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Sindicatos Rurais do Norte apóiam 2ª Feira do Agronegócio

O evento acontecerá no Parque de Exposição Carlos Simão Introvini

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8 de julho de 2015

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Ana Flávia Dorsa

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Nos dias 09, 10 e 11 de julho os sindicatos da Região Norte estarão unidos para a realização da 2ª Feira do Agronegócio. O evento acontecerá no Parque de Exposição Carlos Simão Introvini e reunirá os produtores rurais propondo palestras, exposições e leilões, gerando negócios para a classe.
Para o presidente do Sindicato Rural de Rio Verde, Niuto Pereira de Souza, que também é presidente dos sindicatos da Região Norte e está trabalhando incessantemente para o desenvolvimento dos sindicatos da região, a 2ª Feira do Agronegócio fortalece a classe produtora rural e integra os sindicatos. Para ele, os sindicatos da região passam pelos mesmos problemas, desafios e possuem o mesmo objetivo que com o cooperativismo consegue êxito em suas lutas.
Para ele a feira consolida a união dos produtores da região, e a expectativa é que esta feira supere a de 2014 e assim sucessivamente nos próximos anos. “O trabalho que a Terezinha tem realizado frente ao Sindicato Rural tem sido motivo de orgulho e motivação para todos para produtores e dirigentes sindicais. Juntos podemos fazer mais pela classe, afinal representamos 30% da área do Estado, somos um número considerável.  Temos produtores de trabalham com a cana, soja até a pecuária. Porém temos áreas com potencial pouco aproveitadas”, observa o presidente.
Segundo Souza, as maiores dificuldades que os Sindicatos da Região Norte enfrentam são disparadamente na frente a questão da infraestrutura. “Estamos desassistidos com relação às estradas, as pontes, temos inúmeras propriedades com potencial agrícola, mas não pode ser desenvolvida tendo em vista que nossas estradas e pontes não comportam carretas, caminhões e trafego pesado e isso impossibilita novas atividades além da intensificação da pecuária, corrigindo e adubando áreas degradadas fazendo com que sejam produtivas”, desabafa o presidente que ainda enumera a insegurança rural como um grande problema, pois, há constantes registros de roubos e furtos de produtos de agrotóxicos e bovinos conhecidos como crime abigeato. Outro ponto destacado por ele é a questão do pantanal e do rio Taquari com as inundações decorrentes do assoreamento. 
“São situação complicadas que só conseguiremos conversar com as autoridades se tivermos em conjunto, os 12 sindicatos do norte pensando, assinando, concordando e pedindo junto. Estamos realizando um movimento único no Estado, nenhuma regional tem esse trabalho, somos privilegiados por isso, por entendermos que unidos somos fortes”, ressalta. 
Indignado, o presidente aponta falha no governo no apoio à produção, pois a desatenção com a Região Norte tem sido gritante na sua opinião, desacelerando o desenvolvimento dos municípios. 
“Temos um numero considerável de produtores com terras propícias, com solo adequado, clima ideal, rico em água e falta apenas atenção especial de autoridades para que mostremos nossa potencialidade. Até agora não fomos compensados pela limitação industrial que temos que enfrentar. Estamos à mercê de algo mais sólido que venha motivar nossos produtores. É preciso reconhecer que a atividade rural é importante para a economia. O novo governador sendo um produtor nos traz maiores expectativas. Não tenho duvida que ele será muito importante neste processo de desenvolvimento. Cedemos o Eduardo Riedel que era presidente da Federação de Agricultura e Pecuária para compor sua secretaria e o Reinaldo Azambuja já nos  mostrou atenção especial.  Cremos que esse governo vá olhar para a Região Norte,  acreditamos no seu plano para a região n se tornar um celeiro do Brasil e do mundo” finalizou.  

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS