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Geral
A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), por meio da Polícia Militar, realiza nesta quarta-feira (20.5), às 15 horas, na sede do Ministério Público Federal de Dourados, a doação de três veículos para os Conselhos Comunitários de Segurança (CCS) das aldeias douradenses Bororó e Jaguapiru e na aldeia Teykue, em Caarapó. Os veículos deverão auxiliar os conselheiros no desenvolvimento de ações de polícia comunitária no combate à criminalidade nas regiões.
20 de maio de 2020
MS.Gov
A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), por meio da Polícia Militar, realiza nesta quarta-feira (20.5), às 15 horas, na sede do Ministério Público Federal de Dourados, a doação de três veículos para os Conselhos Comunitários de Segurança (CCS) das aldeias douradenses Bororó e Jaguapiru e na aldeia Teykue, em Caarapó. Os veículos deverão auxiliar os conselheiros no desenvolvimento de ações de polícia comunitária no combate à criminalidade nas regiões.
Segundo o coordenador da Coordenadoria de Polícia Comunitária, coronel PMMS, Carlos de Santana Carneiro, a doação dos veículos vai permitir que os presidentes de cada conselho fiquem mais próximos de suas comunidades. “Vai permitir o apoio para que possam buscar ações para a redução e a prevenção da criminalidade, além de desenvolverem ações sociais nas comunidades indígenas”.
O evento acontece na sede do Ministério Público Federal (MPF/MS), em Dourados, porque foi o local que deu o start nas reuniões para que se chegasse a essa parceria com o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul por meio da Sejusp. “Esse compromisso veio desde junho do ano passando, quando foram instituídos os Conselhos Comunitários de Segurança nas Aldeias Indígenas”, explica coronel Santana.
“Essas viaturas foram doadas para os primeiros conselhos que foram criados para atender essas comunidades indígenas. Os veículos foram reformados, restaurados e adesivados. Esses conselhos são formados por indígenas e nós respeitamos cada nação deles e todos foram capacitados”, explica o secretário de Justiça e Segurança Pública, Antonio Carlos Videira.
Os três veículos estão avaliados em R$ 160 mil reais. Em razão da pandemia do coronavírus, o evento vai ser fechado, contando com apenas com representes da Sejusp, MPF/MS e dos conselhos indígenas.
Conselhos Comunitários de Segurança
Os Conselhos Comunitários de Segurança (CCS) são grupos de pessoas do mesmo bairro ou município que se reúnem para discutir, analisar, planejar e acompanhar a solução de seus problemas comunitários de segurança, desenvolver campanhas educativas e estreitar laços de entendimento e cooperação entre as várias lideranças locais.
A criação dos conselhos é uma das várias ações do Governo do Estado para atender os indígenas. Em 2015, ao assumir o cargo, o governador Reinaldo Azambuja criou a Subsecretaria Estadual de Políticas Públicas para População Indígena. Dentro da política de transversalidade entre as secretarias, praticamente todas têm ações específicas para as comunidades indígenas.
Segundo levantamento do Ministério da Saúde, Mato Grosso do Sul possui uma das maiores populações indígenas do Brasil, com mais de 80.841 mil pessoas morando em 78 aldeias de oito etnias: Atikum, Guarani Kaiowá, Guarani Ñandeva, Guató, Kadiwéu, Kiniquinau, Ofaié e Terena.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS