sexta, 05 de junho, 2026
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Mato Grosso do Sul tem atraído olhares de citricultores por ser um estado que ainda não tem registro da praga greening, que acomete plantações de laranja. A doença que também é chamada de HBL (huanglonbing) apresenta maturação irregular, redução do tamanho, deformação e queda intensa no fruto.
“É um grande momento para a citricultura em Mato Grosso do Sul. Não tem registro, por isso é a bola da vez”, destacou o diretor-presidente da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro), Daniel Ingold.
A praga está se alastrando nos laranjais dos estados vizinhos, como São Paulo e Paraná, comprometendo a produção. Os dois, inclusive, são os maiores produtores da cultura no país.
No entanto, a preocupação da Iagro são com as mudas irregulares, vendidas por ambulantes. “Quem pode trazer essa doença são aqueles caminhões de muda”, completou Ingold.
Em fevereiro deste ano, a Agência emitiu alerta sobre o risco de comprar e plantar mudas sem origem, que representa perigo para os pomares do Estado.
Investimentos - O grupo Cutrale, de Araraquara (SP), anunciou investimento de R$ 500 milhões no plantio de 5 mil hectares de laranja na Fazenda Aracoara, propriedade localizada às margens da rodovia BR-060, na divisa de Sidrolândia com Campo Grande.
A previsão é de que o projeto alcance com o tempo um raio de 150 km da propriedade, 30 mil hectares plantados.
Além disso, o Grupo Junqueira Rodas também está investindo no setor. Neste mês, começaram o projeto de citricultura em Paranaíba, com a intenção de plantar em 1.500 hectares. Também anunciaram o objetivo de produzir em Naviraí no segundo semestre, com mais 2,5 mil hectares.
Na última sexta-feira (12), o governador Eduardo Riedel assinou um termo de cooperação técnica com a Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus) para impulsionar e promover o desenvolvimento da citricultura em Mato Grosso do Sul, permitindo pesquisas, projetos e troca de experiência para melhorar os resultados neste setor.
Geral
Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.
4 de junho de 2026
Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.
Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.
A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.
No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.
Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.
A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.
Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.
“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.
Geral
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo...
4 de junho de 2026
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.
Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.
Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal