quinta, 04 de junho, 2026
(67) 99983-4015
Geral
Com o decreto de semana restritiva de atividades na Capital, muitos gestores de cidades com balneários não sentiram a diferença nos primeiros dias após o anúncio do feriadão para trabalhadores de alguns serviços de Campo Grande.
22 de março de 2021
Coxim Agora
Balneário Sete Quedas do Didi, em Rio Verde de Mato Grosso, só está recebendo turistas para camping e hospedagem / Reprodução
Em Rio Verde de Mato Grosso, a Prefeitura publicou um decreto no sábado (20) que começou a ser válido no domingo (21) para cerca dos 10 balneários que a cidade possui no seu entorno. A medida segue até o dia 29 de março, com base nos dados do Programa Prosseguir.
Ficou proibida a entrada de pessoas para o chamado day use, quando o visitante aproveita apenas o local durante o dia. “Agora só pode ficar nos balneários quem for fazer camping e se hospedar. A gente já estava trabalhando com as normas de biossegurança e lotação máxima de 30% da capacidade total. Mas mesmo assim não está tendo movimento”, explica o assessor de turismo do município, Andres Cláudio de Souza.
A preocupação, segundo ele, são de pessoas de fora do município que ficam circulando na cidade e depois vão ao balneário aglomerar. O assessor não acredita que campo-grandenses devam comparecer em Rio Verde do Mato Grosso nos próximos dias.
“O momento agora é outro. Hoje todo mundo está consciente da atual situação do sistema de saúde. Fora que outras cidades turísticas vão abrir também. Além disso, o preço do combustível está alto e está todo mundo com a corda no pescoço”, completou.
Em Bonito, município a 257 quilômetros de Campo Grande, as regras de biossegurança serão mantidas nos próximos dias. A cidade segue aberta ao turismo, tomando as devidas medidas de prevenção à covid-19. Além dos 7 protocolos de biossegurança implantados no município, a Prefeitura também investiu pesado em fiscalização nas duas entradas municipais. O decreto do toque de recolher estadual também está sendo cumprido.
Segundo o presidente do IDB (Instituto de Desenvolvimento de Bonito), Augusto Mariano, até o momento não houve aumento de procura de hospedagem e passeios. “As pessoas estão com medo de pegar a doença. Fora isso está difícil a situação financeira para fazer uma viagem sem ter sido planejada e a gasolina do jeito que está fica inviável”, elencou.
Ele acredita que não haverá tanto turista campo-grandense aproveitando o feriadão da próxima semana. “Não acreditamos que vai ter esse boom essa semana. E se vir para cá tem que ficar sabendo, fiscalização e medidos de biossegurança estão rigorosas.”
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS