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Uems realiza na próxima semana evento que trata do bem-estar e saúde das pessoas idosas

Na próxima semana será realizado encontro “Universidade da Maturidade: promovendo a educação, saúde e bem-estar intergeracional” em celebração à campanha do Junho Prata, no mês dedicado à conscientização e combate à violência contra pessoas idosas. O evento é promovido pela Uems (Universidade Estadual de Mato grosso do Sul), Unidade de Campo Grande, e a UMA (Universidade da Maturidade).

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19 de junho de 2023

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Comunicação da Uems

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Na próxima semana será realizado encontro “Universidade da Maturidade: promovendo a educação, saúde e bem-estar intergeracional” em celebração à campanha do Junho Prata, no mês dedicado à conscientização e combate à violência contra pessoas idosas. O evento é promovido pela Uems (Universidade Estadual de Mato grosso do Sul), Unidade de Campo Grande, e a UMA (Universidade da Maturidade).

O ciclo de palestras acontece de 26 a 28 de junho, no Anfiteatro do bloco A da Unidade Campo Grande, no período da manhã e terá transmissão on-line via YouTube da UMA/UFT, com palestras dedicadas a falar sobre o envelhecimento saudável e a importância da inclusão da pessoa idosa. Já no dia 30 será realizada Visita técnica das turmas da UMA/UEMS ao espaço "Cidade Escola de Trânsito", do DETRAN/MS.

Estarão presentes no Encontro equipe da UMA/UFT que coordena o programa nacional da Universidade da Maturidade, autoridades do poder executivo do estado, município, do poder legislativo e Receita Federal.

Conheça o Junho Prata

 O Estado de Mato Grosso do Sul instituiu a lei 5.215 em 2018, essa lei estabelece o mês de junho de cada ano como junho violeta/prata, onde temos é realizada uma ampla campanha de enfrentamento à violência contra as pessoas idosas com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre a relevância de combater todas as formas de violência cometida contra a população idosa.

São reunidos esforços visando à conscientização da população sobre a importância do respeito à integridade física e psíquica da pessoa idosa, e feita a divulgação dos meios e dos canais destinados à denúncia ou à representação de condutas que impliquem agressão aos seus direitos.

Dia 26/06 das 09h às 11h 

Envelhecimento saudável - Prof. Dr. Luís Sinésio Neto da UMA/UFT (Coordenação Nacional UMA/UFT)

Mediação: Kátia Juliane

Dia 27/06 das 09h às 11h 

Políticas Públicas para Pessoas Idosas - Sra. Zirleide Barbosa (SubIdosos/SETESCC)

Tecnologia Social e Inclusão da Pessoa Idosa - Profa. Dra. Celi Corrêa Neres (Vice-reitota da UEMS)

Mediação: Leila Machado

Dia 28/06 das 09h às 11h

Educação Intergeracional e Tecnologia Social  

Prof. Dr. Djanires Neto (Gerente da Unidade Campo Grande e Coordenador da UMA/ UEMS)

Prof. Me. Alan Silus (Professor Colaborador UEMS)

Mediação: Raquel Zottos

Dia 30/06 

Visita técnica ao espaço "Cidade Escola de Trânsito" - DETRAN/MS

Turma Matutino - Horário: 9h às 10h30

Turma Vespertino - Horário: 13h30 às 15h

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS