto.
“A gente precisa conscientizar que o leite que a mãe tira não vai faltar para o seu bebê e que qualquer quantidade é suficiente, com a certeza de que o leite é mais que um alimento, é um tratamento, possuindo todos os nutrientes e anticorpos que colaboram para a imunidade, sendo essencial na recuperação de bebês prematuros, no desenvolvimento físico da criança, na ligação de afetividade entre mãe e filho e na fase adulta incorre em menos riscos de desenvolver doenças", finalizou João do Posto.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS