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Revitalização da Virgínia Ferreira
Entregue à população coxinense no dia 28 de junho, a obra da Avenida Virgínia Ferreira, principal via urbana de Coxim, trouxe um novo visual e conceito de mobilidade urbana à cidade no ano em que se comemora seus 120 anos de emancipação político-administrativa
6 de julho de 2018
Assessoria
Entregue à população coxinense no dia 28 de junho, a obra da Avenida Virgínia Ferreira, principal via urbana de Coxim, trouxe um novo visual e conceito de mobilidade urbana à cidade no ano em que se comemora seus 120 anos de emancipação político-administrativa.
A solenidade teve a presença do governador Reinaldo Azambuja, do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Junior Mochi, do prefeito Aluizio São José, vereadores e autoridades estaduais e municipais e representantes da sociedade.
A obra, que foi realizada com recursos do Governo do Estado da ordem de R$ 3.976.330,50, englobou pavimentação asfáltica, revitalização de todo o trajeto de dois quilômetros, paisagismo, acessibilidade, faixas de pedestres elevadas e implantação de ciclovia e pista de caminhada.
Para o prefeito Aluizio, é imensa a satisfação em ver Coxim mais bonita: “A avenida mudou da água para o vinho. Antes, não havia padronização e ninguém conseguia caminhar no canteiro. Hoje, temos uma modernização e uma democratização do acesso. As pessoas caminham, andam de bicicleta, os cadeirantes conseguem atravessá-la pelas rampas de acessiblidade, muitas tomam tereré no final da tarde. É importante dizer também que os estacionamentos foram inseridos no projeto após analisarmos a necessidade dos comerciantes”, afirma o prefeito Aluizio.
Para o governador Reinaldo Azambuja, é uma parceria extremamente positiva: “É bom para Coxim, é bom para o cidadão, é bom para a administração do prefeito Aluizio, mas é bom para o Estado também, pois mostra que nós soubemos construir parcerias e essa parceria se transforma em melhoria de vida para a população”.
O novo cartão postal da cidade é uma das obras de infraestrutura urbana mais comemorada pelos moradores, pois aumentou a segurança de condutores, ciclistas e pedestres, tornou-se opção de prática desportiva e contemplação da cidade, aumentando a segurança de condutores, ciclistas e pedestres.
“A população de Coxim está muito feliz, porque a família, as crianças, agora podem usufruir da passarela e ter a segurança de fazer uma boa caminhada, com mais segurança para motoristas, pedestres e ciclistas”, comemora a enfermeira Cristiane Ferreira da Silva, que utiliza a pista de caminhada da Avenida para fazer exercícios.
Mobilidade urbana é um conceito democrático de deslocamento no perímetro urbano, que permite que pedestres, especialmente os portadores de necessidades especiais, veículos automotores e ciclistas utilizem a via de forma segura e contemplativa.
A velocidade máxima permitida na via é de 30 km/h. Os ciclistas devem seguir pelas ciclovias disponíveis nos canteiros. As faixas de pedestres, elevadas ou não, devem ser utilizadas por pedestres e ciclistas desmontados. A travessia deve ser sinalizada com o braço levantado e feita somente quando os carros estiverem totalmente parados. Os condutores de veículos devem estar atentos às faixas.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS