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Geral
A publicação apresenta uma radiografia atualizada da gestão de resíduos sólidos em Mato Grosso do Sul, resultado de um minucioso levantamento de campo realizado nos 79 municípios do Estado
25 de março de 2024
Olga Cruz / Tribunal de Contas
A 2ª edição dos "Indicadores de Resíduos Sólidos nos municípios de MS" já está disponível para consulta no portal oficial do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul. A publicação apresenta uma radiografia atualizada da gestão de resíduos sólidos em Mato Grosso do Sul, resultado de um minucioso levantamento de campo realizado pelos técnicos do TCE-MS nos 79 municípios do Estado.
Para isso, foram coletados dados que permitem compreender o panorama atual, bem como identificar avanços e desafios enfrentados pelos municípios na implementação de políticas relacionadas à gestão de resíduos sólidos. O material pode ser acessado clicando AQUI

Desde a primeira edição lançada em 2016, os avanços alcançados pelos municípios na destinação final ambientalmente adequada dos resíduos sólidos foram significativos. A nova publicação revela que MS progrediu, saltando de 20% para 87% de seus municípios dispondo seus resíduos de forma adequada. A conquista é fruto do trabalho coordenado pelo TCE-MS, em colaboração com o Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul (MPMS) e o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (IMASUL), em parceria direta com os municípios.

A publicação aponta também que, apesar dos progressos alcançados, alguns desafios que ainda persistem para que os municípios se adequem à Política Nacional de Resíduos Sólidos - Lei 12305/2010.
Entre os desafios, destaca-se a necessidade de fomentar e expandir a cadeia da reciclagem, impulsionando a coleta seletiva, a estruturação e formalização das unidades de triagem e a recuperação de recicláveis, que são fundamentais para garantir a implementação eficiente da logística reversa das embalagens em geral. Verifica-se que apenas 54% dos municípios de MS possuem iniciativas de coleta seletiva de resíduos recicláveis, evidenciando a urgência de ações para correção nesse aspecto.

Outra novidade é que, nesta publicação, foi ampliada a abrangência dos registros abordados em relação à primeira edição de 2016, tratando outros aspectos da gestão de resíduos na forma como determina a legislação ambiental. Dentre os aspectos, destacam-se o manejo dos resíduos de construção civil (RCC), a recuperação dos passivos ambientais dos lixões, a viabilidade econômico-financeira do manejo dos resíduos sólidos e a logística reversa de embalagens em geral.

Em destaque, a publicação apresenta os principais indicadores de cada município em relação à gestão dos resíduos sólidos, fornecendo uma ferramenta valiosa para o monitoramento, planejamento de ações e avaliação das políticas implementadas.

Para o presidente da Corte de Contas, conselheiro Jerson Domingos, é evidente o impacto positivo que o "Projeto Resíduos Sólidos: Disposição Legal e Logística Reversa" tem gerado em MS. Ele destaca que a gestão dos resíduos sólidos representa um desafio significativo para os municípios, sendo de extrema relevância para a qualidade de vida da população, daí a importância da continuação do Projeto na busca para entender melhor a questão e, assim, poder oferecer o melhor apoio aos jurisdicionados.
“A segunda edição da publicação - Indicadores de Resíduos Sólidos nos municípios de MS - representa mais um passo importante na direção do desenvolvimento sustentável em Mato Grosso do Sul. O TCE-MS reafirma seu compromisso em fornecer orientações e o apoio técnico para aprimorar a gestão ambiental em todo o Estado”, concluiu o presidente Jerson Domingos.
Geral
Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.
4 de junho de 2026
Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.
Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.
A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.
No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.
Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.
A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.
Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.
“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.
Geral
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo...
4 de junho de 2026
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.
Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.
Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal