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Tolerância zero: manutenção da limpeza urbana é dever do todos

Muita gente cobra ações de limpeza dos órgãos públicos, mas se esquecem que a mudança deve começar dentro de cada um dos cidadãos

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6 de agosto de 2014

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Carlos Pires

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O crescimento e o embelezamento de qualquer cidade pode ser notado por alguns atos de comportamento de sua população que precisa de todas as formas estar atenta a tudo o que diz respeito ao desenvolvimento urbano. Em Coxim, por exemplo, são notadas diuturnamente atitudes inconvenientes praticadas por algumas pessoas que não estão nenhum pouco preocupadas com as questões ambientais e jogam lixo em locais inadequados, provocando, além da sujeira, situações desagradáveis com a quantidade de detritos que ficam entulhados em terrenos ou em margens de ruas e rios.
É necessário que o departamento  de limpeza pública do município faça fiscalizações aplicando com rigor a Lei para quem está jogando lixo, restos de construções, galhos de árvores, e até animais mortos em local que deveria estar muito bem arejado. A tolerância reflete na responsabilidade de cada cidadão que tem o dever de zelar pela cidade, antes de cobrar ações, sendo que as intolerâncias precisam de reações imediatas para que Coxim, por exemplo, não mostre aos visitantes, um cartão postal, divergente do que é sua realidade. Todos precisam “vestir a camisa” do zelo, cuidar da cidade, não jogando lixo ou entulhos em locais impróprios. 
Vamos supor que você está em seu carro, tranquilamente, pela cidade e ouvindo uma música legal. E, como a fome não tem hora pra chegar, leva sempre um pacote se salgadinho ou bolacha para socorrer. Após terminar com o lanchinho, você pega a embalagem joga pela janela? Não é? Então, o que fazer com essa sujeira? Ainda mais se você tiver acabado de lavar o carro? Tudo, menos jogá-la na rua. Só por que é feio? Não. Jogar lixo na rua pode causar muitos problemas para você, para o trânsito e para a sociedade de um modo geral.
Esse lixo, somado ao lixo que outras pessoas jogam de seus carros ou dos ônibus, acaba entupindo um bueiro ou “boca de lobo”. Aí já viu, não é? “Seja feito o alagamento” a qualquer chuva que caia. Para você, que está no trânsito, ele vai se tornar mais estressante e perigoso. Para a população em geral, significa ratos e outros animais saindo dos esgotos e a possibilidade de transmissão de doenças como a leptospirose, só para citar um exemplo.
Quer mais? Então lá vai. E a poluição visual? Quer coisa mais desagradável do que andar por uma rua e ela estar cheia de sujeira e lixo espalhados por todo lado? E é muito feio sim olhar para um veículo e ver lixo voando pela janela. E o cheiro de uma rua suja? É bem desagradável, não é? Sem falar que uma sacola plástica ou uma lata de refrigerante, por exemplo, pode ser muito perigoso para os motociclistas, além de poluir e degradar o meio ambiente.
Certos atos de gentileza são extremamente fáceis de praticar. Quer um exemplo que você pode começar agora mesmo? Leve para o seu carro um saquinho para colocar o seu lixo e o coloque em um local que não atrapalhe a direção. Acumule um pouco desses restos e, assim que parar em um lugar esvazie o saquinho em uma lixeira. Pode ser no seu trabalho, na sua casa ou numa lixeira pública. 
Manter o seu carro limpo é importante para ajudar você a ficar mais à vontade ao volante. Outra dica. Procure reutilizar a mesma sacolinha sempre que possível. Assim, você pratica mais uma gentileza com a natureza. Percebeu o quanto ter um simples saquinho no carro pode lhe tornar uma pessoa mais gentil?
Nada justifica então jogar o lixo no chão ou atirá-lo pela janela do carro. Nas ruas, utilize também as lixeiras. Vale andar um pouco mais para dispensar seu pacote de salgadinho ou embalagem do sorvete. E por aí vai.
Muita gente cobra ações de limpeza dos órgãos públicos, mas se esquecem que a mudança deve começar dentro de cada um dos cidadãos. A gentileza nasce dentro das pessoas, e, quando elas querem ser gentis, passam a pensar mais no bem estar dos outros. O exemplo deve partir de cada um de nós. Seja responsável e denuncie aqueles que jogam lixo nas ruas.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS