quinta, 04 de junho, 2026
(67) 99983-4015
Na eleição passada todos os candidatos que passaram por aqui prometeram trazer Medicina para Coxim, mas, por mais uma vez ficamos de fora dos planos. Mesmo com estrutura de hospital e prédio da universidade não teremos o curso à disposição de nossos jovens. Bom, se pensarmos que nem aparelho de hemodiálise, mamografia e leito de UTI foram à nós concedidos, esperar pela Medicina é demais. Quando será que a Região Norte voltará ser vista como área de investimento, própria para projetos de cultura, educação e lazer?
Neste ano o curso de Medicina já contemplou a cidade de Três Lagoas, que terá que construir toda a estrutura para receber os alunos. Em Ponta Porã, o prefeito também já garantiu tudo que for necessário para abrir o curso e até o próximo ano também deve ter Medicina na fronteira. Agora é Campo Grande que já tem dois cursos, terá o terceiro. Uma coisa temos certeza, não temos o curso e nem representantes.
Mas os moradores da cidade morena podem comemorar, pois na tarde de quarta-feira (24), o Conselho Universitário da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), aprovou a criação do curso de Medicina no campus de Campo Grande.
A universidade deve lançar o edital de vestibular para os primeiros 40 acadêmicos de medicina ainda em 2014. Uma vez implantado, o curso levará seis anos na formação de seus primeiros médicos. O número de profissionais formados pela UEMS pode chegar a 60, tão logo a graduação se consolide na entidade.
A obra do novo campus da UEMS custou ao Estado aproximadamente R$ 45 milhões, valor inserido no pacote de investimentos conhecido como MS Forte 2. O campus tem área total de 18 mil metros quadrados, com laboratórios, bloco para atividades administrativas, espaço de convivência, biblioteca central, assim como os cursos de Artes Cênicas e Dança, Geografia, Letras, Pedagoga e Turismo, mestrado em Letras.
A unidade da Capital irá atender 1,8 mil alunos, em sete cursos de graduação, três de mestrado, além da criação do curso de medicina na instituição, que também está previsto para começar as atividades em 2015. O governo espera atender pelo menos 24 mil usuários de serviços de saúde por ano após o sexto ano de implementação da faculdade de Medicina.
O novo prédio da UEMS em Campo Grande já está em fase avançada de construção, e se encontra na rodovia MS-080, na saída para Rochedo, ao lado da Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural), próximo à sede do Detran (Departamento Estadual de Trânsito).
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS