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Geral
O medo irracional de conduzir ou de estar dentro de um veículo tem um nome e se chama amaxofobia e pode ser virtualmente incapacitante. Se você está passando por esta fobia ou se conhece alguém nesta situação, é essencial que esteja a par das causas, dos sintomas e do tratamento, sim, ele existe, vamos falar tudo que você precisa saber para lidar com este problema da melhor forma e em segurança.
13 de maio de 2022
Glenda Melo, Diário do Estado
O medo irracional de conduzir ou de estar dentro de um veículo tem um nome e se chama amaxofobia e pode ser virtualmente incapacitante. Se você está passando por esta fobia ou se conhece alguém nesta situação, é essencial que esteja a par das causas, dos sintomas e do tratamento, sim, ele existe, vamos falar tudo que você precisa saber para lidar com este problema da melhor forma e em segurança.
Existem situações que podem levar o condutor ou passageiro a desenvolver amaxofobia, veja algumas delas:
Acidentes traumáticos: Um indivíduo que esteja envolvido ou que testemunhe algum acidente, pode desenvolver um trauma por associação. O medo de que a situação se repita ou de que aconteça consigo pode prolongar-se e agravar-se, dando origem à amaxofobia. Companheiros de viagem ansiosos: A forma como as pessoas que viajam conosco condutores e passageiros se comportam tem uma grande influência na segurança que sentimos dentro do veículo. Assim, um instrutor de condução agressivo, um passageiro ansioso ou um condutor com episódios de pânico podem contribuir para o desenvolvimento desta fobia.
Problemas de ansiedade: Pessoas com distúrbios nervosos ou problemas de ansiedade têm uma maior tendência a desenvolver medo de conduzir.
Stress durante a condução: Episódios de stress durante viagens de carro ou outros veículos podem também desencadear a amaxofobia, é o caso de discussões entre condutores, condições meteorológicas adversas ou situações de quase acidente ou atropelamento. Exposição mediática: Alguns indivíduos desenvolvem medo de conduzir ou de estar dentro de um veículo a partir de notícias, histórias ou filmes que envolvam acidentes de trânsito violentos.
Falta de prática: Por vezes, a amaxofobia afeta indivíduos que estão tirando a carteira de habilitação, ou que a tenham obtido há pouco tempo. Nestes casos, o medo de conduzir resulta da insegurança ou sensação de falta de controle e as aulas extras podem ser benéficas. Como tratar a amaxofobia? As fobias são tratadas de forma geral com terapia. O medo de dirigir pode ser tratado, a Terapia Cognitivo Comportamental é uma maneira eficiente de tratamento. Ela é realizada por meio de técnicas de desestabilização, exposição gradual ao medo e psicoeducação.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS