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Vale Universidade “abriu a porta” para Bárbarah ser efetivada em seu último local de estágio

O primeiro local de estágio pelo Vale Universidade foi a Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul - Funtrab, no setor de contabilidade.

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8 de outubro de 2021

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Joilson Francelino, Subcom

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Oportunidade para ingressar no mercado de trabalho, o Programa Vale Universidade (PVU) segue impulsionando a vida profissional de acadêmicos em Mato Grosso do Sul. É o caso da estudante de ciências econômicas, Bárbarah Thais Benites Alexandre, 24 anos, que no seu último ano de faculdade já foi contratada onde estagiou.

Sem condições de pagar uma faculdade particular, Bárbarah ingressou na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), em 2018, mesmo ano em que se inscreveu no PVU. Ela foi selecionada e, logo no primeiro semestre do curso, começou a estagiar.

O primeiro local de estágio pelo Vale Universidade foi a Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul - Funtrab, no setor de contabilidade. Em 2019, Bárbarah foi designada para a Procuradoria Geral do Estado (PGE), onde adquiriu experiência no setor de cálculo. No mesmo ano, a jovem foi para a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia de MS (Fundect) para trabalhar na prestação de contas. 

Neste mês, Bárbarah foi efetivada na Fundect o que a deixou feliz e surpresa “por ser reconhecida”. “Eu avalio todas as experiências como muito preciosas, elas me ajudaram muito, as pessoas que me supervisionaram, meus colegas de trabalho sempre me ensinaram muito sobre trabalho em equipe, convivência, e mercado de trabalho. Muita coisa que a gente precisa aprender como estagiário, são importantes para a gente levar para a vida”, disse.

Durante seu estágio na Fundect, Bárbarah foi supervisionada pela servidora pública Annia Amélia Barbosa, que também já passou pelo Vale Universidade e viu sua vida profissional decolar com a oportunidade. “Se não fosse o Vale Universidade, eu não conseguiria ter meu nível superior”, disse Annia, formada em biomedicina.

O programa

Com mais de 19 mil acadêmicos já habilitados desde a sua criação, o Vale Universidade proporciona condições para jovens de baixa renda ingressarem no ensino superior. “O Vale Universidade tem sido uma grande oportunidade para os nossos estudantes e também tem se revelado um grande descobridor de talentos promissores. São vários os fatores que levam ao progresso profissional, todos têm seu mérito, mas tenho certeza de que nosso programa de estágio e acompanhamento fazem a diferença na vida dos acadêmicos que passam pelo programa. Seja na Capital, ou no interior do Estado, vamos continuar trabalhando para que sonhos como esse se concretizem cada vez mais”, destacou a titular da Secretaria de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast), Elisa Cleia Nobre.

No Vale Universidade, o Governo do Estado paga até 70% do valor da mensalidade na universidade conveniada, e a instituição oferece dedução de mais 20%, totalizando 90% de incentivo, cabendo ao acadêmico os 10% restantes. Além do benefício social, os acadêmicos passam pelo estágio, sempre realizado em instituições parceiras envolvidas com a área de estudo do acadêmico.

A coordenadora do Vale Universidade, Karla Sandim, destaca que o programa foi criado com a finalidade de proporcionar auxílio financeiro aos acadêmicos de baixa renda, que não possuem condições de arcar com as despesas da sua formação superior. "Por intermédio do estágio nós temos aprimoramento profissional e com repasse financeiro o apoio material necessário para que possam concluir a almejada formação. Vemos que o Programa Vale Universidade desde a sua criação vem alcançando não só o seu objetivo e finalidade regimental mas também proporcionou o fomento econômico com a inclusão desses jovens no mercado de trabalho, são inúmeros relatos e testemunhos que desde de 2015, quando ingressei a equipe técnica do programa temos recebido. Além da realização pessoal e profissional de cada um deles, que é a igualdade na condição de poder disputar uma vaga, levando o progresso não só para o acadêmico e sua própria família, mas também para economia do nosso Estado", disse.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS