quinta, 04 de junho, 2026
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Com vacinação eficiente em Mato Grosso do Sul, a maior incidência de casos da Covid 19 atualmente está na faixa etária de 30 a 39 anos de idade (23,3%). É o que mostra o boletim epidemiológico desta segunda feira (14), cujos registros apontam mais 915 novos casos e 40 óbitos registrados nas últimas 24 horas.
De acordo com os dados apresentados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) existem 3.999 amostras em análise no Lacen e mais 8.704 casos aguardando encerramento pelos municípios. A taxa de contágio está em 1,12, e a taxa de óbitos em 2,4. Desde o início da pandemia Mato Grosso do Sul confirmou 314.445 pessoas infectadas, dos quais 7.517 perderam a luta para o coronavírus.

A atual situação preocupa o Governo do Estado que tem feito o possível para preservar a saúde dos sul-mato-grossenses. Na avaliação do Secretário de Saúde, Geraldo Resende as medidas mais restritivas que entraram em vigor no ultimo domingo (13) são o último esforço com a população. "Nossa esperança é a adesão das pessoas às restrições que entraram em vigor no Estado”, declarou, ressaltando que sem a cooperação dos sul-mato-grossenses, o Estado não conseguirá frear o contágio da doença.
Novos registros
Os cinco municípios que registram o maior número de novos casos nesta segunda-feira são: Campo Grande com +498 exames positivos; Dourados +125; Três Lagoas +34; São Gabriel do Oeste +26; Ponta Porã+22. A média móvel de casos está em 1.605 e a taxa de contágio aumentou para 1,12.
Dos municípios que registram óbitos de pacientes com a doença, a capital continua com maior número. Foram 21 mortes registradas em Campo Grande. Em Naviraí 3; Coronel Sapucaia e Três Lagoas 2 óbitos cada. Os demais municípios que perderam um paciente cada são: Anastácio, Bela Vista, Caarapó, Corumbá, Dourados, Jardim, Miranda, Nova Andradina, Pedro Gomes, Ponta Porã, Ribas do Rio Pardo e Sete Quedas.
Conforme o boletim epidemiológico, Mato Grosso do Sul conta com 18.884 casos ativos da doença, sendo 17.679 em isolamento domiciliar e 1.205 pacientes hospitalizados. Desses, 642 em leitos clínicos (429 públicos e 213 privados) e 563 em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (432 públicos e 131 privados).
As quatro macrorregiões do Estado estão com lotação de leitos de UTI acima da capacidade. Campo Grande registra ocupação de 107%, Dourados 104%, Três Lagoas e Corumbá 100%. A lista de espera por um leito de hospital é de 300 pacientes.

Durante transmissão da live nesta segunda-feira, a secretaria adjunta da SES, Christine Maymome destacou mais uma vez a necessidade de respeitar as medidas restritivas. "Estamos enfrentando uma variante que é 2,4 mais transmissível do que as anteriores. Precisamos restringir a mobilidade para que possamos frear o alto número de infecções, hospitalizações e óbitos”, declarou.
Confira o detalhamento do boletim epidemiológico desta segunda-feira, 14 de junho aqui.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS