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Série "adolescência" da Netflix: Uma Reflexão Impactante e necessária para pais e adolescentes

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1 de abril de 2025

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Glenda Melo - Diário do Estado

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As redes sociais fazem parte do cotidiano dos jovens, mas o uso excessivo e descontrolado pode gerar uma relação tóxica com essas plataformas. O desejo de aprovação, a comparação constante e a dependência digital estão entre os principais fatores que prejudicam a saúde mental e emocional dessa geração, recentemente uma série da NETFLIX tem sido muito comentada por abordar o uso excessivo das redes sociais, principalmente pelos jovens, e tudo que o excesso tem trazido de negativo para suas vidas. Adolescência, a nova série sensação da Netflix, fala sobre um assassinato na Inglaterra em que o principal suspeito é um jovem de 13 anos, acusado de matar uma amiga da escola, a série aborda além das redes sociais e internet o relacionamento entre pais e filhos e quanto a ausência da família pode ser determinante na vida dos jovens, e o quanto esse afastamento tem tornado pais e filhos cada vez mais distantes.
A série retrata um dos maiores objetivos dos adolescentes de hoje: SER ACEITO !!!! e quando isso não acontece, ou quando um jovem não consegue lidar com o NÃO ou com a rejeição as mudanças de comportamento começam a ser notadas, ou até mesmo os ataques de raiva e fúria, para conseguir identificar, é preciso observar.
As redes sociais têm o potencial de enriquecer a experiência dos jovens, mas também impõem desafios significativos para a saúde mental, emocional e social. O equilíbrio no uso, aliado à orientação e educação digital, é fundamental para que os jovens possam aproveitar os benefícios e minimizar os efeitos negativos dessas plataformas.
Todos nós pais que já passamos por este processo de tantas mudanças quando nossos filhos saem da infância para adolescência e da adolescência para vida adulta sabemos as dificuldades que existem, grande parte deles se isolam, preferem conversar mais com os amigos a ter que conversar com a família, já não sentem vontade de fazer programas familiares ou saírem com os pais, mas para quais sinais devemos ficar atentos caso a gente comece a perceber uma mudança no comportamento dos nossos filhos?
Procuramos Renan Maia, Psicoterapeuta e Psicólogo Clínico em Coxim, especializado em atendimento de adultos e jovens para nos ajudar entender o que acontece e as relações que levam os jovens a terem esse tipo de comportamento como do Jamie, personagem principal da trama “Adolescência” 
“Ao falar sobre adolescência é importante destacar que é um período extremamente sensível da nossa vida, onde passamos por uma série de mudanças físicas, emocionais, mentais e psicológicas. A mente do adolescente está aberta e sedenta por desafios, coisas que sejam instigantes. Dessa forma a gente precisa tomar cuidado com o tipo de conteúdo que esse adolescente vai consumir, as redes sociais nesse ponto acabam potencializando um aspecto que é: o nicho que esse adolescente consome.
Temos que lembrar que as redes sociais foram moldadas para nos manter o maior tempo possível em conteúdos que sejam do nosso interesse. O adolescente quando começa a pesquisar sobre questões religiosas, políticas ou ideológicas é facilmente levado para os extremismos, as redes sociais acabam potencializando demais esse tipo de conteúdo e o adolescente por ainda estar psicologicamente fragilizado, não ter suporte para lidar com esse tipo de conteúdo, acaba muito muitas vezes aprofundado demais nesses conteúdos e não tem ainda, maturidade para discernir a forma correta de lidar com eles.
Soma-se a isso uma fragilidade social, onde muitas vezes o adolescente não consegue encontrar o seu grupo entre os pares e se sente deslocado ou mesmo incompreendido dentro do círculo familiar. Em outros casos, sequer tem uma relação saudável com este adolescente, o que acaba fazendo com que reproduza comportamentos inadequados, violentos, demasiadamente sexualizados... O que acaba afastando a possibilidade de suporte social e aprofundando o isolamento, abrindo ainda mais espaço para os extremismos propagados nas redes sociais.
Sem sombra de dúvidas a série traz para gente um debate que é importante, sobre como precisamos, cada vez mais, repensar a nossa inserção e a nossa exposição as redes sociais, principalmente o adolescente. Além disso, também o papel da família e dos familiares na formação desse adolescente, desse jovem que cada vez mais tem acesso à informação, porém não sabe o que fazer com ela.” finaliza Renan.
A nossa sugestão é para que jovens e pais assistam a série juntos, para conversar e debater sobre tudo que acontece na trama, além de enriquecer a relação entre pais e filhos pode criar momentos de diversão, fortalecimento da relação e conhecimento. Prepare a pipoca e boa série!!!!!!
 

Geral

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

Geral

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS