quinta, 04 de junho, 2026
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Continuar investindo mesmo em tempos de pandemia e conseguir atender as necessidades da população só foram possíveis porque o Estado conseguiu recuperar sua capacidade fiscal, conforme pontuou o governador Reinaldo Azambuja nesta sexta-feira (01) durante entrevista ao Programa Noticidade, da Rádio Cidade 97,9 FM. No primeiro dia de outubro, mês que Mato Grosso do Sul completa seus 44 anos, Reinaldo apresentou um balanço das ações e projetou crescimento para os próximos anos.
Relatório de Desempenho Industrial da Federação das Industrias do Estado do Mato Grosso do Sul (Fiems), aponta que o Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso do Sul teve crescimento médio de 13% ao ano, entre 2009 a 2018, o que para Reinaldo Azambuja é fruto da “política de incentivos, que troca impostos por empregos”. “Se você olhar o volume de investimentos privados em Mato Grosso do Sul, hoje, talvez sejamos o Estado que tem o maior volume de investimentos”, disse citando grandes indústrias que estão se instalando no Estado, como a da Suzano, em Ribas do Rio Pardo.
“A industrialização se fortaleceu com uma boa política industrial que gera empregos e oportunidades e Mato Grosso do Sul vai bem nessa área. A gente tem talvez o melhor programa de incentivo, somos ágeis no licenciamento, as coisas estão funcionando bem, com uma sintonia entre os órgãos de governo e uma credibilidade, ninguém traz capital em um Estado que não tem credibilidade e segurança jurídica. No momento que se oferece segurança jurídica, os números aparecem: emprego positivo, PIB crescendo. Tivemos o PIB positivo ano passado, de pandemia, e esse ano está sendo projetado para Mato Grosso do Sul talvez ser o maior PIB do Brasil, muito acima da média nacional e isso significa riqueza, emprego, oportunidade, crescimento e, junto com isso, as obras públicas empurrando também essas oportunidades e crescimento”, disse.
Para Reinaldo Azambuja, essa é a equação perfeita para o momento "de saída da pandemia e retomada do desenvolvimento". O governador também citou a Rota Bioceânica e a reativação e instalação de ferrovias como uma somatória para o avanço do Estado. “A Bioceânica vai encurtar distância para o pacífico onde estão nossos grandes parceiros comerciais. Hoje quase 68% das exportações de Mato Grosso do Sul são para os países asiáticos. Vai trazer muito mais competitividade aos produtos produzidos aqui e também para as importações. Junto com ela, as ferrovias com a retomada da Malha Oeste, a Nova Ferroeste, tudo isso é muito importante e ajuda muito no crescimento e competitividade”, destacou.
O governador também apontou para resultados alcançados recentemente por Mato Grosso do Sul. O Ranking de Competitividade dos Estados colou MS como o 6º mais competitivo do Brasil e o Tesouro Nacional revelou que somos a unidade da federação que mais investe nas pessoas. Em 2020 foram investidos R$ 1.004 bilhão - o que representa valor superior a R$ 353 por habitante.
“Fruto de trabalho de equipe e coragem. Hoje, o ente está recuperado e tem capacidade de investir. Isso tudo foi sonhado a 44 anos, aqueles que lutaram pela divisão sonharam em construir um Estado forte; estamos fortes hoje. Um estado moderno, solidário, que estende a mão. Estamos estendendo a mão com os programas, principalmente as famílias que mais precisam e mais necessitam do apoio. Mato Grosso do Sul, diferente da maioria dos Estados, vai indo bem. Acho que a gente conseguiu equilibrar e agora é continuar trabalhando”, concluiu.
Geral
Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.
4 de junho de 2026
Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.
Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.
A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.
No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.
Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.
A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.
Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.
“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.
Geral
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo...
4 de junho de 2026
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.
Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.
Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal