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Riedel vai a Brasília em busca de verba para a construção de 10 mil moradias

Ontem, o governador Eduardo Riedel, acompanhado pelo secretário de Estado da Casa Civil, Eduardo Rocha, e pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, vai se encontrar com o ministro das Cidades, Jader Barbalho Filho, para tratar sobre a área de habitação popular em Mato Grosso do Sul.

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4 de maio de 2023

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Daniel Pedra - C. do Estado

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Ontem, o governador Eduardo Riedel, acompanhado pelo secretário de Estado da Casa Civil, Eduardo Rocha, e pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, vai se encontrar com o ministro das Cidades, Jader Barbalho Filho, para tratar sobre a área de habitação popular em Mato Grosso do Sul.
Segundo apurou o Correio do Estado, o governador vai atrás de recursos para a construção de 10 mil moradias populares, que, somadas com as outras seis mil casas que sua gestão tem verba própria para edificar, totalizariam 16 mil habitações populares contratadas ainda neste ano para todo o Estado.
Atualmente, conforme a Fundação João Pinheiro, o deficit habitacional estimado em Mato Grosso do Sul seria de 77 mil imóveis, entre urbanos e rurais.
Caso Riedel consiga manter uma média de 16 mil casas por ano, poderá encerrar seu mandato com mais de 64 mil habitações populares entregues, reduzindo drasticamente o deficit. 
“Acabamos de confirmar uma audiência com o ministro das Cidades para tratar de investimentos do governo federal em habitação aqui em Mato Grosso do Sul. A nossa ministra Simone Tebet está se encarregando de pôr no orçamento o recurso necessário para que isso ocorra”, declarou ontem Eduardo Riedel durante entrevista para uma rádio local.
Ele assegurou que a programação de sua gestão para este ano, com recursos próprios, é de construir 6,5 mil moradias populares.
“Por isso nós vamos estar lá amanhã [hoje] com o ministro das Cidades, com a ministra Simone e com toda a bancada federal do Estado no Congresso Nacional para disponibilizar um projeto mais estruturante para Mato Grosso do Sul”, reforçou.
O secretário de Estado da Casa Civil, Eduardo Rocha, confirmou ao Correio do Estado a audiência com o ministro das Cidades, que foi alinhada pela ministra Simone Tebet.
“Vamos atrás de recursos para a habitação. O governo já tem preparados recursos para construir mais 6,5 mil moradias este ano, e agora queremos dinheiro para poder edificar mais 10 mil unidades habitacionais”, detalhou.
Eduardo Rocha ainda acrescentou que, se for possível, o governador vai pedir recursos para construir mais 12 mil, mais 15 mil, o quanto conseguir.
“Não dá para falar a quantidade, mas a Maria do Carmo Avesani Lopes, a nossa diretora-presidente da Agehab [Agência de Habitação Popular do Estado de Mato Grosso do Sul], já está preparando os projetos para apresentarmos ao ministro Jader Barbalho Filho”, revelou. 
A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, também confirmou a reunião com o ministro das Cidades, Jader Barbalho Filho, para tratar de recursos do programa Minha Casa, Minha Vida para Mato Grosso do Sul. 

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Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias com baixo índice de perdão, mostra CNT

Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.

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4 de junho de 2026

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Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.

Maioria da malha fica entre baixo e médio índice

Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.

A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.

Infraestrutura pública tem pior desempenho

No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.

Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.

Regiões Sul e Sudeste concentram os trechos mais seguros

A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.

Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.

“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.

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Prefeitura de Coxim emenda feriado e mantém apenas serviços essenciais em regime de plantão

A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo...

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4 de junho de 2026

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A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.

Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.

Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal