quinta, 04 de junho, 2026
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Retomada em 2021, após uma pausa em decorrência da pandemia da Covid-19, a Campanha do Agasalho dos Servidores Públicos de Mato Grosso do Sul Aqueça Uma Vida foi encerrada oficialmente nesta sexta-feira (24).
A mobilização dos servidores resultou em 60.842 peças de inverno que serão distribuídas para instituições e assistência social que atendem famílias em situação de vulnerabilidade.
Bastante emocionada com a dimensão que a campanha tomou, a madrinha da iniciativa e primeira-dama do Estado, Fátima Azambuja lembrou que devido às incertezas da pandemia a ação não foi realizada no ano passado, mas que surpreendeu em 2021.

“Mais de 60 mil peças arrecadadas, doadas com carinho, a gente viu o envolvimento de todo mundo. Momentos que estamos passando onde as famílias estão tendo perdas e estão se sentindo esquecidas. E quando a gente chegar a partir da semana que vem em cada residência, em cada família, fazendo essa entrega e levando o nome de cada servidor nosso que batalhou e que conquistou tudo isso, vocês podem ter certeza que estaremos levando muito mais do que agasalho”, destacou reforçando a importância da campanha.
Ao lado da primeira-dama, o governador Reinaldo Azambuja destacou a corrente de solidariedade que se fortaleceu com a pandemia batendo recordes de arrecadação e ampliando ainda mais o número de famílias que serão atingidas.
“São cobertas, roupas, calçados e moletons que se somam aos 80 mil cobertores que nós adquirimos e já distribuímos aos 79 municípios. A palavra é gratidão a todos que se desdobraram para atingirmos esse resultado extraordinário que vai aquecer famílias, levando carinho, levando conforto, levando isso que é o espírito do servidor de Mato Grosso do Sul, da solidariedade e comprometimento”.
A frente da pasta responsável pela condução da campanha, a secretária de Administração e Desburocratização, Ana Carolina Nardes afirmou que a campanha representa a grandeza da solidariedade dos servidores e explicou como será a destinação das doações.
“Atenderemos todas as entidades e instituições que nos solicitaram. Até agora, temos 54 solicitações de doações e fica aqui o meu chamado para que essas instituições e entidades que necessitam desse material nos peçam essa ajuda. Porque é isso que nós fazemos, mais do que arrecadar peças, nosso coração se alegra em fazer com que elas cheguem a quem necessita”.
Participaram do encerramento da campanha Aqueça Uma Vida os secretários, de Governo e Gestão Estratégica, Sérgio Murilo; Casa Civil, Sérgio de Paula; de Cultura e Cidadania, João Cesar Mattogrosso; de Direitos Humanos, Assistencia Social e Trabalho, Elisa Cleia; o Diretor Presidente da Agepan, Carlos Alberto de Assis; além de outras autoridades.
Aqueça Uma Vida
De 2015, quando nasceu a Campanha Aqueça Uma Vida, até 2019 com a ultima edição antes da pandemia, cerca de 117 mil peças de roupas, sapatos, agasalhos e itens de inverno foram doados pelos servidores públicos e entregues a famílias em situação de vulnerabilidade social.
Para formalizar pedido das peças as instituições filantrópicas precisam enviar ofício para a Secretaria de Administração e Desburocratização (SAD) no e-mail: [email protected] .
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS