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Geral
Essa semana o vídeo de uma sucuri “dando o bote” numa camionete, que trafegava na estrada de uma fazenda na região de Campo Grande, causou espanto e teve grande repercussão na internet em várias partes do país e do mundo.
18 de junho de 2020
MS.Gov
Essa semana o vídeo de uma sucuri “dando o bote” numa camionete, que trafegava na estrada de uma fazenda na região de Campo Grande, causou espanto e teve grande repercussão na internet em várias partes do país e do mundo. Uma família de pecuaristas registrou o exato momento da reação da sucuri, com mais de cinco metros de comprimento, e muitas pessoas se impressionaram com a situação.
Segundo Henrique Naufal, idealizador do Projeto Jiboia, atrativo turístico de educação ambiental em Bonito (MS), a serpente (sucuri) não é um animal perigoso se não for provocado. “A ação dela foi exclusivamente de defesa contra a própria camionete, que passou muito próxima de onde ela estava. A ideia de que a sucuri é um animal agressivo é decorrente da bagagem cultural errada sobre elas e isso mexe com o imaginário popular, aumentando ainda mais a imagem negativa desse animal tão imponente e importante para o equilíbrio do ecossistema”, enfatiza.
Para o pecuarista Eduardo Jacintho, foi uma surpresa a reação do animal. “Já a vimos na fazenda umas três vezes, mas foi a primeira vez que a vi fora da água. Ela amedronta pelo tamanho, mas eu não sabia que ela pode ter avançado na camionete porque estava assustada”, comenta.
Ainda segundo Naufal, “os comentários de espanto dos integrantes do veículo na hora em que passam pela serpente são totalmente normais, pois são pessoas leigas no assunto. Mas, mesmo assim, eles desviaram e deixaram o exemplar em paz, livre para seguir sua vida e é isso mesmo que deve ser feito”, explica Naufal, que trabalha com educação ambiental sobre serpentes desde 2004 e cuida esses animais há 37 anos.
não existe casos de Sucuri que tenha se alimentado de seres humanos. Porém, se o ambiente já não tiver condições de oferecer alimento, pode haver ataque com finalidade alimentar. “Mas isso não é comum, já que elas não enxergam os seres humanos como uma presa, mas sim como uma ameaça. Podemos ficar tranquilos, pois não fazemos parte do cardápio delas”, diverte-se.
De acordo com Juliana, a espécie encontrada na fazenda é uma Sucuri-verde (Eunectes murinus) fêmea, uma das maiores espécies de serpentes existentes, só perde em tamanho para uma espécie de Piton. Ela vive em quase toda a América do Sul e são geralmente associadas a ambientes aquáticos, porém podem explorar ambientes terrestres em determinadas ocasiões.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS