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Segurança na fronteira agora é defendida por MS, DF e mais 8 estados do país

Reinaldo cobra efetiva instalação do Sisfron

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22 de agosto de 2016

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Midiamax

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Subiu para dez as regiões brasileiras que se juntaram ao pacto interestadual de segurança pública integrada, modelo de gestão criado com a intenção de reforçar o policiamento nas fronteiras, a de Mato Grosso do Sul uma delas. A informação foi divulgada na última sexta-feira (19),.em Bonito, onde ocorreu o Fórum de Governadores Brasil Central. 

Na prática, isso significa que, além do governador do Distrito Federal, nove governadores de Estados vão pressionar o Governo Federal por investimentos no combate ao tráfico de drogas e armas, principalmente, em regiões como fronteira com o Paraguai e a Bolívia. Uma das estratégias dos governadores é mobilizar o Congresso para tirar a ideia do papel.

Atua agora na corrente pela segurança na fronteira os estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Rondônia, Tocantins, Maranhão, Distrito Federal, Minas Gerais, Bahia e Amazonas. Antes do evento em Bonito, onde também se discutiu programas econômicos, eram cinco às regiões interessadas em projetos ligados à segurança na fronteira.

Muro tecnológico 

O governador de MS, Reinaldo Azambuja (PSDB), um dos mais entusiasmado com o pacto federativo, inédito em se tratando de proteção terrestre de fronteira, disse que defende a proposta por razões óbvias: “não somos [Brasil] produtores de cocaína nem de maconha. Qualquer país que cuida de sua fronteira usa as forças federais. E a segurança em nossas fronteiras está desestruturada há tempos, por isso que precisamos criar um pacto pelo desenvolvimento de segurança”, disse Azambuja.

A grande aposta do governador sul-mato-grossense é a implantação do Sisfron (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras). 

Esse sistema, já trabalhado em MS como plano piloto desde 2014, é composto por aparatos tecnológicos capazes de vigiar toda a faixa de fronteira por meio de veículos aéreos não tribulados, por exemplo. Daí o nome de muro tecnológico.

“Hoje temos várias torres instaladas [em MS entre as cidades de Mundo Novo e Bela Vista]. São aparelhos monitorados via satélite. O que não pode é contingenciar os recursos”, opinou Azambuja.

O Sisfron tem sido debatido no Brasil desde 2013 e foi desenvolvido pelo Exército. Em fevereiro deste ano, o projeto, mesmo sem funcionar, foi mostrado em evento promovido em Dourados, a países estrangeiros, como os árabes. 

Naquele mês, o governo federal já divulgava a dificuldade financeira em por logo o plano em ação.
Informações do Exército revelam que o Sisfron deve agir, por completo, em toda a faixa de fronteira do país, extensão de 17 mil quilômetros. A fronteira de Mato Grosso do Sul com a Bolívia mede 386 km; com o Paraguai, 1.131 km.

Dinheiro
O Secretário de Estadual de Justiça e Segurança Pública, José Carlos Barbosa, disse que o Estado vai cobrar também do governo federal um repasse mensal de R$ 11 milhões. O valor, segundo ele, equivale ao que ao MS gasta com presos que deveriam estar sob custódia federal.

"Dos 15 mil presos aqui no Estado, 6 mil, ou 40% da população carcerária, foram detidos por crime ligados ao tráfico de drogas e cuidar disso não seria tarefa nossa”, afirmou o secretário.

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Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias com baixo índice de perdão, mostra CNT

Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.

Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias com baixo índice de perdão, mostra CNT

4 de junho de 2026

Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias com baixo índice de perdão, mostra CNT

 

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Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.

Maioria da malha fica entre baixo e médio índice

Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.

A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.

Infraestrutura pública tem pior desempenho

No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.

Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.

Regiões Sul e Sudeste concentram os trechos mais seguros

A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.

Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.

“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.

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Prefeitura de Coxim emenda feriado e mantém apenas serviços essenciais em regime de plantão

A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo...

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4 de junho de 2026

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A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.

Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.

Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal