quinta, 04 de junho, 2026
(67) 99983-4015
Em uma importante agenda voltada ao fortalecimento das políticas públicas educacionais de Coxim, a secretária municipal de Educação, Marly Nogueira, esteve recentemente em Campo Grande para uma reunião com a coordenadora da seccional da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (UNCME-MS) e vice-presidente da região Centro-Oeste, Leli Gomes.
O encontro teve como pauta central a reativação do Conselho Municipal de Educação de Coxim, criado em 1997, mas atualmente inativo. A iniciativa integra uma estratégia do município para garantir maior eficiência, autonomia e transparência na condução das políticas públicas educacionais, assegurando a participação democrática da sociedade nas decisões que envolvem o ensino no município.
“A educação é o caminho mais sólido para o desenvolvimento de uma cidade. E esse fortalecimento precisa começar pelo diálogo e pela escuta. Reativar o Conselho é dar voz aos profissionais, às famílias, aos estudantes e à sociedade civil organizada. É construir juntos”, destacou a secretária Marly Nogueira.
O Conselho Municipal de Educação é um órgão de caráter deliberativo, normativo, consultivo e fiscalizador. Sua atuação contribui diretamente para a formulação e avaliação das políticas educacionais, acompanhando a execução do Plano Municipal de Educação, orientando a rede de ensino e garantindo a efetivação do direito à educação de qualidade. A reunião com Leli Gomes também serviu para alinhar as etapas necessárias para a reestruturação legal e operacional do Conselho, que envolverá ações como a atualização de leis, nomeação de conselheiros e formação continuada para os futuros membros.
Segundo a secretária Marly, o objetivo é que o novo conselho seja reativado ainda este ano. “Nossa meta é fazer com que o Conselho funcione com autonomia, responsabilidade e representatividade. Queremos que ele seja um espaço de diálogo permanente, acompanhamento das políticas públicas e promoção da equidade na educação”, reforçou.
A coordenadora da UNCME-MS, Leli Gomes, enfatizou a importância do compromisso político com a gestão democrática da educação: “A reativação do Conselho em Coxim é um passo estratégico. É por meio dele que o município poderá pensar, planejar e executar ações com mais eficiência e legitimidade.”
Além de ser uma instância de controle social, o Conselho tem papel crucial na promoção da qualidade do ensino, acompanhamento da aplicação de recursos públicos e monitoramento das metas educacionais estabelecidas em âmbito local e nacional.
A reativação do Conselho Municipal de Educação de Coxim se insere em um momento em que o país todo busca consolidar políticas de estado para a educação, com base na escuta das comunidades escolares e na gestão transparente dos recursos. O movimento demonstra o compromisso da gestão municipal com uma educação pública mais justa, inclusiva e de qualidade para todos. (Glenda Melo - Diário do Estado)
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS