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Geral
A iniciativa visa promover uma malha viária mais eficiente, que contribua com o desenvolvimento da área rural, simplificando a vida das pessoas que moram e trabalham no campo.
4 de janeiro de 2024
Bruno Chaves, Comunicação Seilog
O Governo de Mato Grosso do Sul anunciou hoje o lançamento do programa “Rodar Bem MS”, voltado para a melhoria de estradas estaduais não pavimentadas. A iniciativa visa promover uma malha viária mais eficiente, que contribua com o desenvolvimento da área rural, simplificando a vida das pessoas que moram e trabalham no campo.
Com orçamento de R$ 340 milhões, o programa prevê a recuperação de 1.800 quilômetros de rodovias sem asfalto até 2026. O planejamento é da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), autarquia de obras públicas vinculada à Seilog (Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística).
Para o secretário da pasta, Helio Peluffo Filho, o “Rodar Bem” reflete o compromisso do governo em melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem e trabalham em regiões com estradas sem pavimento, impulsionando o desenvolvimento e promovendo a inclusão.
“O ‘Rodar Bem MS’ vai melhorar as estradas com aplicação de solo melhorado com cimento, solo-brita, entre outros, facilitando o dia-a-dia do produtor, favorecendo o escoamento da produção, melhorando a mobilidade das rodovias não pavimentadas e ainda dando mais segurança para que trafega nas estradas”, afirma.
Plano de trabalho
Os serviços começaram a ser executados pela MS-357 e MS-456, em Ribas do Rio Pardo, onde já foram melhorados 35 quilômetros de estradas, em parceria com a empresa Suzano, que assinou termo de cooperação com a Seilog para contribuir com o melhoramento de 10 trechos das rodovias MS-357, MS-340, MS-456, MS-338 e MS-324.
No plano de trabalho do programa serão recuperados 378 quilômetros das cinco rodovias até 2024, em um investimento de R$ 68 milhões. Já para os anos de 2024, 2025 e 2026 são projetados melhoramento em 1.529 quilômetros de 31 rodovias sem pavimento, com R$ 275,3 milhões.
Na lista das estradas que vão receber as ações do “Rodar Bem MS” estão rodovias que passam pelos municípios de Água Clara, Alcinópolis, Amambai, Anastácio, Angélica, Antônio João, Aquidauana, Aral Moreira, Bela Vista, Brasilândia, Campo Grande, Corguinho, Coronel Sapucaia e Coxim.
Também serão atendidas estradas de Iguatemi, Inocência, Laguna Carapã, Maracaju, Miranda, Nioaque, Paranaíba, Pedro Gomes, Porto Murtinho, Ribas do Rio Pardo, Rio Verde de Mato Grosso, São Gabriel do Oeste, Terenos e Três Lagoas.
Objetivos
Infraestrutura de qualidade: o “Rodar Bem MS” visa criar e manter uma infraestrutura de estradas não pavimentadas de qualidade, garantindo mobilidade.
Redução de custos logísticos: com estradas mais eficientes, os custos logísticos para transporte de mercadorias e serviços serão reduzidos, beneficiando diretamente produtores locais e consumidores.
Benefícios para a população
Mobilidade: as melhorias nas estradas possibilitarão uma mobilidade mais fácil e rápida, permitindo que as pessoas acessem serviços essenciais, como saúde e educação, de maneira mais eficiente.
Segurança viária: estradas em boas condições contribuem para a segurança viária, reduzindo riscos de acidentes e proporcionando viagens mais seguras para as comunidades locais.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS