quinta, 04 de junho, 2026
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Dados do Boletim Epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde (SES) revelam que a taxa de contágio da Covid-19 subiu de 0,84 para 0,85 neste fim de semana.
Isto significa que 100 pessoas infectadas transmitem a doença para outras 85. O assessor militar na Secretaria de Estado de Saúde (SES), Alexandre Frahia afirma que o alerta amarelo para Covid-19 acendeu em Mato Grosso do Sul.
“A taxa de contágio teve uma pequena elevação. Com essa elevação já começamos a acender nosso alerta amarelo para que não extrapole esse percentual de 1,00”.
De acordo com o secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, é preciso que a taxa de contágio esteja em menos de 1% para haver sucesso no enfrentamento à pandemia.
Em recorde, a menor taxa de contágio foi de 0,79 em 24 de setembro deste ano e a maior taxa de contágio chegou a bater 1,14 em meados de junho deste ano.
O avanço da vacinação é responsável pela queda da taxa de contágio, casos confirmados, óbitos e internações por Covid-19.
O Estado contabiliza 9.625 óbitos e 375.363 testes positivos desde o início da pandemia, sendo 2 mortes e 253 confirmações no último fim de semana.
As cidades com testes positivos são Campo Grande (228), Dourados (4), Paranhos (4), Iguatemi (3), Costa Rica (2), Miranda (2), Naviraí (2), Nova Andradina (2), Ponta Porã (2), Cassilândia (1), entre outros municípios.
As cidades que apresentaram mortes são Campo Grande e Terenos. A média móvel de óbitos está em 3,6 e a de casos em 124,0.
Existem 72 pessoas hospitalizadas nesta segunda-feira (18), sendo 41 em leitos clínicos (30 público; 11 privado) e 31 em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) (28 público; 3 privado).
A ocupação global de leitos de UTI do Sistema Único de Saúde (SUS) na macrorregião de Campo Grande está em 38%, Dourados em 46%, Três Lagoas 32% e Corumbá 47%.
Existem três pessoas à espera de um leito hoje (18) em Mato Grosso do Sul. Entre os pacientes que aguardam por uma vaga em hospital, duas são da Central de Regulação de Campo Grande e um da Central de Regulação de Dourados.
Vacinômetro
Mato Grosso do Sul tem 77,39% da população vacinada e 62,19% imunizada, de acordo com dados do vacinômetro disponibilizado pela SES.
Das 4.209.455 doses enviadas aos 79 municípios, 3.914.146 foram aplicadas.
A campanha de imunização contra Covid-19 começou em 18 de janeiro de 2020 em Mato Grosso do Sul.
O objetivo é vacinar maior número de pessoas para conter o número de casos, internações e óbitos, além de frear a pandemia.
Sintomas da Covid-19
É possível que o cidadão esteja infectado com o vírus da Covid-19 caso apresente os seguintes sintomas:
-Febre
-Tosse seca
-Perda do olfato
-Perda do paladar
-Falta de ar
-Dificuldade para respirar
-Dor ou pressão do peito
A Secretaria de Estado de Saúde (SES) afirma que o isolamento social, o uso de máscara e álcool gel e a higienização das mãos com água e sabão são medidas imprescindíveis para conter a propagação do novo coronavírus.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS