quinta, 04 de junho, 2026
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O Ministério do Desenvolvimento Regional reconheceu o decreto de emergência sobre incêndios florestais do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul. Por meio de portaria nº 2.554 publicada hoje (12) no Diário Oficial da União, a Secretaria Nacional de Proteção Civil reconhece o decreto nº 129, de 21 de julho de 2022, do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul.
O decreto de emergência abrange os municípios de Anastácio, Aquidauana, Bodoquena, Bonito, Corguinho, Corumbá, Coxim, Jardim, Ladário, Miranda, Porto Murtinho, Rio Negro, Rio Verde de Mato Grosso e Sonora.
De acordo com o titular da Secretaria de Estado de Produção, Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico e Agricultura Familiar (Semagro), Jaime Verruck, o Governo do Estado por meio do decreto de emergência ambiental no bioma Pantanal, suspendeu toda e qualquer autorização de queima no bioma.
“Isso se deu primeiro em função do baixo nível pluviométrico que nós temos tido na região. Nós estamos com uma seca extrema. Também pelo nível dos rios que estão rapidamente baixando o bioma pantanal e o aumento significativo de incêndios florestais”, salientou.
O reconhecimento, segundo Verruck , facilita as ações que estão sendo tomadas pelo Estado. “A partir do momento que o governo federal faz esse reconhecimento facilita a busca de apoio de estrutura de combate a incêndio florestal, como nós já solicitamos apoio ao Ministério da Defesa, do Meio Ambiente em aeronaves, helicóptero para transporte de tropas. Então isso está sendo discutido. Nós solicitamos 150 horas de voo e isso permite também ao Governo agora apresentar o seu plano de trabalho para Defesa Civil nacional”, pontuou.
Mato Grosso do Sul tem um plano de trabalho estimado de mais de R$ 38 milhões que serão aplicados nas ações de combate a incêndios florestais esse ano no Estado. “Em função disso nós podemos submeter e solicitar parte desses recursos para combate a incêndios florestais através da Defesa Civil do Estado. Então é mais uma importante ação na busca de prevenção, de redução dos incêndios florestais e também na questão do combate ao fogo em MS”, destacou.
Verruck ainda acrescenta que não se faz a prevenção e o combate sozinho. “O Governo do Estado, junto ao Governo Federal e aos produtores rurais está fazendo um grande esforço para que este ano nós tenhamos índices de incêndios menores, mesmo com a situação crítica sob o ponto de vista climático. Temos tempo seco, biomassa disponível e elevadas temperaturas, mas lutamos para conseguir indicadores mais positivos e combater os incêndios de uma forma ainda mais concreta e intensiva no estado de Mato Grosso do Sul”, concluiu.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS