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UEMS investe mais de R$ 13 milhões no biênio 2020-2021 em bolsas e auxílios para estudantes

A Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) tem desenvolvido uma sólida e transparente política voltada ao apoio e à assistência estudantil para discentes da graduação e da pós-graduação.

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19 de outubro de 2021

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Comunicação UEMS

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A Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) tem desenvolvido uma sólida e transparente política voltada ao apoio e à assistência estudantil para discentes da graduação e da pós-graduação. Os números do biênio 2020-2021 confirmam mais de 13 milhões investidos na permanência e no apoio com bolsas e auxilios.

A Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (PROPPI) ressalta que, em 2020, a UEMS concedeu por meio do Programa Institucional de Bolsas aos alunos de Pós-Graduação (PIBAP), da própria UEMS, R$ 1.494.950 milhões no total de 1.801 bolsas de mestrado e doutorado. No ano passado, foram investidos também R$ 2.308.900 milhões referentes a bolsas Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), nos programas de mestrado e doutorado, totalizando mais 1.141 bolsas. Já o Programa de Iniciação Científica (PIBIC) da UEMS, de agosto de 2020 a julho de 2021, pagou R$ 1.204.800 milhões a 251 acadêmicos bolsistas, além das Bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) que no mesmo período contemplaram 86 alunos, com total de R$ 464.400 mil.

Na mesma direção, no que tange a investimentos em bolsas e auxílios, a Pró-reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Comunitários (PROEC) tem se destacado no atendimento de discentes, sob um eixo de trabalho que visa "garantir a assistência, permanência, alimentação e até o acesso à internet no período de aulas remotas a todos os nossos acadêmicos e acadêmicas. Essa foi uma bandeira arduamente defendida tanto pela PROEC, quanto pela própria reitoria de nossa Universidade", destaca a profa. Dra. Márcia Regina Alvarenga, responsável pela pasta.

A afirmação da pró-reitora se materializa em números. De acordo com dados da própria PROEC, a extensão da UEMS forneceu atendimento em várias frentes ao corpo discente da Universidade, a começar pelos atendimentos psicológicos realizados pela DAE (Divisão de Atendimento Estudantil) entre 2019 e 2020 - os dados de 2021 ainda não estão consolidados, pois os atendimentos prosseguem no ano vigente. No período indicado houve um total de 1.817 registros de atendimentos a acadêmicos e acadêmicas.

Sobre as bolsas e os auxílios concedidos pela PROEC, cabe especificar que o Programa Institucional de Atendimento Estudantil (PIAE) garante a oferta de diversos auxílios, sendo: a) Auxílio Permanência; b) Auxílio Alimentação; c) Auxílio Emergencial (duração de 3 meses); d) Auxílio Emergencial de Acesso à Internet (com editais de ampla concorrência e outro específico para estudantes indígenas).

Somente de 2020 a 2021, os valores destinados ao atendimento de estudantes por meio destes auxílios somam aproximadamente R$ 5.776.420 milhões, que beneficiou discentes de toda a UEMS no período referenciado, com cerca de 16.541 benefícios distribuídos a alunos. "Em relação ao ano de 2019 para 2020, especificamente sobre o Auxílio Emergencial houve um aumento de 25%, incluindo os auxílios voltados a estudantes indígenas. Essa é uma informação que merece destaque", informa a pró-reitora de Extensão.

Para além dos auxílios do PIAE, a PROEC ainda oferta bolsas de extensão via Divisão de Cultura, Esporte e Lazer (DCEL) com os editais do Programa Institucional de Cultura, Esporte e Lazer (PIBCEL), que entre 2020 e 2021 contemplaram 18 alunos, com investimento de R$ 86.400 mil no período.  

Já a Divisão de Extensão (DEX), responsável pela elaboração de editais do Programa Institucional de Bolsas de Extensão (PIBEX) no biênio 2020-2021 concedeu 464 bolsas com um total de R$ 2.326.900 milhões no período. Em relação a 2021, tanto as bolsas PIBCEL quanto as bolsas PIBEX estão vigentes desde agosto deste ano e valerão até julho de 2022.

A pró-reitora da PROEC ressalta ainda "que em 2021 foram disponibilizados 1.600 benefícios dentro do PIAE e menos de mil discentes foram contemplados, justamente por que houve redução na procura por bolsas por parte dos estudantes. Ou seja, sobraram benefícios. Em relação ao Auxílio Emergencial, todos os alunos e alunas que buscaram a PROEC, via editais específicos, foram beneficiados, não havendo nenhuma lista de espera, seja para este auxílio ou para os auxílios do PIAE", frisa a profa. Dra. Márcia Alvarenga.

É importante ressaltar que no ano de 2020, durante a grave crise provocada pelo surgimento da pandemia de Covid-19, numa iniciativa institucional que envolveu parceria entre reitoria, gerências de Unidade e demais instituições parcerias, durante a "Campanha UEMS Solidária", foram arrecadadas mais de 15 toneladas em alimentos e itens de higiene, que foram distribuídas à população vulnerável, tendo beneficiado muitos estudantes de diversas Unidades Universitárias. Em 2021, por meio de ações isoladas, algumas gerências prosseguiram com esta iniciativa, que reforça o posicionamento de solidariedade e respeito que a UEMS mantém com seu corpo discente.

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Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias com baixo índice de perdão, mostra CNT

Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.

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4 de junho de 2026

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Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.

Maioria da malha fica entre baixo e médio índice

Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.

A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.

Infraestrutura pública tem pior desempenho

No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.

Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.

Regiões Sul e Sudeste concentram os trechos mais seguros

A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.

Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.

“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.

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Prefeitura de Coxim emenda feriado e mantém apenas serviços essenciais em regime de plantão

A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo...

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4 de junho de 2026

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A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.

Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.

Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal