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TCE promove campanha para ajudar vítimas das enchentes no RS com apoio de artistas de MS

A iniciativa do TCE-MS tem como objetivo sensibilizar a sociedade para arrecadar doações ao PIX Oficial do Governo do Estado do Rio Grande do Sul

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17 de maio de 2024

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Olga Cruz / Tribunal de Contas

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Em socorro às vítimas das enchentes que vêm assolando cidades do Rio Grande do Sul, o Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul agiu rapidamente e deu início a uma campanha para arrecadar recursos em socorro aos irmãos gaúchos. Com apoio de artistas consagrados de MS e da TV Morena, no último sábado (11), a Corte de Contas divulgou o primeiro, de uma série de vídeos que serão veiculados nos meios de comunicação e nas redes sociais.

A iniciativa do TCE-MS tem como objetivo sensibilizar a sociedade para arrecadar doações ao PIX Oficial do Governo do Estado do Rio Grande do Sul para que as autoridades competentes realizem auditoria e assim, façam a correta destinação dos valores doados para socorrer os 460 municípios atingidos pela catástrofe.

Como ajudar

Campanha “SOS Rio Grande do Sul”

Site oficial https://sosenchentes.rs.gov.br/inicial

PIX

CNPJ: 92.958.800/0001-38

Banco do Estado do Rio Grande do Sul ou Associação dos Bancos no Estado do Rio Grande do Sul

*Atenção: quando realizar a operação, confirme que o nome da conta que aparece é "SOS Rio Grande do Sul" e que o banco é o Banrisul.

O vídeo

Para a realização da gravação do primeiro vídeo, o Tribunal de Contas mobilizou uma equipe composta de servidores que agiu rapidamente, contatando e fazendo o convite aos artistas de Mato Grosso do Sul. O desafio de gravar em tempo recorde, foi aceito pelos artistas em solidariedade ao povo gaúcho.

O texto reproduzido pelos artistas é uma adaptação da letra da música “Súplica a Deus ao Povo Gaúcho”, de autoria do artista nativista gaúcho, Wilson Paim, de Alegrete-RS. A Trilha Sonora ficou por conta do músico campo-grandense, Antônio Porto.

Confira os artistas que apoiam a campanha:

A família Espíndola – Tetê, Jerry, Gilson e Geraldo; Rodrigo Tozetti (O Bando do Velho Jack); Guga Borba; Marlon Maciel; Lígia Tristão; Luís Pedro Scalise; Buga Peralta; Munhoz e Mariano; Vitor e Cadu; João Haroldo e Betinho; Loubet; Cleir Ávila; Expedito Montebranco; Nath Barros; Edson Castro; Márcio de Camillo; Guilherme Rondon; Fred e Victor; Maria Cecília e Rodolfo; Victor Gregório e Marco Aurélio, e Patrícia e Adriana.

Para assistir o primeiro vídeo veiculado na TV Morena, dia 11 de maio, e publicado nas redes sociais do TCE-MS, clique no link abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=I5jSJMfev9I

Atualização

Conforme divulgado no site oficial do Governo do Rio Grande do Sul, até esta sexta-feira, 17 de maio, dos 497 municípios que integram o estado gaúcho, a catástrofe provocada pelas chuvas e inundações atingiu 461 cidades, e já acumula a morte de 154 pessoas, e 98 desaparecidos.

Os feridos são 806; pessoas em abrigos 78.165, e os desalojados são 540.192. Pessoas resgatadas dos lugares de risco são 82.666, e até o momento, os animais resgatados acumulam 12.108.

Totalizando 2.281.830 pessoas afetadas pela tragédia.

 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS