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greve dos correios
Os trabalhadores dos Correios fazem uma paralisação nacional no dia 12 março contra alteração no Acordo Coletivo de Trabalho vigente, com validade até o dia 31 julho.
9 de março de 2018
Assessoria de Comunicação do SINTECT-MS
Os trabalhadores dos Correios fazem uma paralisação nacional no dia 12 março contra alteração no Acordo Coletivo de Trabalho vigente, com validade até o dia 31 julho. O Acordo Coletivo foi assinado pelas duas partes (empresa e representação dos trabalhadores) e foi homologado pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho), porém a direção dos Correios entrou com um pedido de dissídio no TST pedindo alteração na cláusula que trata do Plano de Saúde dos Trabalhadores, com a finalidade de excluir pais e mães do plano. Além disso a empresa suspendeu férias, ao mesmo tempo em que promove demissões através de Planos de Demissão Incentivadas.
“Temos um acordo assinado pela empresa e homologado pelo TST. Agora querem mudar antes do prazo de validade do acordo. Isso é quere mudar o resultado de um jogo depois do jogo ter terminado, o resultado aceito por todos e a súmula assinada” afirma a presidente do SINTECT-MS (Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Mato Grosso do Sul, Elaine Reginal Oliveira. “O que vale então um Acordo Coletivo homologado pelo TST? O desmonte das leis trabalhistas vai chegar ao ponto dos Acordos Coletivos não terem mais validade legal nenhuma?”, questiona.
Segundo Elaine, a paralisação nacional é uma deliberação da Federação Nacional da categoria e visa defender o Acordo Coletivo. “Nossos direitos estão ameaçados. Lamentamos o transtorno que toda paralisação traz para a população. Mas quem defenderá nossos direitos por nós?”
Ela aponta também a contradição do discurso da empresa. “Acabam de revogar as férias de todos os funcionários. Há falta de pessoal em todos os setores. Os atrasos aumentam. Mas ao mesmo tempo a empresa promove demissões. De 124 mil trabalhadores, os Correios tem hoje cerca de 106 mil. Estão desmontando uma estatal que sempre funcionou a contento, estão desmoralizando deliberadamente os Correios para justificar a sua privatização. O que o governo Temer está fazendo é um crime contra o patrimônio da nação para atender interesses empresariais privados”. A paralisação tem início à zero hora do dia 12 de março.
Os trabalhadores dos Correios fazem uma paralisação nacional no dia 12 março contra alteração no Acordo Coletivo de Trabalho vigente, com validade até o dia 31 julho. O Acordo Coletivo foi assinado pelas duas partes (empresa e representação dos trabalhadores) e foi homologado pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho), porém a direção dos Correios entrou com um pedido de dissídio no TST pedindo alteração na cláusula que trata do Plano de Saúde dos Trabalhadores, com a finalidade de excluir pais e mães do plano. Além disso a empresa suspendeu férias, ao mesmo tempo em que promove demissões através de Planos de Demissão Incentivadas.
“Temos um acordo assinado pela empresa e homologado pelo TST. Agora querem mudar antes do prazo de validade do acordo. Isso é quere mudar o resultado de um jogo depois do jogo ter terminado, o resultado aceito por todos e a súmula assinada” afirma a presidente do SINTECT-MS (Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Mato Grosso do Sul, Elaine Reginal Oliveira. “O que vale então um Acordo Coletivo homologado pelo TST? O desmonte das leis trabalhistas vai chegar ao ponto dos Acordos Coletivos não terem mais validade legal nenhuma?”, questiona.
Segundo Elaine, a paralisação nacional é uma deliberação da Federação Nacional da categoria e visa defender o Acordo Coletivo. “Nossos direitos estão ameaçados. Lamentamos o transtorno que toda paralisação traz para a população. Mas quem defenderá nossos direitos por nós?”
Ela aponta também a contradição do discurso da empresa. “Acabam de revogar as férias de todos os funcionários. Há falta de pessoal em todos os setores. Os atrasos aumentam. Mas ao mesmo tempo a empresa promove demissões. De 124 mil trabalhadores, os Correios tem hoje cerca de 106 mil. Estão desmontando uma estatal que sempre funcionou a contento, estão desmoralizando deliberadamente os Correios para justificar a sua privatização. O que o governo Temer está fazendo é um crime contra o patrimônio da nação para atender interesses empresariais privados”. A paralisação tem início à zero hora do dia 12 de março.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS