quinta, 04 de junho, 2026
(67) 99983-4015
O Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS) marcou presença na 12ª Feira Socioambiental de Bonito, representado pelo engenheiro sanitarista e ambiental Ruhan Charles da Silva Lima. Durante o evento, o servidor ministrou a palestra "Avanços e Desafios da Gestão de Resíduos Sólidos no Estado de Mato Grosso do Sul" em uma mesa-redonda que debateu os desafios da gestão integrada de resíduos sólidos na capital do ecoturismo.
Além do representante do TCE-MS, a mesa-redonda contou com a participação do secretário municipal de meio ambiente de Bonito, Thyago Sabino; do diretor de engenharia e meio ambiente da Sanesul, Leopoldo Godoy; da presidente do Conselho Municipal de Meio Ambiente, Marla Diniz; da especialista em projetos da Eureciclo, Indara da Silveira; e da consultora da Ciclo Azul, Lívia Cordeiro.
Durante a apresentação, Ruhan Lima apresentou um panorama detalhado da gestão de resíduos sólidos no Estado, destacando os principais indicadores municipais, especialmente aqueles relacionados à destinação final adequada e à existência de coleta seletiva de materiais recicláveis. Ele também compartilhou boas práticas observadas no Estado, particularmente no campo da educação ambiental, que é a principal temática da feira.
Os dados apresentados na palestra estão documentados no livro técnico lançado pelo TCE-MS em março de 2024, fruto de um levantamento realizado in loco nos 79 municípios de Mato Grosso do Sul, proporcionando uma visão detalhada dos progressos e desafios na implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) no Estado.
“As discussões da mesa foram abrangentes, cobrindo desde a situação local em Bonito, a compostagem de resíduos orgânicos gerados na região, até os avanços na logística reversa de embalagens, que têm viabilizado a reciclagem do vidro em Bonito e no estado, anteriormente destinado somente aos aterros sanitários”, comentou Ruhan Lima.
A 12ª Feira Socioambiental de Bonito, um marco anual na agenda ambiental do Estado durante o mês de junho, foi organizada pela Prefeitura Municipal de Bonito e pelo Instituto das Águas da Serra da Bodoquena (IASB). O evento ocorreu entre os dias 10 e 12 de junho, oferecendo visitas, palestras, oficinas e apresentações culturais. A feira atraiu turistas, a comunidade local, e principalmente estudantes de escolas públicas e particulares de Bonito, tanto da área urbana quanto rural, além de visitantes de cidades vizinhas.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS