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Geral
Instituição financeira cooperativa lança Relatório de Sustentabilidade 2022 em que apresenta as principais ações e resultados obtidos ao longo do ano com base nos aspectos ESG .
13 de abril de 2023
da Redação, Gabriela Borsari
O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 6,5 milhões de associados e presença em todas as regiões do Brasil, lança seu Relatório de Sustentabilidade 2022, em que apresenta as principais ações e resultados obtidos ao longo do ano com base nos aspectos ESG (ambientais, sociais e de governança, na sigla em inglês). Conforme a publicação, a instituição destinou R$ 34,2 bilhões em 2022 em linhas de crédito alinhadas à Economia Verde – relacionadas à melhoria do bem-estar das pessoas, à igualdade social e à redução dos riscos ambientais e escassez ecológica. O montante representa um crescimento aproximado de 24% em comparação com 2021.
Entre os destaques dos produtos alinhados à Economia Verde está a liberação de R$ 12,5 bilhões para a Produção Rural Familiar. Também foram concedidos cerca de R$ 8,3 bilhões para a Agricultura de Baixo Carbono e R$ 6,1 bilhões para linhas voltadas à Energia Renovável e Sustentabilidade Ambiental. Vale destacar que o Sicredi utiliza como base a metodologia de taxonomia verde da Febraban, a qual considera critérios setoriais, de linhas e programas de financiamento com benefícios ambientais e sociais, permitindo maior padronização nas mensurações do sistema financeiro nacional.
“O Relatório de Sustentabilidade apresenta as nossas iniciativas referentes a questões ESG de forma transparente, evidenciando o quanto evoluímos em diversos aspectos ao longo de 2022, mesmo período em que comemoramos 120 anos de cooperativismo de crédito no Brasil. O balanço da nossa trajetória e principais ações realizadas demostra que impactamos positivamente não apenas na vida dos nossos mais de 6,5 milhões de associados, mas nas comunidades onde estamos presentes e, consequentemente, na sociedade como um todo, promovendo um ciclo virtuoso de prosperidade”, comenta César Bochi, diretor presidente do Banco Cooperativo Sicredi.
Captações sustentáveisEm 2022, o Sicredi buscou intensificar a captação de recursos para crédito alinhado a sua Estratégia de Sustentabilidade, por meio de emissão de títulos atrelados aos aspectos sociais e ambientais. No período, realizou a primeira emissão de Green Bond junto ao BID Invest, no valor de US$ 100 milhões, com 100% dos recursos destinados ao financiamento de novos projetos de energia fotovoltaica e eficiência energética. Também foi emitida a primeira Letra Financeira Sustentável do mercado brasileiro, com uma captação de US$ 151,4 milhões e recursos convertidos em crédito para projetos alinhados à sustentabilidade.
Outra iniciativa de importante relevância social foi a captação de US$ 100 milhões voltados para o financiamento de micro, pequenas e médias empresas brasileiras lideradas por mulheres, com recursos mobilizados pela International Finance Corporation (IFC), membro do Grupo Banco Mundial, e com participação do BNP Paribas e Sumitomo Mitsui Banking Corporation (SMBC). O financiamento é destinado para aquelas empresas com faturamento anual de até R$ 6 milhões e que tenham mulheres como donas ou sócias detendo mais de 50% do capital social.
Gestão de emissõesAo mesmo tempo em que incentiva e financia projetos sustentáveis de seus associados, o Sicredi atua proativamente para uma gestão ecoeficiente, otimizando o uso de recurso materiais e naturais e com o mínimo de impacto adverso ao meio ambiente. Desde 2020 a instituição tem como premissa a compensação anual de todas as emissões de gases de efeito estufa, mensuradas no Inventário Sistêmico, através da compra de créditos de carbono.
Por meio do apoio a seis projetos de créditos de carbono localizados em diferentes regiões do Brasil, a instituição neutralizou mais de 45 mil toneladas de carbono relativas às emissões calculadas em seu inventário de 2021 e projetadas para todo o ano de 2022. O Sicredi também atuou na redução de emissões, com autogeração de energia fotovoltaica em mais de 500 unidades, evitando 574 toneladas de carbono. Além disso, a partir da liberação de recursos a seus associados em financiamentos de projetos de geração de energia fotovoltaica, foram evitadas as emissões de mais de 35 mil toneladas de carbono.
Desenvolvimento das comunidadesAlém de gerar valor a seus associados, o Sicredi tem como missão contribuir para a melhoria da qualidade de vida da sociedade. Nesse sentido, desenvolve a estratégia de investimento social alinhada aos princípios do cooperativismo. Em 2022, foram destinados R$ 301,3 milhões em investimento social para iniciativas sociais, ambientais, culturais e educacionais, representando um crescimento aproximado de 90% em comparação a 2021. Deste total, R$ 246,4 milhões foram investidos por meio do Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (FATES). Já por meio do Fundo Social, programa em que as cooperativas destinam um percentual do resultado do exercício anterior para apoiar projetos sociais locais, foram investidos R$ 40,3 milhões em 5.171 projetos sociais de interesse coletivo, impactando mais de 5,4 milhões de pessoas.
A instituição também seguiu fortalecendo seus programas de educação, como parte das iniciativas de responsabilidade social da Fundação Sicredi, que apoiam o desenvolvimento local das comunidades, por meio das práticas de educação cooperativa. O Programa A União Faz a Vida, por exemplo, impactou mais de 500 mil alunos de 575 municípios, tendo o envolvimento de mais de 42 mil educadores. O Programa contribui com as escolas no desafio de inovar nos modelos de educação e potencializar os princípios e valores de cooperação e cidadania entre crianças e adolescentes.
Com o propósito de cooperar para uma vida financeira sustentável, foram realizadas mais de 10 mil ações de educação financeira, entre elas, a Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF). As iniciativas impactaram mais de 20 milhões de pessoas dentre os diversos públicos contemplados pelo Programa Cooperação na Ponta do Lápis, programa de educação financeira, em 1.404 municípios.
Além dos benefícios sociais e ambientais, o Sicredi contribuiu com a geração de valor econômico para os associados, colaboradores, fornecedores, parceiros e comunidades onde está inserido. Em 2022, a instituição teve um total de R$ 40,9 bilhões em valor agregado para a sociedade. Esse monte é composto pelo valor econômico direto gerado de R$ 32,6 bilhões – receita que é utilizada para o pagamento de custos operacionais, salários e benefícios dos colaboradores, pagamentos a provedores de capital e ao governo e investimentos comunitários - somado à economia gerada pela utilização dos produtos de crédito do Sicredi em relação aos produtos de outras instituições, com valor aproximado de R$ 8,3 bilhões.
Valor para os associadosNo Sicredi, os associados são os donos do negócio e exercem papel ativo nas assembleias, onde podem acompanhar a prestação de contas, avaliar as ações e iniciativas desenvolvidas, contribuir com sugestões e esclarecer dúvidas. Em 2022, mais de 120 mil pessoas foram capacitadas pelo Programa Crescer, voltado à formação educacional para que as pessoas – associados e não associados - conheçam mais sobre o Sicredi, sua governança, benefícios e diferenciais em relação a outras instituições financeiras. Também foram capacitados mais de 10 mil colaboradores sobre cooperativismo e mais de 7 mil sobre sustentabilidade.
“Nosso balanço não traz apenas números, mas evidencia o impacto gerado na vida das pessoas e de suas regiões, tanto pelo acesso a nossos serviços financeiros quanto por meio de nossos programas e iniciativas. Também demonstra que desenvolvimento econômico e cuidado com os aspectos ESG podem e devem andar juntos. Queremos levar nosso modelo cooperativo a ainda mais pessoas, contribuindo para a construção de uma sociedade mais próspera e gerando desenvolvimento socioambiental para as comunidades”, afirma Romeo Balzan, superintendente de Cooperativismo e Sustentabilidade da Fundação Sicredi.
O Relatório de Sustentabilidade 2022 do Sicredi está disponível em sicredifazadiferenca.com.br/impactopositivo. O documento adota as normas da GRI (Global Reporting Initiative) e SASB (Sustainability Accounting Standards Board) para reportar todo o desempenho em sustentabilidade realizado pela instituição.
Geral
Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.
4 de junho de 2026
Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.
Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.
A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.
No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.
Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.
A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.
Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.
“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.
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A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo...
4 de junho de 2026
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.
Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.
Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal