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Revitalização

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Revitalização da Praça do Pé-de-Cedro vai valorizar cultura e turismo em Coxim

A Praça Zacarias Mourão, conhecida como Praça do Pé-de-Cedro, está sendo revitalizada por meio de projeto realizado com recursos próprios da Prefeitura de Coxim

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27 de junho de 2018

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Assessoria

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A Praça Zacarias Mourão, conhecida como Praça do Pé-de-Cedro, está sendo revitalizada por meio de projeto realizado com recursos próprios da Prefeitura de Coxim, da ordem de mais de R$ 260 mil.
O espaço público reverencia a árvore símbolo de Coxim, plantada por Zacarias Mourão, poeta e compositor que projetou Coxim nacionalmente com a música homônima à árvore.
 O projeto inclui a implantação de bancos, pergolados, iluminações especiais, escultura, mural, chafariz e passarelas, inclusive acessibilidade, valorizando o espaço público, visando o lazer e a realização de atividades culturais voltadas às famílias coxinenses e turistas que visitam a cidade. A previsão de conclusão da obra janeiro de 2019.
Para a execução do projeto, fez-se necessário o corte e supressão de 29 árvores ali plantadas, algumas exóticas e a maioria nativa. A retirada e a terraplanagem da área estão sendo realizadas com os devidos cuidados.
Dois pés-de-cedro originários de sementes do original permanecem plantados no espaço. A árvore original será mantida e um especialista irá realizar o tratamento da mesma, haja vista a necessidade de cuidados especiais em função de fungos e do incidente ocorrido em 2006 em que um raio atingiu a árvore durante uma tempestade.
Como toda obra realizada pela administração municipal, o projeto arquitetônico foi elaborado por técnico habilitado, dotado de documento de responsabilidade técnica, e devidamente aprovado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Sustentável, por meio de sua Gerência de Meio Ambiente, atendendo ao Código Municipal de Meio Ambiente.
Em compensação às 29 árvores suprimidas, a Prefeitura de Coxim vai realizar o plantio de 100 novas plantas em área pública a ser definida.
José Francisco de Paula Filho, gerente municipal de Meio Ambiente, destaca que o espaço público é muito estimado pela população de Coxim e é natural que qualquer intervenção no local mexa com a memória afetiva e cultural do coletivo: “Toda intervenção foi devidamente planejada e autorizada de acordo com a legislação municipal, que dispõe sobre a proteção e conservação de árvores na área urbana do município, respaldando o corte e a supressão desde que feitos sob responsabilidade técnica e registro na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Sustentável”.
“As alterações foram feitas apenas no antigo quintal da antiga casa que hoje é o Museu Arqueológico de Coxim, pois houve real necessidade de substituição de algumas espécies e remoção de outras. Porém o projeto manteve o pé-de-cedro original e duas árvores originárias dele, que poderão perpetuar a espécie e valorizar a cultura local por meio deste símbolo de nossa cidade”, justifica De Paula. 

Geral

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

Geral

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS