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Sejusp intensifica segurança em todo o MS para o pleito de domingo

Ao todo serão 2.717 policiais, 286 viaturas e quatro aeronaves empregados em reforço às ações.

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4 de outubro de 2024

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(Idest)

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Às 6h de domingo (6) a forças de segurança de Mato Grosso do Sul já estarão todas empenhadas na Operação Eleições 2024, que tem como objetivo a segurança e a tranquilidade da população durante o pleito eleitoral. Ao todo serão 2.717 policiais, 286 viaturas e quatro aeronaves empregados em reforço às ações de policiamento ostensivo, inteligência e resposta rápida nos 79 municípios e 54 zonas eleitorais do Estado - que conta com 2.032.59 eleitores.
A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) detalhou toda a operação nesta quinta-feira (3). Um plano de ação detalhado foi elaborado prevendo reforço do policiamento em locais de votação, apuração e totalização dos votos, fora áreas tidas como estratégicas.
"Além desse grande efetivo, vamos empregar ainda 286 viaturas e teremos a disponibilidade de quatro aeronaves. Equipes especializadas também estarão de prontidão para apoiar em situações críticas que possam ocorrer. Todas equipes estão reforçadas para fazer o melhor atendimento", explica o secretário-executivo de Segurança Pública, coronel Wagner Ferreira da Silva.
O coração da operação será o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), localizado no Parque dos Poderes, em Campo Grande. Ali, polícias Militar e Civil, Rodoviária Federal, Federal, Corpo de Bombeiros e Defesa Civil estarão integrados.
Através do CICC será possível monitorar em tempo real toda a atividade policial e tomar decisões estratégicas para garantir a segurança da população. A expectativa é que este ano o pleito eleitoral seja tranquilo, assim como foi o anterior.
"Na Capital e cidades onde existe delegacia da Polícia Federal, quem identificarmos como infrator eleitoral, vamos encaminhar para lá. Onde não há, essa pessoa vai para a Polícia Civil. São 600 policiais civis empenhados em todo o Estado", comenta o coordenador da operação na Polícia Civil e diretor do DPE (Departamento de Polícia Especializada), Ivan Barreira.
Entre as principais ações a serem realizadas estão o reforço do policiamento preventivo e repressivo em locais de votação, vias públicas e estações de transporte, ações de inteligência com constante monitoramento de informações para prevenir e combater crimes eleitorais, fora o emprego de equipes especializadas para atender a ocorrências de média e alta complexidade com agilidade, e o apoio de aeronaves para monitoramento e atendimento às emergências.
"Toda preocupação em termo de segurança foi muito bem planejado, um comando integrado, e a Polícia Militar vai atuar em massa. Todo grande evento escalamos extraordinariamente nosso efetivo para manter a segurança. Nos desdobramos e empregamos todo o efetivo", conta o comandante-geral da PM, coronel Renato dos Anjos Garnes.
O comandante ainda revela que de um total de 1.041 pontos de votação em Mato Grosso do Sul, a segurança de 893 estarão sob a responsabilidade direta da Polícia Militar. "Além do 190, o cidadão pode usar o 181 para fazer as denúncias. Ele não precisa se identificar e nós repassamos para a unidade que vaicuidar do caso, seja Polícia Federal, Civil ou Militar. O objetivo é coibir esse tipo de crime", completa o coronel.
A operação terá foco na prevenção e repressão de crimes eleitorais, como boca de urna, compra de votos e coação eleitoral. As forças de segurança estarão atentas a qualquer tipo de irregularidade e atuarão de forma enérgica para garantir a lisura do processo eleitoral.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS