quinta, 04 de junho, 2026
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Há exatamente 1 ano o PIX foi liberado para uso dos brasileirose caiu na graça de todos. Inicialmente visto como uma forma de evitar contato com as cédulas por conta do coronavírus, a nova forma de transferir dinheiro foi bem aceita. Porém, novos golpes surgem a cada dia e é necessário prestar atenção na hora de realizar transações com a nova ferramenta.
Com grande adesão, muitos comércios já deixam estampados o QRCode no balcão, para agilizar o pagamento e evitar confusão. Nesse 1 ano, fazer um PIX já se tornou tão corriqueiro que muitas vezes o usuário faz a transação sem prestar atenção nos detalhes e é, justamente, nessa falha que os golpistas agem.
A facilidade em abrir um aplicativo no celular e transferir dinheiro para alguém sem pagar taxa alguma por isso é o principal gatilho usado pelos criminosos. Um dos golpes mais conhecidos é do WhatsApp, onde o criminoso sequestra o perfil de uma pessoa e aborda seus contatos pedindo dinheiro - via PIX, é claro.
O golpe do Bug do PIX é semelhante a outros conhecidos pela polícia, mas tem uma dinâmica formatada para a ferramenta de transação. Tudo começa com mensagens e até vídeos disparados em redes sociais que afirmam sobre a possibilidade de prêmios serem pagos a pessoas que fizerem transferência via PIX para determinadas chaves. Nem preciso dizer que ninguém recebe esse prêmio...
Clonagem de QRCode também é um golpe muito utilizado por cibercriminosos. Neste tipo de ação, o código é clonado e faz com que o usuário envie dinheiro para outro destino.
Mas, afinal, como se proteger?
Sempre verifique a identidade de quem está solicitando o Pix;
Na hora de efetivar a transação, fique atento: os aplicativos estão cada vez mais fáceis de utilizar e o usuário, muitas vezes, seleciona ‘Confirmar’ sem nem perceber que está transferindo recursos para um nome que não conhece;
Alguns sites já estão adotando pagamento por Pix. Nesse caso, se o usuário estiver em um ambiente falso, o dinheiro vai para a conta do golpista;
É fundamental confirmar o limite disponível para transferência por Pix com a instituição financeira. Às vezes, o próprio usuário comete um erro de digitação e atribui a perda a um golpe;
Usuários que não têm familiaridade com o Pix, podem treinar o uso do recurso. Uma boa ideia é fazer um Pix de R$ 1 para um conhecido para testar a funcionalidade. E, se quiser, pode até pedir o dinheiro de volta, já que o processo é gratuito.
O Bacen também tem uma lista de sugestões importantes. Acompanhe:
Confira os remetentes de e-mails e não acesse páginas suspeitas, com endereços curtos ou com erros de digitação;
Não clique em links recebidos por e-mail, WhatsApp, redes sociais ou mensagens de SMS que direcionam a cadastros de chaves do Pix;
Cadastre chaves do Pix apenas em canais oficiais de bancos ou fintechs;
Em caso de suspeita, procure a equipe oficial do banco;
Após o cadastro, o Bacen envia o código por SMS (se a chave cadastrada for um celular) ou e-mail (se ela for um e-mail). Essa confirmação não vem por ligação telefônica nem por link;
Não compartilhe esse código;
Não faça transferências para conhecidos sem confirmar por chamada telefônica ou pessoalmente. O WhatsApp não é uma boa opção porque pode estar clonado.
Números
Até o dia 31 de outubro, conforme dados oficiais do Banco Central, já haviam sido criadas mais de 348 milhões de chaves PIX no Brasil. A maioria são chaves aleatórias. Em segundo lugar aparecem números de CPF, seguidos por celular, e-mail e CNPJ.

Desse total, mais de 330 milhões são de pessoas físicas. No fim de setembro, o Banco Central registrou a marca de 1 bilhão de transações realizadas via PIX em todo o país. Mais de R$ 500 milhões haviam sido transferidos até o mês passado.
Outro dado interessante liberado pelo Banco Central é que 34% das transações são realizadas por pessoas entre 20 e 29 anos. Outras 31% são de usuários na faixa de 30 e 39 anos. Na sequência estão: entre 40 e 49 anos (18%), entre 50 e 59 anos (7%), mais de 60 anos (3%) e até 19 anos (4%).
Geral
Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.
4 de junho de 2026
Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.
Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.
A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.
No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.
Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.
A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.
Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.
“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.
Geral
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo...
4 de junho de 2026
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.
Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.
Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal