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TJMS comemora os 150 anos de instalação da comarca de Paranaíba

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, sob a presidência do desembargador Sérgio Fernandes Martins, preparou uma programação comemorativa que será realizada no mês de outubro para registrar o marco temporal.

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19 de setembro de 2024

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Secretaria de Comunicação - [email protected]

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A comarca de Paranaíba chegou aos seus 150 anos de instalação. Esta é a segunda comarca mais antiga do Estado, em funcionamento ininterrupto desde 1874. O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, sob a presidência do desembargador Sérgio Fernandes Martins, preparou uma programação comemorativa que será realizada no mês de outubro para registrar o marco temporal.

A comemoração se inicia com o resgate da história da comarca, que será contada no portal do TJMS e pelos veículos de comunicação. Para o dia 18 de outubro de 2024, às 8h30, no fórum, a administração do TJMS prepara um evento com programação para o dia todo e com a participação do Judiciário, representantes dos órgãos integrantes do sistema de Justiça, autoridades dos outros Poderes e a sociedade paranaibense.

Dentre as ações previstas, está a instalação de um totem de mármore diante do Fórum de Paranaíba, representando os 150 anos de excelência jurídica e registrando o nome de todos os magistrados que atuaram na comarca. No mesmo dia, às 10h30, também serão fixadas placas comemorativas de metal no passeio público, diante do prédio do Fórum e do Museu Histórico Municipal Dico Quirino. São as placas 4 e 5 do programa “Rastros da História”, que conta a passagem do Poder Judiciário no local.

Um selo comemorativo também será lançado como tributo à comarca de Paranaíba e a Assessoria de Gestão Documental e Memória, em parceria com a Secretaria de Comunicação do TJMS, lançará o livro “Rastros da História: 150 anos da Comarca de Paranaíba”. Durante a celebração, também será aberta ao público uma exposição contando a história e fatos pitorescos, além do resgate de processos e documentos importantes.

Outro destaque é a sessão solene na Loja Maçônica Recanto Hospitaleiro, às 16 horas. Também foram enviados convites para os cursos de Direito do município com o intuito de incentivar os acadêmicos a participarem do evento.

Assim como foi realizado no mês de abril em Corumbá, na comemoração da primeira comarca do Estado, será aberta a Cápsula do Tempo, que receberá mensagens, documentos ou pequenos objetos de magistrados, servidores, autoridades em geral, estudantes e cidadãos interessados. Após o evento, a cápsula será afixada em uma parede do fórum e aberta somente em 2074, na comemoração dos 200 anos da comarca. A ideia é fazer um retrato do momento e preservar mensagens deste ano para as futuras gerações. A criatividade fica por conta dos interessados.

Na segunda parte da programação, a comarca de Paranaíba será contemplada com uma Sessão Solene Comemorativa com integrantes do colegiado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Os desembargadores, autoridades estaduais, municipais e membros da comunidade se reunirão para prestar uma homenagem formal à história jurídica da comarca. O evento será palco de discursos reverentes, entregas de honrarias e reflexões sobre a contribuição significativa da comarca para o Judiciário do Estado ao longo dos últimos 150 anos.

Um pouco de história – No dia 19 de abril de 1838, por meio da Lei nº 4, foi elevada à condição de Distrito administrativo subordinado à sede em Cuiabá. Em 1850, o distrito foi incorporado ao município de Corumbá até 4 de junho de 1857, quando foi denominado Sant´Ana do Paranaíba, em homenagem a Nossa Senhora Santana, padroeira do lugar. Foi elevada à categoria de Vila pela Lei nº 5, de 4 de julho de 1857, com o nome de Sant'Ana do Paranaíba e desmembrado de Corumbá. Esta data é reconhecida pela comunidade paranaibense e suas autoridades constituídas como a oficial da sua emancipação política/administrativa.

Mas a história não para por aí. O local foi elevado à condição de cidade com a denominação de Sant'Ana do Paranaíba, pela Lei nº 79, de 13 de julho de 1894.

Antes – A história do Judiciário em Paranaíba remonta ao século XVIII, quando, em 1719, com a descoberta de ouro nas minas do Cuiabá, as autoridades de Lisboa e de São Paulo mantiveram rígido controle sobre duas principais instâncias: a do Fisco e a da Justiça. Em 1724, João Antunes Maciel foi nomeado para o cargo de Regente e Administrador da Justiça, nascendo aí o primeiro embrião do Poder Judiciário de Mato Grosso.

Inicialmente, a comarca de Sant’Ana do Paranaíba pertenceu à de Cuiabá, de acordo com a Lei nº 1, de 30 de maio de 1857. Com a criação da 3ª comarca na Vila de Miranda, em junho de 1858, passou a compreender a nova comarca.

Em agosto de 1864, Sant’Anna do Paranaíba foi elevada, por meio do Decreto nº 3.302, à categoria de juizado municipal, na Província de Mato Grosso. 

A comarca foi criada pela Lei nº 1, de 4 de maio de 1873, e instalada em 1874. Foi elevada para segunda entrância pelo Decreto nº 40, de 23 de dezembro de 1935. A edição do Decreto nº 211, de 12 de novembro de 1938, rebaixou a comarca para primeira entrância. Dez anos depois, a Lei nº 210, de 6 de dezembro de 1948, a elevou novamente para segunda entrância.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS