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Varejo de Mato Grosso do Sul supera média nacional e abre 2025 com alta de 0,4%

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14 de março de 2025

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Midiamax

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O comércio varejista de Mato Grosso do Sul registrou resultados positivos no volume de vendas e iniciou 2025 com um crescimento de 0,4%. Na passagem de dezembro para janeiro, o setor apresentou alta de 0,6%. Com esses resultados o Estado superou a média nacional, que registrou uma leve queda de -0,1% em janeiro, embora tenha se mantido estável.

Conforme a PMC (Pesquisa Mensal de Comércio) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a variação acumulada em 12 meses no Estado ficou em 4,7%, igualando-se ao índice nacional. Já a variação acumulada no ano corresponde a 0,6%.

O estudo, divulgado nesta sexta-feira (14), monitora o desempenho do comércio varejista no país, analisando a receita bruta de revenda de empresas.

No panorama nacional, o setor demonstra estabilidade, mantendo-se apenas 0,6% abaixo do patamar recorde alcançado em outubro de 2024. Em comparação com janeiro de 2024, as vendas do varejo cresceram 3,1%, marcando a 20ª taxa positiva consecutiva nessa comparação.

Comércio varejista ampliado cresce 3,8%

No comércio varejista ampliado — que inclui veículos, motos, peças e materiais de construção — Mato Grosso do Sul registrou alta de 3,8% em janeiro. Os dados mostram que, na comparação com o mesmo mês de 2024, o Estado apresentou leve alta de 0,5% na série com ajuste sazonal, variação que se repete no acumulado anual. No entanto, nos últimos 12 meses, houve uma variação negativa de -1,3%.

Apesar da alta no mês, Mato Grosso do Sul superou a média nacional de 2,3% apenas no comércio varejista ampliado. No acumulado anual, o estado ficou abaixo da média nacional, que atingiu 3,8%.

Alta em 15 das 27 Unidades da Federação

Entre dezembro de 2024 e janeiro de 2025, a taxa média nacional de vendas do comércio varejista foi de -0,1%, com resultados positivos em 15 das 27 Unidades da Federação. Os destaques positivos foram: Amapá (+13,1%), Tocantins (+4,6%) e Mato Grosso (+3,1%). Na lista de estados que registraram recuos estão Sergipe (-3,9%), Roraima (-3,5%) e Alagoas (-2,0%). Já o Espírito Santo registrou estabilidade (0,0%).

Para a mesma comparação, o comércio varejista ampliado teve alta de 2,3% e resultados positivos em 21 das 27 Unidades da Federação. Entre os destaques estão: Amapá (13,5%), Tocantins (10,2%) e Mato Grosso (5,5%). Em contrapartida, seis das 27 Unidades da Federação registraram queda na margem, com destaque para Roraima (-2,7%), Alagoas (-2,5%) e Sergipe (-2,3%).

Frente a janeiro de 2024, a alta de 3,1% das vendas no comércio varejista teve também predomínio de taxas positivas para as Unidades da Federação (23 do total de 27). Os destaques incluem: Amapá (14,3%), Rio Grande do Sul (10,8%) e Santa Catarina (8,3%). Quatro Unidades da Federação alcançaram resultados negativos na comparação interanual, com destaque para: Mato Grosso (-6,8%), Roraima (-5,2%) e Sergipe (-2,0%).

Já no varejo ampliado, a comparação entre janeiro de 2024 e janeiro de 2025 teve resultados positivos em 21 das 27 Unidades da Federação, com destaque para: Amapá (16,9%), Rio Grande do Sul (12,1%) e Santa Catarina (7,8%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram seis das 27 UFs, com destaque pata Maranhão (-6,9%), Roraima (-4,9%) e Mato Grosso (-4,5%).

Setor de materiais de escritório impulsiona crescimento no varejo

No Brasil, quatro das oito atividades do comércio varejista tiveram taxas positivas, e as outras quatro tiveram retrações no volume de vendas. Equipamentos e material para escritório informática e comunicação (5,3%), Combustíveis e lubrificantes (1,2%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,7%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (0,6%) tiveram altas.

Em contrapartida, tecidos, vestuário e calçados (-0,1%), Móveis e eletrodomésticos (-0,2%), Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,4%) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (-3,4%) registraram queda.

Ainda conforme a série com ajuste, as duas atividades do Comércio varejista ampliado também tiveram alta no volume de vendas em janeiro: Veículos, motos, partes e peças (4,8%) e Material de Construção (3,0%).

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS