quinta, 04 de junho, 2026
(67) 99983-4015
A Secretaria Municipal de Saúde informa que a cada bimestre realiza o Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti - LIRAa -, um mapeamento dos focos de mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus, seguindo determinação do Ministério da Saúde. A partir desse mapeamento, é possível identificar os criadouros predominantes e a situação de infestação do município, permitindo o direcionamento das ações de controle para as áreas mais críticas. Há de se ressaltar que o Brasil, por ser um país tropical, com altas temperaturas, é ambiente propício para o mosquito. O ciclo do mosquito – que em temperaturas amenas demora 30 dias – pode ser reduzido para 12 dias nas épocas de calor. Isso significa um aumento direto na população do vetor. O LIRAa 3º ciclo, que estamos divulgando hoje em anexo a esta nota, revela que mesmo com o constante trabalho de orientação e conscientização, nosso município ainda mantém índices que merecem atenção, mantendo-se em situação de alerta para possível risco de epidemia. Os bairros que nos ciclos anteriores estavam com risco alto mudaram a classificação para médio ou baixo, enquanto outros que estavam com risco baixo ou médio, aumentaram. Por exemplo, no 1º ciclo, o bairro Santa Maria era o único com risco classificado como alto. Já no 2º e 3º manteve-se em baixo risco, devido à ação concentrada por parte de nossas equipes junto a população. 2 O Centro de Controle de Vetores (CCV) de Coxim tem como principais atividades no combate ao mosquito a visita domiciliar, a borrifação/atomização de inseticidas em locais onde são registrados casos notificados de dengue, a coleta de pneumáticos para seu destino final, além de mutirões e ações de educação em saúde envolvendo a comunidade. O CCV conta com 20 servidores que trabalham continuamente, além dos agentes comunitários que visitam todos os dias as casas orientando os moradores e procurando focos de larvas do mosquito. A equipe visitou quase 12 mil imóveis - dentre residências, terrenos baldios, comércios, entre outros - de janeiro a abril deste ano. Desses imóveis, 264 continham focos de larvas do mosquito. Nesse período, foram eliminados mais de 18 mil possíveis depósitos de larvas nessas visitas. Quase 800 quarteirões receberam mais de 500 litros de inseticida pulverizados com o fumacê dentro do município. Além disso, o CCV tem uma equipe de educação em saúde - o Educa Vetores - que realiza palestras e atividades lúdicas em escolas e creches orientando a comunidade escolar sobre o combate mecânico aos focos do mosquito, enfatizando na conscientização por meio da informação. A maioria dos focos está dentro dos quintais das residências: vasos de plantas, vasilhames de animais de estimação, ralos e caixas d'água destampados, calhas entupidas, entre outros. As ações e alertas de combate ao mosquito realizados pelo CCV e pela Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica são noticiados costumeiramente no site da prefeitura de Coxim e nas redes sociais facebook e whatsapp. A Secretaria Municipal de Saúde recebe denúncias de locais com focos ou suspeita de focos pelo CCV 99646 7023 e pela Vigilância Sanitária 99962 3170. 3 Reforçamos ainda a necessidade por parte dos cidadãos de realizarem a varredura em seus imóveis, habitados ou não, para eliminar possíveis focos do mosquito e contarem com o apoio de nossos agentes.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS