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Rio Verde: Mãe reencontra filha após 41 anos de separação

O reencontro só foi possível depois que a amiga de Dona Cezarina Marques Costa, Sonia da Alhambra, conseguiu depois de muitas tentativas, localizá-la através das redes sociais e de muitos telefonemas

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26 de agosto de 2014

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Carlos Pires

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Após 41 anos de separação uma mãe, moradora de Rio Verde, reencontrou sua filha, que foi dada à irmã do seu esposo para ser criada. Difícil foi descrever em palavras a emoção e a transformação deste momento tão especial. 
O reencontro só foi possível depois que a amiga de Dona Cezarina Marques Costa, Sonia da Alhambra, conseguiu depois de muitas tentativas, localizá-la através das redes sociais e de muitos telefonemas. Sonia conheceu Dona Cezarina numa reunião de oração de mulheres, na casa da Ana Flores.
O reencontro entre mãe e filha só foi possível também, devido a uma correspondência em que Osorino Costa, ex-marido de Cezarina, quando o mesmo fez o pedido de divórcio. Foi aí que Sonia resolveu escrever uma carta para a cidade de Araraquara (SP). Após 10 dias surgiu uma ligação telefônica. Do outro lado da linha era Osni, genro de Dona Cezarina, que surpreso ligou obtendo as informações dizendo que há muito tempo procuravam pela mãe de sua esposa que morava justamente em Rio Verde.
Depois disso, Osni foi estreitando as conversas onde Sonia, e através da internet, enviou fotos de Cezarina para que ele verificasse que realmente havia encontrado a pessoa que tanto procurava. De fato tratava-se mesmo de Dona Cezarina que havia deixado seus dois filhos com o ex-marido, e depois nunca mais os viu.
A equipe do site www. rioverdems.com, ajudou no esperado encontro, e foi procurado por Sonia, para fazer a cobertura, dando a credibilidade necessária para esta emocionante história. Quando Nilza apareceu, acompanhada do esposo Osni, e o neto, a emoção tomou conta da pequena multidão que estava ali junto com Dona Cezarina, em sua residência situada na Rua Porfírio Gonçalves. Mão e filha estavam uma diante da outra após 41 anos. Cezarina abriu os braços e correu ao encontro da filha. O choro foi inevitável e a emoção contagiou a todos.
“Quero aproveitar o tempo perdido. Descobri que já sou avó e quero curtir este momento dia após dia. Meu outro filho morreu, mas deixou netos e uma nora que também está ansiosa pra me conhecer. Hoje tenho motivos suficientes para apagar a tristeza que vivi neste longo tempo de ausência”, finalizou Cezarina.
Graças à perseverança e à solidariedade da amiga Sônia, mãe e filha puderam se reencontrar depois um longo afastamento. “Daqui para frente vai ser uma alegria atrás da outra. Eu sou outra pessoa. Agora estou feliz. Quero viver com minha mãe e com minha família o que não pude viver  desde meus 16 anos de idade”, finalizou Nilza.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS