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Geral
Vinte e um adolescentes com idade entre 14 e 16 anos, alunos da Associação Cidade dos Meninos de Campo Grande, participaram durante os últimos 12 meses do Projeto da Corte de Contas.
7 de março de 2024
(Tania Sother/TCE-MS)
O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul, conselheiro Jerson Domingos, participou na manhã de terça-feira, 5 de março, do encerramento de mais uma turma do Projeto de Orientação Profissional Menor Aprendiz.
Vinte e um adolescentes com idade entre 14 e 16 anos, alunos da Associação Cidade dos Meninos de Campo Grande, participaram durante os últimos 12 meses do Projeto da Corte de Contas. Nesse período eles colaboraram com o TCE-MS e puderam aprender um pouco das atividades desenvolvidas no dia-a-dia do Tribunal.
Guilherme Vaes afirmou ter muita gratidão pelo período. “O que eu levo daqui é que sem estudo não vamos a lugar nenhum. Quando eu comecei aqui no TCE as minhas notas eram bem ruins, mas meu chefe sempre cobrava para que isso melhorasse e hoje, minhas notas são muito boas. Sou muito grato por tudo”.
No Projeto de Orientação Profissional, os menores aprendizes cumprem uma jornada de 5 horas diárias no TCE-MS, participam de cursos na Cidade dos Meninos e frequentam a escola regular, sempre com o compromisso de alcançar boas notas e manter um bom comportamento.
Nesse período no Tribunal de Contas eles são acompanhados pelo setor de psicologia. “Buscamos que eles pratiquem o autoconhecimento para que descubram as competências e habilidades e possam evoluir como pessoa e na profissão que, futuramente, escolherem”, explicou a psicóloga Carla Lehn.
Antônio Ramão Marcondes, presidente da Cidade dos Meninos, também esteve presente na reunião de encerramento dessa turma do projeto. “Essa oportunidade é muito importante para esses jovens. Se eles estudarem, se esforçarem, amanhã eles poderão estar aqui trabalhando. É uma porta que se abre. Estamos muito satisfeitos com essa parceria com o Tribunal de Contas”.
“Hoje nós nos despedimos desse grupo que aqui esteve no último ano. Eles deixarão muita saudade em todos os setores onde estiveram, mas fico feliz também que, em breve, receberemos outros jovens que terão também a oportunidade no mercado de trabalho e de aprenderem um pouco aqui no TCE”, afirmou o presidente do TCE-MS, conselheiro Jerson Domingos, ao final da reunião.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS